Encontros e Desencontros
Média
3,8
911 notas

63 Críticas do usuário

5
19 críticas
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Caio Vinícius
Caio Vinícius

6 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 24 de junho de 2020
Na avaliação dos espectadores marcava nota 4,0. O filme é devagar mesmo, muitas cenas aleatórias. Esperava mais dele. Confuso.
Diego
Diego

7 seguidores 50 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Sem dúvida é um dos melhroes filme que ja assisti e merece 10 sem duvida. o trio de direção é nada mais que espetacular, a direção de arte mostrando todos aqueles cenários é fascinante,a fotografia também muito bem combinada nos locais certos. Na parte da Direção geral sem dúvida a Sofia Copolla se consagrou por fazer uam comédoa romântica um tanto diferente daquelas "água com açucar".
Marcelo Cunha
Marcelo Cunha

8 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 19 de agosto de 2020
Morno. Por vezes arranca um sorriso. Mas com maior freqüência sonolento. Esperava mais diante dos comentários.
Well S.
Well S.

10 seguidores 9 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 10 de junho de 2013
Os filmes de Sofia Copolla são bons justamente por ter um final que voce nao espera. Nao que sejam surpreendentes, mas com certeza eh sem clichês e sem lugar comum. Este fala muito bem sobre as divagações de se estar em uma mega metropole, mas sem uma amizade com quem compartilhar de nada adianta. A amizade entre os dois eh linda, mas como casal eles nao tem muita quimica.E eles mesmo percebem isso, sempre deixando no ar a duvida sobre o que eles sentem no fundo um pelo outro. Mesmo cada um vivendo suas frustrações em seus relacionamentos, a amizade entre os dois eh o que fortaleceu eles neste periodo. Sofia eh muito subjetiva, e se eu pudesse diria a ela dar um pouco mais de substancia a sua obra, pra que possa ficar um pouco mais intensa e nao tanto minimalista.
Júnior S.
Júnior S.

1.193 seguidores 269 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de agosto de 2016
''O que será que o Bob sussurrou no ouvido da Charlotte no final?'' se você fez esta pergunta à si mesmo, isso significa que o minimo dos objetivos de Sofia Coppola tiveram êxito: Você emergiu na trama, entendeu o mundo em que os personagens viviam, e passou a se importar com o destino deles.
Eduardo P.
Eduardo P.

84 seguidores 98 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de janeiro de 2015
Depois de sua promissora estréia, "As Virgens Suicidas", Sofia Coppola mostrou definitivamente que seu talento estava mesmo atrás das câmeras. Sofia cria um olhar agridoce para os conflitos de seus protagonistas, Bobby Haris (magistralmente interpretado por Bill Murray), um ator um tanto decadente em viagem para o Japão para promover uma marca de uísque enquanto enfrenta problemas no casamento e com sua idade e carreira, e Charlotte (Scarlet Johasson, cheia de humanidade), uma mulher formada em filosofia em viagem de trabalho do marido, que vive sempre ocupado e não percebe as angústias de sua mulher. Esse improvável casal se encontra e surpreendentemente descobrem que falam o mesmo idioma (não só literalmente, mas também o emocional). Apartir desse encontro, Sofia coloca com incrível equilíbrio entre humor e melancolia conflitos que muitos deles são difíceis de serem colocados em palavras, mas incluem sobretudo solidão e falta de identificação com o mundo a volta. Seus atores foram bastante premiados, o filme ganhou três Globos de Ouro (incluindo melhor filme) e o texto, uma discreta, mas brilhante crônica do mundo moderno e seus seres desajustados, venceu o Oscar de roteiro original.
anônimo
Um visitante
3,0
Enviada em 28 de novembro de 2014
Sofia Coppola resolve trazer a história,longe da correria das cidades americanas.E se baseia inteiramente no livro.Adapta com clareza,do começo ao fim.Aproveitando a cultura milenar,da terra do sol nascente,tradições também,como Ikebanas,jogos de azar e músicas no karaoke.Assim vivem os turistas americanos, Bob (Bill Murray),Charlotte (Scarlet) e John (Ribisi).O trio é a principal força no início do filme.Fazendo que a história seja construída,e que a qualquer momento,irá mudar.O filme parece que vive duas partes,uma boa,e outra ruim.Até a história se encaixar,o filme vive de momentos desinteressantes,onde vimos os personagens passeando pelas ruas japonesas,sem nenhum tipo de conclusão.Mais quando Bob e Charlotte se encontram em um bar,o filme parece tomar outro rumo.Pois melhora bastante a trama,e a dinâmica entre eles se torna interessante,e preenche o filme até o fim.Temos um pequeno elenco,a grande maioria é artistas orientais,mais Mais temos Bill Murray,Anna Faris ,Giovanni Ribisi e Scarlett Johansson,com suas atuações,eles salvam o filme.
Lucas Leão Alves
Lucas Leão Alves

24 seguidores 77 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Esse filme é um dos mais engraçados que eu ja vi, e não é uma comédia; é um dos mais romanticos que eu ja vi, e não é um romance, ele na verdade é um drama.Resumindo, o melhor do ano, a trilha sonora tambem muito boa, e o Bill Murray arrasa no filme.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 7 de agosto de 2013
Bob Harris (Bill Murray, em uma performance que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Ator e um Globo de Ouro de Melhor Ator de Filme de Comédia em 2004) é um ator cujas carreira e casamento estão em crise. Ele viaja para Tóquio, no Japão, pois recebeu dois milhões de dólares para estrelar a campanha de uma marca de whisky. Bob, ao contrário do que os outros pensam, não se encontra em uma crise de meia-idade. Ele simplesmente não sabe como compreender os novos rumos que a sua vida tomou nos últimos anos.

Já Charlotte (a excelente Scarlett Johansson) é uma graduada em Filosofia e esposa dedicada de John (Giovanni Ribisi). Ela acompanha o marido em mais uma das viagens a trabalho dele para o Japão – ele é fotógrafo e registra imagens de bandas de rock. John é um marido perfeito, do tipo que diz “eu te amo” cada vez que sai de casa, porém Charlotte está em crise consigo mesma; está perdida – tanto que está lendo um livro chamado “A Busca da Alma: Como Encontrar a Sua Verdadeira Vocação” – e não encontra nos amigos e no marido as pessoas com quem poderá conversar ou obter conselhos.

Bob e Charlotte serão os nossos guias durante “Encontros e Desencontros”, o segundo filme da carreira de Sofia Coppola – o seu roteiro original rendeu-lhe um Oscar nessa categoria em 2004. Estes dois personagens possuem muito mais em comum do que imaginam: estão “soltos” em Tóquio – cidade de estrutura grandiosa (imagens refletidas pelas visões de Scarlett Johansson durante os passeios dela) -, assustados com tanta tecnologia – em um certo momento do filme, a comunicação entre Bob, Charlotte e seus cônjuges chega a ocorrer via aparelhos de fax -, separados pelas barreiras da língua e costumes culturais diferentes, ou seja, eles estão perdidos e esperando para serem “resgatados”, ou melhor, encontrados.

Até mesmo nos ambientes em que eles mais dominam: atuação (no caso de Bob) e o marido (no caso de Charlotte) passam a ser encarados de outra forma enquanto eles estão no Japão. Bob não consegue desempenhar seu papel do jeito que acha melhor, pois não entende as instruções de seu diretor; e Charlotte não se sente parte do mundo do marido – por isso começa a questionar a relação dos dois – nem dos relacionamentos profissionais dele, afinal basta observar as reações dela às conversas de John com a atriz hollywoodiana (Anna Faris, as aparições dela roubam a cena) para chegarmos à conclusão de que, para ela, tudo aquilo é extremamente superficial.

Bob e Charlotte estão hospedados no mesmo hotel em Tóquio. É esse local que marcará uma série de encontros e desencontros entre os dois: no elevador; no hall, no parque esportivo e no bar do hotel – aonde uma mesma banda toca todas as noites. Esses encontros e desencontros são sempre sucedidos de noites em claro assistindo programas de TV japoneses – eles não conseguem dormir devido ao fuso horário -, passeios por Tóquio – nos quais eles tentam entender um pouco mais sobre a cultura japonesa – e silêncios inquietantes – os quais dominam grande parte do filme – e que representam a profunda solidão que eles sentem.

É no bar do hotel que acontecerá o encontro definitivo entre Bob e Charlotte. A partir daí, eles encontram um no outro a companhia de que precisavam para explorar Tóquio. Eles se divertem flertando entre si e indo à festas, boates, bares e karaokês ao lado dos amigos japoneses de Charlotte. Entre eles, a conversa parece ser mais fácil e os olhares comunicam tudo. Ainda podemos dizer que Bob encontrou na juventude de Charlotte a força de que precisava para enxergar e modificar certos aspectos de sua vida; e que Charlotte vê na maturidade de Bob a pessoa na qual ela pode confiar, se abrir sobre seus planos sem sentir que está sendo julgada, com o objetivo de obter aquilo que ela mais deseja: conselhos e estímulo.

A melhor maneira de resumir “Encontros e Desencontros” é dizer que este é um filme que retrata uma história de amor que não tem a mínima chance de acontecer. E a platéia é testemunha desse relato, o qual é contado com simplicidade e sensibilidade por Sofia Coppola – a trilha sonora do filme também ajuda bastante, uma vez que retratam os estados de espírito dos personagens em cada momento da história. Neste filme, as imagens valem mais do que mil palavras e a prova máxima disso é que a única coisa que vai ficar na sua cabeça quando “Encontros e Desencontros” terminar é a questão: o que foi que Bob sussurrou no ouvido de Charlotte? Seria esse o nosso final feliz?
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 895 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de janeiro de 2025
O filme encontro e desencontro é uma comédia romântica que foi dirigido e roteirizado por Sofia Coppola. Vale lembrar que o filme foi indicado como melhor ator (Bill Murray) melhor direção, melhor filme e melhor roteiro original, vencendo apenas ao último prêmio. O filme conta a história de Bob Harris (Bill Murray) que é uma estrela do cinema que está em Tóquio para realizar um comercial de uísque. Ao mesmo tempo Charlotte (Scartlett Johansson) está na mesma cidade acompanhando o seu marido que é fotografo de celebridades. Harris e Charlotte acabam se encontrando, pois estão hospedados no mesmo hotel procuram um do outro uma fuga, distração e compreensão. O filme por si é na verdade um poema audiovisual sobre a vida e as escolhas que fazemos. A simplicidade que Sofia faz deste filme é algo absurdo, pois foca-se apenas na construção e desenvolvimento dos 2 personagens principais. Ambos funcionam melhor quando estão juntos e a atuação de ambos foram fantásticas. Fugindo dos clichês do gênero, Coppola aqui mostra o quanto as decisões passadas e futuras acabam afetando o presente, a ponto de nos aproximar e se distanciar das pessoas. Vale lembrar que ao passar no Japão, o filme acaba mostrando um pouco sobre o choque cultura entre norte-americano e o japonês e ao mesmo tempo nos traz boas fotografias de uma Tóquio que não para.
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