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Karatê kid é um dos grandes marcos da década de 80, e um filme que, merecidamente, tem seu lugar no coração de muitas pessoas, inclusive no meu. A história é bem simples, e o roteiro é muito acertivo, tal como a escolha dos atores, das canções, a música de Bill Conti é fenomenal, e o climax do longa é inesquecível. Há muitos méritos que fazem de karatê kid um filme incrível. A atuação de Pat Morita, a Química entre Daniel e ali, o carisma de jhonny Lawrence, as situações de humor, todo método de treino do senhor Miagy, tudo é muito bem executado, não há pressa da parte de John G. Avildsen em contar a história, por mais óbvia que ela possa ser, existem certas coisas minimalistas que engrandecem o filme, cena após cena. Por incrível que pareça, o terceiro ato acaba sendo o mais problemático, por pequenas questões de coerência. A polêmica questão inquietante de Daniel ter vencido com um golpe ilegal(chute no rosto),por exemplo, não faz sentido, pois vimos no filme que algumas cenas anteriores, o próprio Jhonny, além de outros lutadores, aplicam chutes faciais em seus adversários. Até onde sei, é sim um golpe válido dentro do esporte. Na serie COBRA KAI é mencionado ser ilegal , por Johnny. Então fica , para mim nessa parte,uma incompreensão meio estranha no ar com relação a isso, que acaba me impedindo de dar ao filme nota máxima. Implicâncias a parte, Karatê Kid é um dos meus clássicos favoritos!
unico filme dos meus comentarios que realmente assisti. Posso dar opinioes de verdade, darei uma nota 5 estrelas por ser um classico da minha infancia. E eu assisti, pois vi na sessao da tardekkkkkkkkkkkkkkkkkk
Definitivamente o século XX e o início dos anos 2000 foi a Era de Ouro de Hollywoody. Com grandes sucessos tanto de pública quanto de crítica que viriam a revolucionar o universo cinematográfico, como a trilogia O Poderoso Chefão de Francis Ford Coppola, De Volta Para o Futuro, Ben Hur (1960), a trilogia original Star Wars e outros clássicos dignos de todos os prêmios possíveis Hollywoody viveu uma de suas melhores épocas.
Em 1976 chegaria aos cinemas o longa Rocky, Um Lutador, estrelado por Sylvester Stallone e que tinha como objetivo contar a ascensão de um lutador de boxe desgastado pela vida. Felizmente o filme funcionou de maneira perfeita, lucrando o suficiente para futuras continuações (não tão boas e necessárias quanto o primeiro) e se tornando marcante a ponto de ser uma obra prima dos filmes de esporte. Seguindo o exemplo e a fórmula da produção de Stallone, surgiria o projeto The Karate Kid, que chegaria oito anos mais tarde aos cinemas, exatamente em 1984. Seguindo praticamente a mesma linha de raciocínio, o longa dos anos 80 só muda seu público alvo geral — que aqui se tornam os adolescentes — e tenta transmitir uma mensagem além de superação. E assim como outras produções, mesmo não sendo tão original, Karatê Kid — A Hora da Verdade se tornou uma das meninas de ouro de Hollywoody na época.
O filme conta a história do jovem Daniel LaRusso (Ralph Macchio) que se vê obrigado a se mudar de Newark, Nova Jersey, para a Califórnia, já que a sua mãe havia conseguido um novo emprego. Daniel tenta se adaptar a sua vida nova e logo conhece uma nova amiga: Ali Mills (Elisabeth Shue). Porém a proximidade com a garota de bairro rico lhe trará problemas com seu ex-namorado: Johnny Lawrence (William Zabka), lutador de karatê que inconformado com o término do namoro fará de tudo para infernizar Daniel. O jogo vira quando LaRusso conhece Mr. Kesuke Miyagi (Pat Morita), o encanador do prédio que resolve ensinar karatê a Daniel para que o jovem entre no torneio e enfrente Johnny e assim consiga resolver seus problemas.
Há um motivo simples — além de repetir uma fórmula de sucesso — para que Karatê Kid — A Hora da Verdade tivesse certas semelhanças com Rocky, um Lutador. Ambos os filmes detêm o mesmo diretor, John G. Avildsen. Sendo assim, a expectativa era muito grande em cima de Karatê Kid, já que Rocky Balboa já havia conquistado metade dos corações americanos.
A expectativa é bem atendida, e mantem o mesmo nível de Rocky, já que Avildsen resolve seguir a mesma linha de raciocínio e usa dos mesmos elementos de sucesso. Porém o longa estrelado por Ralph Macchio conta com aspectos negativos — assim como a falta de originalidade —, mesmos que escassos.
A começar pela trilha sonora. Aqui ela é dividida em dois. Temos a instrumental composta por Bill Conti, que embora não consiga compor sucessos tão marcantes como os de Rocky, repete seu excelente trabalho e faz com que a trilha sonora principal se grave em nossas cabeças ao acabarmos de assistir ao filme. O outro lado são as músicas oitentistas que o diretor Avildsen resolve usar na metade do filme. A música combina, acontece que em certos momentos — como Daniel correndo de Johnny no Halloween — ela poderia ser evitada para dar mais espaço a instrumental e assim dar mais ênfase e carga dramática nas cenas nas quais aparece.
Infelizmente o ator Ralph Macchio também não dá um excelente desempenho. Sim, ele encarna o protagonista e o espectador acredita e acompanha toda a trajetória de seu personagem, porém o jovem Macchio de 84 tinha poucas expressões faciais e não desempenhava seu papel bem, fazendo com que seu Daniel LaRusso fique insuportavelmente chato — indo além da proposta do adolescente irritante. Tanto que coadjuvantes como a personagem de Shue e de Morita — que tem um ótimo desenvolvimento — conseguem ser mais carismáticos que o protagonista.
Felizmente, os pontos negativos se encerram aí. Então, depois disso, Karatê Kid – A Hora da Verdade — ou simplesmente The Karate Kid, no original — se revela uma obra-prima e um dos clássicos de John G. Avildsen.
O roteiro fica nas mãos de Robert Mark que busca explorar vários pontos. Mark, embora atualmente decaído com os roteiros da trilogia Busca Implacável e Carga Explosiva, no filme adolescente o cineasta aproveita cada ponto. Contando uma história de superação Mark narra a típica Jornada do Herói, com Daniel deslocado e ao longo de todo caminho enquanto tenta provar que consegue ser capaz se adaptando aos poucos a Califórnia que tanto odeia e finalmente se sentindo em Casa.
Para começar, Robert Mark, ao lado de John G. Avildsen, acerta no principal, que se trata da vida adolescente. O pano de fundo usa os conflitos típicos, a adaptação a um lugar novo, nova namorada, problemas com colegas, mas quando começa a desenvolver a história deixa os clichês para trás e dá profundidade as situações buscando a originalidade — inclusive as filosofias do Sr. Miyagi.
Falando em filosofia o filme na verdade é todo trabalhado em cima do conceito do símbolo oriental yin e yang — que significa no geral a perfeita união dos opostos. Isso é gritante e trabalhado em praticamente todos os núcleos do filme. A relação controversa de Daniel com Ali; a amizade do Sr. Miyagi com LaRusso. E até o clímax do personagem de Macchio com o de Zabka. Todos são opostos que ao longo do filme são trabalhados e finalmente se unem — vide a belíssima cena de Johnny [Spoiler] entregando o troféu nas mãos de Daniel, vendo que havia errado e além de reforçar o yin e yang do filme traduzindo uma das mensagens importantes do esporte — a convivência pacífica entre os adversários. E ainda há mais: através dos diálogos bem trabalhados do Sr. Miyagi o filme nos dá uma sábia fonte de conhecimento sobre a vida — algo que vai além do típico conceito de certo e o errado.
Sendo assim Karatê Kid — A Hora da Verdade se torna um clássico de sua época, e marca a infância das crianças — e continua até hoje marcando, mesmo que o trabalho tenha sido passado para Jayden Smith. Um trabalho impecável e emocionante, vale a pena conferir cada minuto dessa aventura filosófica.
Nota: 8,9/10
Em 1976 chegaria aos cinemas o longa Rocky, Um Lutador, estrelado por Sylvester Stallone e que tinha como objetivo contar a ascensão de um lutador de boxe desgastado pela vida. Felizmente o filme funcionou de maneira perfeita, lucrando o suficiente para futuras continuações (não tão boas e necessárias quanto o primeiro) e se tornando marcante a ponto de ser uma obra prima dos filmes de esporte. Seguindo o exemplo e a fórmula da produção de Stallone, surgiria o projeto The Karate Kid, que chegaria oito anos mais tarde aos cinemas, exatamente em 1984. Seguindo praticamente a mesma linha de raciocínio, o longa dos anos 80 só muda seu público alvo geral — que aqui se tornam os adolescentes — e tenta transmitir uma mensagem além de superação. E assim como outras produções, mesmo não sendo tão original, Karatê Kid — A Hora da Verdade se tornou uma das meninas de ouro de Hollywoody na época.
O filme conta a história do jovem Daniel LaRusso (Ralph Macchio) que se vê obrigado a se mudar de Newark, Nova Jersey, para a Califórnia, já que a sua mãe havia conseguido um novo emprego. Daniel tenta se adaptar a sua vida nova e logo conhece uma nova amiga: Ali Mills (Elisabeth Shue). Porém a proximidade com a garota de bairro rico lhe trará problemas com seu ex-namorado: Johnny Lawrence (William Zabka), lutador de karatê que inconformado com o término do namoro fará de tudo para infernizar Daniel. O jogo vira quando LaRusso conhece Mr. Kesuke Miyagi (Pat Morita), o encanador do prédio que resolve ensinar karatê a Daniel para que o jovem entre no torneio e enfrente Johnny e assim consiga resolver seus problemas.
Há um motivo simples — além de repetir uma fórmula de sucesso — para que Karatê Kid — A Hora da Verdade tivesse certas semelhanças com Rocky, um Lutador. Ambos os filmes detêm o mesmo diretor, John G. Avildsen. Sendo assim, a expectativa era muito grande em cima de Karatê Kid, já que Rocky Balboa já havia conquistado metade dos corações americanos.
A expectativa é bem atendida, e mantem o mesmo nível de Rocky, já que Avildsen resolve seguir a mesma linha de raciocínio e usa dos mesmos elementos de sucesso. Porém o longa estrelado por Ralph Macchio conta com aspectos negativos — assim como a falta de originalidade —, mesmos que escassos.
A começar pela trilha sonora. Aqui ela é dividida em dois. Temos a instrumental composta por Bill Conti, que embora não consiga compor sucessos tão marcantes como os de Rocky, repete seu excelente trabalho e faz com que a trilha sonora principal se grave em nossas cabeças ao acabarmos de assistir ao filme. O outro lado são as músicas oitentistas que o diretor Avildsen resolve usar na metade do filme. A música combina, acontece que em certos momentos — como Daniel correndo de Johnny no Halloween — ela poderia ser evitada para dar mais espaço a instrumental e assim dar mais ênfase e carga dramática nas cenas nas quais aparece.
Infelizmente o ator Ralph Macchio também não dá um excelente desempenho. Sim, ele encarna o protagonista e o espectador acredita e acompanha toda a trajetória de seu personagem, porém o jovem Macchio de 84 tinha poucas expressões faciais e não desempenhava seu papel bem, fazendo com que seu Daniel LaRusso fique insuportavelmente chato — indo além da proposta do adolescente irritante. Tanto que coadjuvantes como a personagem de Shue e de Morita — que tem um ótimo desenvolvimento — conseguem ser mais carismáticos que o protagonista.
Felizmente, os pontos negativos se encerram aí. Então, depois disso, Karatê Kid – A Hora da Verdade — ou simplesmente The Karate Kid, no original — se revela uma obra-prima e um dos clássicos de John G. Avildsen.
O roteiro fica nas mãos de Robert Mark que busca explorar vários pontos. Mark, embora atualmente decaído com os roteiros da trilogia Busca Implacável e Carga Explosiva, no filme adolescente o cineasta aproveita cada ponto. Contando uma história de superação Mark narra a típica Jornada do Herói, com Daniel deslocado e ao longo de todo caminho enquanto tenta provar que consegue ser capaz se adaptando aos poucos a Califórnia que tanto odeia e finalmente se sentindo em Casa.
Para começar, Robert Mark, ao lado de John G. Avildsen, acerta no principal, que se trata da vida adolescente. O pano de fundo usa os conflitos típicos, a adaptação a um lugar novo, nova namorada, problemas com colegas, mas quando começa a desenvolver a história deixa os clichês para trás e dá profundidade as situações buscando a originalidade — inclusive as filosofias do Sr. Miyagi.
Falando em filosofia o filme na verdade é todo trabalhado em cima do conceito do símbolo oriental yin e yang — que significa no geral a perfeita união dos opostos. Isso é gritante e trabalhado em praticamente todos os núcleos do filme. A relação controversa de Daniel com Ali; a amizade do Sr. Miyagi com LaRusso. E até o clímax do personagem de Macchio com o de Zabka. Todos são opostos que ao longo do filme são trabalhados e finalmente se unem — vide a belíssima cena de Johnny [Spoiler] entregando o troféu nas mãos de Daniel, vendo que havia errado e além de reforçar o yin e yang do filme traduzindo uma das mensagens importantes do esporte — a convivência pacífica entre os adversários. E ainda há mais: através dos diálogos bem trabalhados do Sr. Miyagi o filme nos dá uma sábia fonte de conhecimento sobre a vida — algo que vai além do típico conceito de certo e o errado.
Sendo assim Karatê Kid — A Hora da Verdade se torna um clássico de sua época, e marca a infância das crianças — e continua até hoje marcando, mesmo que o trabalho tenha sido passado para Jayden Smith. Um trabalho impecável e emocionante, vale a pena conferir cada minuto dessa aventura filosófica.
Nota: 8,9/10
MUITO BOM O FILME TEM O 1 TEM O 2 O 3 O 4 É BEM DA HORA CHEGOU ATÉ MARCAR MINHA VIDA RECOMENDO ESPERO QUE GOSTEM DO FILME
Dizer que nunca vi este filme não seria correto. Mas fui fisgado por ele durante o almoço em frente da TV e não pude resistir.
É um filme da minha infância, visto e revisto centenas de vezes e ainda assim tão atual. Os mesmo valores, as mesmas situações vividas por todas as gerações, na escola, em casa, na descoberta do primeiro amor.
É fácil gostar do filme. A química dos atores Ralph Macchio como o pupilo, e Pat Morita como o sensei é a grande responsável por isso, que, aliado ao roteiro sincero, tornam esta produção inesquecível e atemporal.
Curiosidade. Karatê Kid foi um desses filmes reprisados milhares de vezes na “Sessão da Tarde”, visto inúmeras vezes.
Outra Curiosidade. O ator Pat Morita foi indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante pelo papel.
Nota do público: 7.2 (IMDB)
Nota dos críticos: 90%(Rotten Tomatoes)
Bilheterias
EUA - $90 milhões
Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
É um filme da minha infância, visto e revisto centenas de vezes e ainda assim tão atual. Os mesmo valores, as mesmas situações vividas por todas as gerações, na escola, em casa, na descoberta do primeiro amor.
É fácil gostar do filme. A química dos atores Ralph Macchio como o pupilo, e Pat Morita como o sensei é a grande responsável por isso, que, aliado ao roteiro sincero, tornam esta produção inesquecível e atemporal.
Curiosidade. Karatê Kid foi um desses filmes reprisados milhares de vezes na “Sessão da Tarde”, visto inúmeras vezes.
Outra Curiosidade. O ator Pat Morita foi indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante pelo papel.
Nota do público: 7.2 (IMDB)
Nota dos críticos: 90%(Rotten Tomatoes)
Bilheterias
EUA - $90 milhões
Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
Ainda sou apaixonado pela história , Pessoas de idade diferentes , de culturas diferentes que ensinam um ao outro , como alguém comum pode se tornar alguém especial com ajuda , direcionamento e dedicação ! Nem eu acredito , mas é ainda um dos meus filmes favoritos !
O próprio título do filme é algo duvidoso! O Karate (ou Caratê) junto com o tema "criança" soa estranho, mas ao vermos o resultado real deste clássico, a adrenalina cresce no espectador. Contando com uma história mais adulta do que parece, o filme não só trás momentos empolgantes, mas outros que ficaram na história do cinema para sempre.
O elenco do filme é excelente! O jovem Ralph Macchio faz um papel adequado, trazendo tudo de si, tanto em bons momentos de diálogos, quanto nas empolgantes cenas de luta. E por sinal, essas cenas só foram dadas graças ao mestre Pat Morita (O eterno Mr. Miyagi), em seu melhor papel no cinema. O resto do elenco se saí bem também, em especial os vilões, que proporcionam momentos tensos e bem revoltantes.
A história do filme é bem desenvolvida, mas em certos momentos peca por sair inteiramente do foque da luta pelo Torneio, e focar exclusivamente na vida amorosa de Daniel-San. Claro que a história precisava mostrar os problemas pessoais do personagem, até porque o psicólogo afeta diretamente no resultado das lutas, e como o próprio Mr. Miyagi diz: "você não luta com a força, mas sim com o cérebro e com o coração".
Esses são outras características únicas na produção: as diversas frases de impacto que o Mestre Miyagi pronuncia ao longo do filme. Essas frases não só representam o motivo do filme ter virado um clássico, mas também são sábias palavras, que podem facilmente ser levadas para o resto da vida do telespectador. Por fim, a aguardada luta final é MUITO bem feita, não só ultrapassa as expectativas de quem está assistindo pela primeira vez, mas também transmite uma sensação de medo e coragem, justamente o que Daniel-San está sentindo naquele momento. É um clássico dos filmes de luta, como poucos conseguiram ser!
O elenco do filme é excelente! O jovem Ralph Macchio faz um papel adequado, trazendo tudo de si, tanto em bons momentos de diálogos, quanto nas empolgantes cenas de luta. E por sinal, essas cenas só foram dadas graças ao mestre Pat Morita (O eterno Mr. Miyagi), em seu melhor papel no cinema. O resto do elenco se saí bem também, em especial os vilões, que proporcionam momentos tensos e bem revoltantes.
A história do filme é bem desenvolvida, mas em certos momentos peca por sair inteiramente do foque da luta pelo Torneio, e focar exclusivamente na vida amorosa de Daniel-San. Claro que a história precisava mostrar os problemas pessoais do personagem, até porque o psicólogo afeta diretamente no resultado das lutas, e como o próprio Mr. Miyagi diz: "você não luta com a força, mas sim com o cérebro e com o coração".
Esses são outras características únicas na produção: as diversas frases de impacto que o Mestre Miyagi pronuncia ao longo do filme. Essas frases não só representam o motivo do filme ter virado um clássico, mas também são sábias palavras, que podem facilmente ser levadas para o resto da vida do telespectador. Por fim, a aguardada luta final é MUITO bem feita, não só ultrapassa as expectativas de quem está assistindo pela primeira vez, mas também transmite uma sensação de medo e coragem, justamente o que Daniel-San está sentindo naquele momento. É um clássico dos filmes de luta, como poucos conseguiram ser!
Mesmo não sendo da minha época acho um filme incrível, melhor que o remake, com o mestre Miyagi sendo um personagem muito show, e tem o melhor romance dos três filmes, quando a menina rica e popular se apaixona pelo garoto pobre e humilde, sem falar da melhor parte do filme que é o torneio com a musica muito tri e o Daniel se vingando de tudo que sofreu dos valentões.
Tá entre meus favoritos junto com Rocky, um lutador, e ganha minha nota máxima.
Tá entre meus favoritos junto com Rocky, um lutador, e ganha minha nota máxima.
Karatê Kid - A Hora da Verdade é um filme muito marcante com muitos atores também muito marcantes e uma historia bem elaborada recomendo a todos até hoje o filme é bom!
karatê Kidd ou fodaaa , uma das cenas mais épicas o final do torneio .
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