Encontros e Desencontros
Média
3,8
911 notas

63 Críticas do usuário

5
19 críticas
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Wallace C.
Wallace C.

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1,0
Enviada em 6 de junho de 2020
Acredito ter sido um dos piores filmes que já assisti. Sinceramente não entendi como venceu o Oscar de Melhor Roteiro Original. As atuações dos dois atores principais ameniza a falta de trama e emoção.
Eliezer Andrade
Eliezer Andrade

10 seguidores 76 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 23 de abril de 2020
Mais um filme da série: como foi ser indicado ao Oscar?
Se você está afim de ver um bom elenco em um filme péssimo seja bem-vindo! Roteiro sem pé nem cabeça e muita força de vontade pra ver o filme até o final.
Não assista e não perca seu tempo a não ser que você seja um desses críticos malucos que adoram ser do contra.
ymara R.
ymara R.

838 seguidores 262 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 2 de março de 2014
Nao é um filme pra ver mais de uma vez.. mas tem que ser visto.. é um bom filme...
Guilherme M.
Guilherme M.

197 seguidores 163 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 14 de agosto de 2013
Excelente trabalho de Sofia Coppola uma das melhores comedias dramaticas dos ultimos tempos !!
Renan Rossi
Renan Rossi

768 seguidores 258 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Ótimo filme!!! A química entre Bill Murray e Scarlett é excelente.

Nota 8
Leonardo d.
Leonardo d.

18 seguidores 73 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 1 de janeiro de 2015
Uma alma madura encontra outra que está se descobrindo para compartilhar a angústia de não pertencerem às vidas que têm, estranheza simbolizada no país e na língua que não são deles. Ritmo lento mas envolvente, cenas bem filmadas e atuações excelentes.
Cassandra
Cassandra

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0,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Chatice!
Francisco Russo
Francisco Russo

19.542 seguidores 687 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Enfim dou o braço a torcer: Sofia Coppola acertou em cheio neste "Encontros & Desencontros". Desde quando a vi atuando em "O Poderoso Chefão 3" tenho uma certa implicância com ela, que não diminuiu muito após assistir "As Virgens Suicidas". Apesar de até ter um clima melancólico bem construído, nunca achei o filme de estréia de Coppola como diretora nenhuma maravilha, como muitos o consideram. Neste seu 2º trabalho pode-se perceber muito melhor suas qualidades como diretora. "Encontros e Desencontros" é um filme de gestos e olhares, onde pequenas atitudes representam muito dentro da história. O clima do filme em seu início é de solidão, tanto para o personagem de Bill Murray quanto o de Scarlett Johanson. O contraste da solidão de ambos com a agitação de Tóquio, sempre com muitas pessoas em todos os lugares por onde passam, é nítido e dura até o fim do filme. Aos poucos, à medida que os personagens de Murray e Johanson vão se conhecendo, este clima de solidão vai se transformando em ternura entre os dois protagonistas, pessoas solitárias que passam a dar apoio e amizade um ao outro. Sem eles mesmos perceberem a amizade vai se tornando cada vez mais forte, o que é mostrado de maneira pausada e bastante suave dentro do filme. Outro grande mote do filme são as brincadeiras em torno das diferenças culturais e da própria linguagem entre japoneses e americanos. Diversas vezes elas são exploradas, algumas delas de forma impagável (o comercial que Murray faz, por exemplo). Além disso, Murray e Johanson se saem muito bem em cena. Ambos têm atuações contidas, que se encaixam na intenção da diretora de expôr o sentimento de ambos através de suas expressões faciais, usando poucos diálogos. Quem viu "Mundo Cão" sabe que não é surpresa uma atuação deste tipo para Johanson, uma atriz em ascensão que está ainda mais bela no filme, mas o modo como Murray consegue conter seu humor histriônico e certas vezes físico chega a surpreender. "Encontros & Desencontros" é um filme muito bom, que prende o público pelo carinho com que seus protagonistas são retratados. Sim, pois apesar de serem bastante solitários percebe-se muito bem o quanto Sofia Coppola quis expôr a essência de tais personagens, mostrando o que eles realmente estavam sentindo nos instantes mostrados no decorrer do filme. Belo filme."
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR

1.597 seguidores 293 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
A ocidentalização do Japão é um tema que costuma preocupar os "fundamentalistas" étnicos. Como um país que outrora era regido pela ética dos samurais pode ser dominado pelos norte-americanos? Ok, Tóquio pode ser confundida com qualquer outra capital ocidental quando vista de longe. Ledo engano. Sofia Coppola mostra esse fenômeno muito bem. Os japoneses se apropriam da língua inglesa e a transformam numa outra coisa que é incompreensível para um "native speaker". Pegam os jogos de videogame ocidentais e dão um sentido diferente do que estamos acostumados aqui do lado ocidental. É evidente que a diretora que é filha do genial Francis Ford Coppola, a provar que filho de peixe, peixinho é, utiliza-se de uma linguagem metafórica para mostrar que as pessoas estão fora de sintonia hoje em dia. Para tal ela se utiliza de Bob Harris (Bill Murray, aquele velho comediante do programa Saturday Night Live e do filme "Ghostbusters"), um ator americano de meia-idade, em decadência, que vai para Tóquio filmar uma propaganda do whisky Suntory. Ele fica hospedado num hotel de luxo da capital japonesa. Não consegue entender os japoneses. Seu casamento de muitos anos já está mais pra lá que pra cá. Sofre de insônia. Vai para o bar do hotel onde encontra Charlotte (Scarlett Johansson). Esta, por sua vez, é casada com fotógrafo (Giovanni Ribisi), que não dá a mínima para ela. As portas estão abertas para que a amizade entre Bob e Charlotte decole. A solidão e a melancolia não são previlégios dos estrangeiros, assinala Coppola. A atuação comedida de Bill Murray é espetacular. Ele imitando Roger Moore para o comercial do whisky, cantando "More than this", do Roxy Music, se contendo para não extravasar seu carinho por Charlotte, faz um trabalho digno de levar o Oscar para casa. A linda e jovem Scarlett Johansson faz um dueto e tanto com Bill Murray. Belíssimo filme. Não perca.
Gustavo
Gustavo

11 seguidores 65 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
É um bom filme, com uma história interessante e bem desenvolvida por Sofia Coppola. Um texto inteligente e muito bem feito (digno do Oscar que levou). Porém, eu só achei a interpretação do Bill Murray medíocre demais para ser premiada do jeito que foi. Não acho que ele tenha merecido tantos prêmios assim. É um papel que qualquer ator no lugar dele saberia levar com a maior segurança.
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