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Adorei, nao é um filme só pra adolescentes é pra todos que gostam de cinema. Muitos dissem que é um filme porno, que nada é erótico o nome disso. E em muitas cidades do interior acontece de fato até mais do que foi relatado no filme.
A realidade nua e crua do ser humano! Cenas fortes, um filme pesado psicologicamente falando, porém uma catarse cinematográfica!
Não acredito que as cenas de sexo explícito tenham sido feitas para chocar ou tornar o filme repudiante. Sem elas o filme seria nada mais do que um filme adolescente clichê. Ótimo para ver e rever, claro que despido de visões tradicionais.
Histórias sobre adolescentes em situações de desajuste social. Claude (Jasso), apaixonado por skate, e vítima da brutalidade do pai (Williams) e da indiferença da mãe (Plummer). Certa noite acorda com o pai lhe tocando e decide sair de casa. Tate (Ransone) é um adolescente desequilibrado que, cansado dos conflitos com os avós (Young e Place) assassina-os.
mais em: https://magiadoreal.blogspot.com/2025/02/filme-do-dia-ken-park-2002-larry-clark.html
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Poderia ter sido muito melhor se caprichassem mais no roteiro. Filme muito pesado e extremamente apelativo em alguns momentos. Algumas cenas desnecessárias.
Tão difícil quanto compreender, é descrever as sensações causadas por Ken Park. Baseado em matérias de Jornais, escritas pelo próprio Lerry, mostra a realidade paralela de muitos jovens: o terror familiar. Polêmico...
Porém, na tentativa de fugir dos filmes clichês adolescentes, algo fundamental se perdeu. O filme não tem início, meio e fim... Mas te prende!
As cenas mais fortes não foram bem exploradas sob a pespectiva psicológica dos personagens. Uma pena!
A ansiedade pelo desfecho da trama esbarra em um final "Ué? Acabou?"
Foi-se uma boa oportunidade de contar isoladamente histórias coincidentes, com iminência ou não de interação entre os protagonistas.
Porém, na tentativa de fugir dos filmes clichês adolescentes, algo fundamental se perdeu. O filme não tem início, meio e fim... Mas te prende!
As cenas mais fortes não foram bem exploradas sob a pespectiva psicológica dos personagens. Uma pena!
A ansiedade pelo desfecho da trama esbarra em um final "Ué? Acabou?"
Foi-se uma boa oportunidade de contar isoladamente histórias coincidentes, com iminência ou não de interação entre os protagonistas.
Ao colocar diversas cenas de sexo explicito pairando em cima do roteiro sem nenhuma importancia , o filme não se torna arte, e sim pornográfico!
O filme vem cercado de polêmicas, o que o beneficiou em termos de faturamento. Larry Clark é o mesmo que dirigiu o igualmente polêmico "Kids", em 1995. Ele é o que eu denomino de "abutre da decadência social norte-americana". Me explico. Ele sobrevive com as idiossincrasias psicológicas e sociais de seu país. Obviamente que qualquer artista pode colocar o dedo nas "chagas" da sociedade em que vive. Não há nada de errado nisso. O erro de Larry é viver da criação de esteriótipos. Seus personagens são todos grotescos à sua maneira. O jovem que se suicida pelo fato de sua namorada ter engravidado (Adam Chubbuck); o padrasto alcoolista que abusa do filho adolescente (Wade Williams) e a mãe que assiste passiva a essa situação (Amanda Plummer); garoto que se masturba com uma gravata apertando o seu pescoço e que assassina os seus avós (James Ransone); mulher de meia-idade (Maeve Quinlan) que mantém relações sexuais com o namorado de sua filha. Enfim, ficamos diante de inúmeras pequenas estórias, cujo único laço comum é a aberração. De uma forma comensal o diretor sobrevive dos restos de seus personagens bizarros. Minha sugestão é que o sr. Larry Clark atravesse a fronteira dos EUA com o Canadá e vá aprender com o grande diretor Denys Arcand (O declínio do império americano, Jesus de Montreal, As invasões bárbaras) a fazer críticas à mediocridade que domina o mundo atual. Não é mostrando ejaculações e pênis que se chega ao âmago da questão.
É o tipo de filme que se adora ou se odeia,mostra de maneira estranha e obcena, as manias e loucuras do povo americano de uma forma totalmente hipnótica que nunca foi mostrada.
Larry Clark é isso daí, um demente que só quer criar polêmica com seus filmes. Ele exagera na questão do sexo e mais nada.
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