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    Lawrence da Arábia
    Média
    4,4
    361 notas e 18 críticas
    distribuição de 18 críticas por nota
    10 críticas
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    18 críticas do leitor

    Ricardo L.
    Ricardo L.

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    5,0
    Enviada em 30 de novembro de 2017
    Uma grande obra do cinema mundial! trazendo cenas que marcaram o cinema na época e que até hoje são lembradas como divisor de aguas para os grandes cineastas que vieram logo apos sua estreia!!
    Ferris Bueller N.
    Ferris Bueller N.

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    5,0
    Enviada em 6 de outubro de 2013
    O Maior e Mais Grandioso Épico da história do cinema
    Eduardo S.
    Eduardo S.

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    5,0
    Enviada em 7 de maio de 2013
    Baseado no livro "Seven Pillars of Wisdow" do próprio T.E. Lawrence e adaptado brilhantemente por Robert Bolt e Michael Wilson, que escreveram o que muitos consideram um dos melhores roteiros da história do cinema.
    Por isso é espantoso o fato do filme ter perdido o Oscar nesta categoria e mais absurdo ainda Michael Wilson não ter sido creditado na indicação, por estar na lista negra de Hollywood, fato vergonhoso que foi corrigido postumamente em 1995.
    Dirigido pelo mestre David Lean, que soube como ninguém comandar grandes produções e aqui alcançou a perfeição como poucos, mostrando todo seu talento que mais uma vez foi consagrado merecidamente com o Oscar de Melhor Diretor.
    Filmado em uma região inóspita como os desertos da Jordânia, Lean comandou alguns dos melhores profissionais do cinema e parte desta grandiosa equipe, mesmo estando longe do conforto dos estúdios, elevou a outros patamares o padrão de qualidade dos grandes épicos, como Freddie Young que começou sua parceria com Lean neste filme e venceu o 1° de seus três Oscar (todos por filmes de Lean) pela grandiosa, magnífica e talvez a mais bela fotografia do cinema. O grande compositor Maurice Jarre também iniciou sua parceria com Lean com uma das trilhas mais belas e majestosas da história e venceu o 1° de seus três Oscar (todos por filmes de Lean) merecidamente, sendo constantemente apontada como uma das maiores da história.
    Em uma profissão onde os homens dominam, Anne V. Coates foi uma das primeiras editoras e recebeu o Oscar de Melhor Edição, por seu trabalho monumental em Lawrence da Arábia, um feito extraordinário para uma profissional que com mais de 80 anos continua ativa. O trio de Diretores de Arte, John Box, John Stoll e Dario Simoni, reconstituíram com perfeição época e lugares, de forma extraordinária e com isso vencendo o Oscar de Direção de Arte. Da parte técnica, outro que destacou-se foi John Cox, que foi o responsável pelos Efeitos Sonoros que deram vida a este grande clássico e por isso levou o Oscar de Melhor Som.
    Parte do sucesso do filme deve ser creditado ao grande elenco, principalmente a Peter O'Toole que deu vida a Lawrence, de forma brilhante e inesquecível. Hoje sua atuação é apontada com uma das maiores da história, por isso é um absurdo um grande ator como este, que além de não ter sido premiado com o Oscar, ainda recebeu mais 7 indicações e a última foi depois de receber o prêmio honorário da Academia! Omar Sharif foi um achado e uma das melhores revelações da época, esta foi sua estreia no cinema ocidental e foi com o pé direito, já sendo indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante e ainda saindo vencedor no Globo de Ouro como Coadjuvante e Melhor Revelação.
    Dos habituais parceiros de Lean, Alec Guinness foi um dos maiores e tendo trabalhado desde os primeiros, aqui nos mostra do que os grandes atores são capazes, com autoridade, elegância e presença interpretando o Príncipe Feisal.
    E por fim Anthony Quinn como Auda Abu Taiy, em grande atuação e vale destacar sua caracterização que o deixou quase irreconhecível.
    O Oscar de Melhor Filme foi para o produtor Sam Spiegel, que já havia sido premiado anteriormente 2 vezes e seu Oscar anterior era justamente por um filme de Lean, novamente a parceria foi bem sucedida e o filme é celebrado até hoje como uma das maiores obra-primas da Sétima Arte, sendo o 5° colocado em uma lista de 100 filmes do Instituto Americano de Cinema. É o filme preferido de muita gente, por exemplo, Steven Spielberg é um dos fãs deste clássico e chegou até a bancar uma de suas restaurações.
    Eu gosto de vários filmes, mas costumo dizer que se for para nomear apenas um, o escolhido com certeza é Lawrence da Arábia, que mesmo 50 anos depois continua fascinando como nunca e com certeza continuará daqui mais 50.
    Roberto D.
    Roberto D.

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    5,0
    Enviada em 18 de agosto de 2013
    Extraordinário! Um dos melhores filmes de todos os tempos. Imperdivel.
    Francisco Russo
    Francisco Russo

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    2,0
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Um dos maiores perigos do cinema é assistir a um filme com uma expectativa bastante alta. Isto ocorre muito com filmes os quais você ouve ou lê comentários os mais elogiosos possíveis, fazendo crescer sua vontade em ver aquele filme. O risco existe quando você vê o filme, sabe que ele é bom - ou às vezes até muito bom - mas no fundo sente que você esperava mais dele, justamente por causa das opiniões que leu/ouviu antes. Este é justamente o caso de "Lawrence da Arábia". Não discordo que o filme é muito bom e traz ainda ótimas atuações, como as de Alec Guinness, Peter O'Toole e Omar Shariff - este último, entre todos, o que mais me agradou. Além disso, tem planos realmente impressionantes, onde a fotografia do filme brilha em cena. Porém o ritmo um tanto quanto arrastado, principalmente na segunda parte, a longa duração do filme e a tola e dispensável morte de Lawrence são pontos negativos que não podem deixar de ser mencionados. Ainda assim um grande filme, mas esperava mais dele.
    Nando K.
    Nando K.

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    4,0
    Enviada em 18 de novembro de 2012
    Filme indispensável para qualquer fã de cinema. Destaque para a belíssima fotografia de Freddie Young e a Trilha Sonora composta pelo mestre Maurice Jarre.
    Aurelio Cardoso
    Aurelio Cardoso

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    5,0
    Enviada em 28 de janeiro de 2019
    Durante a Primeira Guerra Mundial enquanto na Europa a luta de trincheiras não fazia heróis, mas somente mortos aos milhares, no Oriente Médio também havia uma luta ferrenha. A do Exército inglês contra o Império Otomano, sendo que o terreno e o clima impediam qualquer avanço. Os árabes que viviam sob o dominio turco otomano há muito tempo se rebelaram, mas só algumas poucas tribos. A Arábia nesta época era um aglomerado de tribos desunidas, que viviam brigando entre si quando deviam lutar contra o inimigo comum, os turcos otomanos.
    Esta era a situação naquela época da Guerra e da região da Arábia e Oriente Médio, até que surge um jovem oficial do Exército inglês de nome LAWRENCE, que estava disposto a tentar unir as diversas tribos e levá-los a lutar contra um só inimigo, os turcos.
    Ninguém levou a sério os planos daquele jovem oficial mas ele não se abateu e conseguiu colocar em prática seu plano ousado, a união de todos os árabes e sob sua liderança atacaram o exército turco em várias regiões, inclusive entrando no porto de Akaba no Mar Vermelho, que passo a ser de suma importância para o avanço e continuação da luta pela liberdade.
    Com estes argumentos históricos o Diretor DAVID LEAN, realizador de obras grandiosas como DOUTOR JIVAGO e A FILHA DE RYAN, nos dá esta grande pelicula, anterior as outras duas e que recebeu 8 Oscars no ano de 1962, inclusive Melhor Filme e Diretor.
    anônimo
    Um visitante
    4,0
    Enviada em 12 de dezembro de 2015
    CLÁSSICO!!!
    Que fotografia,que trilha e que elenco fantástico.
    "Lawrence da Arábia" apresenta Peter O´Toole,e o ator faz algo que marca sua carreira.
    Mesmo sendo tão extenso,o filme consegue manter o enredo,com bons acontecimentos.

    -Filme assistido em 12 de Dezembro de 2015
    -Nota 8/10
    Willian H.
    Willian H.

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    5,0
    Enviada em 23 de dezembro de 2018
    Um filme clássico, dirigido por David Lean, com Peter O'Toole e Omar Sharif entre os atores, narra a história de Sir T E Lawrence, um oficial que serviu na I Guerra Mundial e teve papel relevante no combate ao Império Otomano, onde possuía conhecimentos relevantes sobre os povos árabes, islâmicos e suas diferenças e contradições. Graças a isso, colocou o exército britânico em vantagem e conseguiu importantes vitórias na região.
    Interessante ressaltar a evolução da estória e que o personagem vai mudando seu comportamento durante o processo de luta, de um militar mais técnico, mais idealista, para um líder, que mais experiente e que recebe um estupro, para líder militar que muda seus procedimentos por sede de sangue.
    O início do filme insinua que esse processo desencadeou em seu enclausuramento e seu final, simples, morte "normal", por compulsividade...
    cinetenisverde
    cinetenisverde

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    5,0
    Enviada em 17 de janeiro de 2017
    _Nota: O filme que estou me referindo é a versão restaurada por Robert A. Harris com a supervisão do diretor David Lean, em 1989. Ela exclui alguns diálogos e, se formos considerar o tamanho da versão original, creio que podemos descartar as menores diferenças entre as duas. Além disso, essa versão também recebeu um tratamento de restauração para ser lançada em DVD em 2000 por Martin Scorsese e Steven Spielberg. Scorsese, como se sabe, é um ávido militante pela restauração de obras clássicas do Cinema e mantém um acervo digital inestimável._
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