Número 23
Média
3,7
801 notas

48 Críticas do usuário

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8 críticas
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13 críticas
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Marcior Enricor
Marcior Enricor

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 20 de julho de 2025
It's I, the queen of sabbath, hear me, mortals, for I sing a song of sorrow as a warning when I weep
kauan dely
kauan dely

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 20 de julho de 2025
Phenex, I'll help you bring your message, let's do this, Jesus will welcome you I haVe faith that the Lord in his perfection is good
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 878 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 6 de junho de 2025
Número 23 é um filme de suspense que foi dirigido por Joel Schumacher. O filme conta a história de Walter (Jim Carrey) que recebe de presente de sua esposa Agatha (Virginia Madsen) um livro obscuro sobre o número 23. Na medida em que Walter vai lendo o livro, vai se identificando com o personagem principal, ficando paranoico e crendo que a obra é baseada em sua vida. Para o seu desespero, Walter descobre que o livro reserva graves consequências para o personagem principal. Ainda que o filme apresente um bom senso estético e sombrio (pelo menos nas cenas em que apresenta a narração do livro), a narrativa em si do filme é tanto caótica e por vezes perde a coerência. Uma pena, pois normalmente filme com personagens principais paranoico rende boas narrativas. Talvez esse erro tenha acontecido pela falta do processo gradual: do nada Walter está lendo o livro e pirando na batatinha. Além da ideia de reforçar e forçar o tempo todo teoria do 23 chega a ficar cansativo, além de colocar pistas que não servem para nada (o cão ). A história apenas se desenrola no seu terceiro ato, até lá somos obrigados a ficar aguardando algo de novo que não acontece. O filme ainda tenta nos entregar um plot bastante previsível que apenas aumenta o furo no roteiro e a sua desconexão entre a vida de Walter, do livro e do diabo do número 23. O elenco até tenta, mas não consegue. Jim Carrey sempre trabalhou bem em filme dramáticos, mas seus melhores momento são cenas de alivio cômico.
fabs
fabs

9 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 30 de maio de 2025
“Número 23” foi uma grata surpresa. Entrei esperando apenas um suspense interessante, ainda mais por ser estrelado por Jim Carrey que, mesmo conhecido por papéis cômicos, entrega aqui uma atuação intensa e convincente. O enredo gira em torno de uma obsessão crescente com o número 23, e essa paranoia vai se espalhando de forma tão bem construída que você acaba envolvido junto.

Gosto muito de filmes com reviravolta, e essa veio quando eu menos esperava, quase no final. O ritmo prende, e a trama te faz buscar significado em cada detalhe. Em tempos em que é difícil achar suspenses realmente intrigantes, especialmente entre os mais recentes, esse se destacou e me conquistou.

Além do mistério, o filme também convida à reflexão sobre o peso do passado e a importância de viver o presente. É um suspense psicológico meio subestimado, que vale muito a pena assistir e indicar.
Sara Pacheco
Sara Pacheco

1 seguidor 19 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de maio de 2025
Não sei se gostei, achei bem doidão esse filme. Mas, é inegável que o plot twist realmente é bom e verdadeiramente surpreendente, a atuação do Jim Carrey também, ao contrário do que muitos disseram aqui. Acho que o que não me agradou muito mesmo foi a história como um todo. Mas, de fato não é um filme ruim, já vi bem piores.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 17 de abril de 2025
Número 23 (2007), dirigido por Joel Schumacher e estrelado por Jim Carrey, é um thriller psicológico que mergulha nas profundezas da obsessão, da paranoia e da dualidade humana. Apesar de ter sido recebido com críticas mistas na época de seu lançamento, o filme gradualmente se tornou um objeto de culto, especialmente entre aqueles que apreciam narrativas complexas e interpretações ambíguas. Sua trama intrincada, a atuação intensa de Carrey e a atmosfera sombria o tornam uma obra digna de análise mais aprofundada.

O enredo gira em torno de Walter Sparrow (Jim Carrey), um homem comum que, ao ler um livro chamado O Número 23, começa a acreditar que sua vida está inexplicavelmente ligada ao número 23 e ao protagonista do livro, Fingerling (também interpretado por Carrey). A narrativa alterna entre a realidade de Walter e as passagens do livro, criando uma confusão deliberada entre ficção e realidade.

A força do plot está em sua construção de suspense, usando a numerologia como um dispositivo para explorar a psicologia de um homem em crise. No entanto, alguns críticos argumentaram que o roteiro peca por ser excessivamente conveniente em certas reviravoltas, especialmente na revelação final. Ainda assim, a jornada de Walter é cativante, pois questiona até que ponto a obsessão pode moldar (ou destruir) uma mente.

Jim Carrey, conhecido principalmente por seus papéis cômicos, entrega uma performance surpreendentemente sombria e convincente. Sua interpretação dupla—como Walter Sparrow e Fingerling—demonstra sua versatilidade, embora alguns espectadores possam achar seu estilo demasiado intenso para um thriller psicológico. Virginia Madsen, como Agatha, esposa de Walter, oferece um contraponto emocional necessário, enquanto Rhona Mitra, como Fabrizia, personifica a femme fatale do livro, acrescentando uma camada de mistério.

O roteiro, de Fernley Phillips, é ambicioso na tentativa de misturar elementos de noir, psicose e numerologia. A construção metaficcional (um livro dentro do filme) é interessante, mas alguns diálogos soam forçados, e a exploração do número 23 como um fenômeno universal acaba sendo repetitiva em certos momentos. Ainda assim, o roteiro consegue manter uma tensão constante, mesmo quando a lógica narrativa se torna questionável.

A direção de fotografia, assinada por Matthew Libatique, é um dos pontos altos do filme. O contraste entre os tons quentes da vida real de Walter e os visuais estilizados e sombrios das cenas do livro cria uma dicotomia visual eficaz. O uso de cores saturadas e ângulos oblíquos nas sequências de Fingerling remetem a um noir moderno, reforçando a atmosfera de desespero e loucura.

A trilha sonora, composta por Harry Gregson-Williams, complementa a tensão do filme com tons minimalistas e perturbadores. O tema principal, baseado em um motivo repetitivo, ecoa a obsessão do protagonista, embora não seja particularmente memorável fora do contexto do filme.

O desfecho de Número 23 é divisivo. Sem spoilers, a revelação sobre a verdade por trás do livro e da conexão de Walter com o número 23 pode ser vista como engenhosa ou como uma solução fácil para um mistério que prometia mais. Alguns espectadores acham que o filme perde força ao optar por uma explicação excessivamente literal, enquanto outros apreciam a maneira como ele fecha o ciclo da narrativa.

Número 23 é um filme que, apesar de suas falhas, se destaca por sua ousadia em explorar temas como paranoia, destino e autoidentidade. A interpretação de Carrey e a direção visual de Schumacher elevam o material, tornando-o uma experiência cinematográfica única.

Assim como outros thrillers psicológicos mal recebidos em seu tempo (como Fight Club ou Donnie Darko), Número 23 ganhou status de cult devido à sua narrativa não convencional e à interpretação carismática de Carrey em um papel dramático. Seu foco na numerologia e na teoria da conspiração atraiu um nicho de fãs que revisitam o filme em busca de pistas e significados ocultos.

Além disso, a má recepção inicial pode ser atribuída às expectativas equivocadas: muitos esperavam um terror convencional ou um drama linear, mas o filme opta por uma abordagem mais cerebral e simbólica. Com o tempo, sua reputação foi reavaliada, e hoje é visto como um experimento interessante—imperfeito, porém fascinante—na carreira de Schumacher e na transição de Carrey para papéis mais sombrios.

Número 23 não é um filme perfeito, mas sua ambição e atmosfera peculiar garantem seu lugar como uma obra cult—um thriller psicológico que desafia o espectador a decifrar não apenas o mistério do número, mas também os limites da sanidade.
Vinnicius Mafra
Vinnicius Mafra

37 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 13 de abril de 2025
Jim Carrey surpreende ao mergulhar de cabeça em um papel denso e perturbador. Já a direção acerta ao criar uma atmosfera claustrofóbica e visualmente estilizada, que acompanha bem o ritmo do desespero crescente do protagonista. A premissa é instigante, o filme brinca com a obsessão, destino e livre arbítrio, mantendo o espectador desconfiado de tudo até o final. É um thriller psicológico que, mesmo com suas falhas, tem coragem de tentar algo diferente. Falhas das quais mostra que, o filme começa como uma ideia interessante acaba se tornando uma colagem incoerente de coincidências forçadas e uma trama que tenta parecer mais inteligente do que realmente é. Já o roteiro, se enrosca em reviravoltas que soam mais absurdas do que surpreendentes. Ao final, O Número 23 parece mais uma tese de paranoia do que uma experiência real.
No fim, o filme tenta ser fascinante, mas se divide entre fascinante e forçado, é impactante, mas que promete muito e entrega só em partes.
Mafalda White
Mafalda White

7 seguidores 119 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 21 de dezembro de 2024
Filme extremamente interessante, tenso, misterioso e com final surpreendente. Muito inquietante os mistérios envolvendo o número 23, na vida real. Jim Carrey está perfeito no papel e esbanja atuação. Maravilhoso filme!
MAGRAOBL
MAGRAOBL

29 seguidores 402 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de agosto de 2024
[23/08/2024]

Que coincidência, eu assisti o filme Número 23 num dia 23.

Dito isso, que filme bom. Como o Jim Carrey é um ator completo. Ótima atuação do Jim que entregou muito nesse filme.
Direção muito boa do Joel Schumacher que fez com que conseguíssemos entrar na mente, na loucura e na obsessão de Walter Sparrow.
Luckleite995
Luckleite995

1 seguidor 9 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de junho de 2024
Em Número 23 o personagem Walter (Jim Carrey) começa a ler um livro de forma despretensiosa, mas fica obcecado pelo mesmo. E passa a acreditar que tudo aquilo que lê tem alguma relação com sua própria vida. A trama é muito bem desenvolvida e nos envolve do início ao fim, afinal assim como Walter queremos descobrir o que significa o número 23.

Um excelente suspense com um plot twist daqueles no fim.
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