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    Karatê Kid - A Hora da Verdade
    Média
    4,3
    439 notas
    Você assistiu Karatê Kid - A Hora da Verdade ?

    22 Críticas do usuário

    5
    6 críticas
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    apenasumr
    apenasumr

    Seguir usuário 3.169 seguidores Ler as 449 críticas

    5,0
    Enviada em 13 de maio de 2014
    Karatê Kid - A Hora da Verdade é um filme muito marcante com muitos atores também muito marcantes e uma historia bem elaborada recomendo a todos até hoje o filme é bom!
    Leandro Tavares Vasconcelos
    Leandro Tavares Vasconcelos

    Seguir usuário 8 seguidores Ler as 82 críticas

    5,0
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Esse filme marcou a minha vida!!!É um grande clássico que nunca canso de assistir,e toda vez que passava na ´Sessâo da Tarde´ eu assistia.O filme tem uma história que nâo foge muito da realidade,a trilha sonora é sensacional e Pat Morita está ótimo como o senhor Miyagi.A luta final entre Daniel Larusso e Johnny Lawrence é marcante,e o golpe final do Daniel no Johnny é épica.
    anônimo
    Um visitante
    5,0
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Esse é um filme que nao canço de ver,muito encantador e inspirador com boas perfomaces principalmente de pat morita,uma excelente trilha sonora e uma historia simples e cativante um filme que mostra simpatia com o publico.
    Marcelo M.
    Marcelo M.

    Seguir usuário 10 seguidores Ler as 56 críticas

    5,0
    Enviada em 3 de dezembro de 2016
    unico filme dos meus comentarios que realmente assisti. Posso dar opinioes de verdade, darei uma nota 5 estrelas por ser um classico da minha infancia. E eu assisti, pois vi na sessao da tardekkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Lucas Alcântara
    Lucas Alcântara

    Seguir usuário 10 seguidores Ler as 49 críticas

    4,0
    Enviada em 22 de agosto de 2016
    Definitivamente o século XX e o início dos anos 2000 foi a Era de Ouro de Hollywoody. Com grandes sucessos tanto de pública quanto de crítica que viriam a revolucionar o universo cinematográfico, como a trilogia O Poderoso Chefão de Francis Ford Coppola, De Volta Para o Futuro, Ben Hur (1960), a trilogia original Star Wars e outros clássicos dignos de todos os prêmios possíveis Hollywoody viveu uma de suas melhores épocas.

    Em 1976 chegaria aos cinemas o longa Rocky, Um Lutador, estrelado por Sylvester Stallone e que tinha como objetivo contar a ascensão de um lutador de boxe desgastado pela vida. Felizmente o filme funcionou de maneira perfeita, lucrando o suficiente para futuras continuações (não tão boas e necessárias quanto o primeiro) e se tornando marcante a ponto de ser uma obra prima dos filmes de esporte. Seguindo o exemplo e a fórmula da produção de Stallone, surgiria o projeto The Karate Kid, que chegaria oito anos mais tarde aos cinemas, exatamente em 1984. Seguindo praticamente a mesma linha de raciocínio, o longa dos anos 80 só muda seu público alvo geral — que aqui se tornam os adolescentes — e tenta transmitir uma mensagem além de superação. E assim como outras produções, mesmo não sendo tão original, Karatê Kid — A Hora da Verdade se tornou uma das meninas de ouro de Hollywoody na época.

    O filme conta a história do jovem Daniel LaRusso (Ralph Macchio) que se vê obrigado a se mudar de Newark, Nova Jersey, para a Califórnia, já que a sua mãe havia conseguido um novo emprego. Daniel tenta se adaptar a sua vida nova e logo conhece uma nova amiga: Ali Mills (Elisabeth Shue). Porém a proximidade com a garota de bairro rico lhe trará problemas com seu ex-namorado: Johnny Lawrence (William Zabka), lutador de karatê que inconformado com o término do namoro fará de tudo para infernizar Daniel. O jogo vira quando LaRusso conhece Mr. Kesuke Miyagi (Pat Morita), o encanador do prédio que resolve ensinar karatê a Daniel para que o jovem entre no torneio e enfrente Johnny e assim consiga resolver seus problemas.

    Há um motivo simples — além de repetir uma fórmula de sucesso — para que Karatê Kid — A Hora da Verdade tivesse certas semelhanças com Rocky, um Lutador. Ambos os filmes detêm o mesmo diretor, John G. Avildsen. Sendo assim, a expectativa era muito grande em cima de Karatê Kid, já que Rocky Balboa já havia conquistado metade dos corações americanos.

    A expectativa é bem atendida, e mantem o mesmo nível de Rocky, já que Avildsen resolve seguir a mesma linha de raciocínio e usa dos mesmos elementos de sucesso. Porém o longa estrelado por Ralph Macchio conta com aspectos negativos — assim como a falta de originalidade —, mesmos que escassos.

    A começar pela trilha sonora. Aqui ela é dividida em dois. Temos a instrumental composta por Bill Conti, que embora não consiga compor sucessos tão marcantes como os de Rocky, repete seu excelente trabalho e faz com que a trilha sonora principal se grave em nossas cabeças ao acabarmos de assistir ao filme. O outro lado são as músicas oitentistas que o diretor Avildsen resolve usar na metade do filme. A música combina, acontece que em certos momentos — como Daniel correndo de Johnny no Halloween — ela poderia ser evitada para dar mais espaço a instrumental e assim dar mais ênfase e carga dramática nas cenas nas quais aparece.

    Infelizmente o ator Ralph Macchio também não dá um excelente desempenho. Sim, ele encarna o protagonista e o espectador acredita e acompanha toda a trajetória de seu personagem, porém o jovem Macchio de 84 tinha poucas expressões faciais e não desempenhava seu papel bem, fazendo com que seu Daniel LaRusso fique insuportavelmente chato — indo além da proposta do adolescente irritante. Tanto que coadjuvantes como a personagem de Shue e de Morita — que tem um ótimo desenvolvimento — conseguem ser mais carismáticos que o protagonista.

    Felizmente, os pontos negativos se encerram aí. Então, depois disso, Karatê Kid – A Hora da Verdade — ou simplesmente The Karate Kid, no original — se revela uma obra-prima e um dos clássicos de John G. Avildsen.

    O roteiro fica nas mãos de Robert Mark que busca explorar vários pontos. Mark, embora atualmente decaído com os roteiros da trilogia Busca Implacável e Carga Explosiva, no filme adolescente o cineasta aproveita cada ponto. Contando uma história de superação Mark narra a típica Jornada do Herói, com Daniel deslocado e ao longo de todo caminho enquanto tenta provar que consegue ser capaz se adaptando aos poucos a Califórnia que tanto odeia e finalmente se sentindo em Casa.

    Para começar, Robert Mark, ao lado de John G. Avildsen, acerta no principal, que se trata da vida adolescente. O pano de fundo usa os conflitos típicos, a adaptação a um lugar novo, nova namorada, problemas com colegas, mas quando começa a desenvolver a história deixa os clichês para trás e dá profundidade as situações buscando a originalidade — inclusive as filosofias do Sr. Miyagi.

    Falando em filosofia o filme na verdade é todo trabalhado em cima do conceito do símbolo oriental yin e yang — que significa no geral a perfeita união dos opostos. Isso é gritante e trabalhado em praticamente todos os núcleos do filme. A relação controversa de Daniel com Ali; a amizade do Sr. Miyagi com LaRusso. E até o clímax do personagem de Macchio com o de Zabka. Todos são opostos que ao longo do filme são trabalhados e finalmente se unem — vide a belíssima cena de Johnny [Spoiler] entregando o troféu nas mãos de Daniel, vendo que havia errado e além de reforçar o yin e yang do filme traduzindo uma das mensagens importantes do esporte — a convivência pacífica entre os adversários. E ainda há mais: através dos diálogos bem trabalhados do Sr. Miyagi o filme nos dá uma sábia fonte de conhecimento sobre a vida — algo que vai além do típico conceito de certo e o errado.

    Sendo assim Karatê Kid — A Hora da Verdade se torna um clássico de sua época, e marca a infância das crianças — e continua até hoje marcando, mesmo que o trabalho tenha sido passado para Jayden Smith. Um trabalho impecável e emocionante, vale a pena conferir cada minuto dessa aventura filosófica.

    Nota: 8,9/10
    Pedro Luis D.
    Pedro Luis D.

    Seguir usuário 1 seguidor Ler as 5 críticas

    5,0
    Enviada em 9 de novembro de 2015
    Ainda sou apaixonado pela história , Pessoas de idade diferentes , de culturas diferentes que ensinam um ao outro , como alguém comum pode se tornar alguém especial com ajuda , direcionamento e dedicação ! Nem eu acredito , mas é ainda um dos meus filmes favoritos !
    Anderson  G.
    Anderson G.

    Seguir usuário 1.021 seguidores Ler as 321 críticas

    3,5
    Enviada em 20 de dezembro de 2020
    "Karate Kid" é o início do que futuramente viria a se tornar uma franquia e sucesso, cheio de charme e com diversos apaixonados ao redor do mundo, seu primeiro longa é um ótimo começo, divertido, engraçado, e de certa forma até tenso, e principalmente, com a cara dos anos 80.

    "Karate Kid" vem no embalo do grande sucesso dos filmes de artes marciais da época, e principalmente de Rocky, sentimos em diversos momentos a inspiração, engraçado lembrar que ambos têm o mesmo diretor, porém Rocky ainda é um filme muito superior.

    O longa dirigido por John G. Avildsen tem um roteiro simples mas muito bem ajustado, brincando com diversos clichês dos anos 80 e até apresentando pequenos lacunas de problemas individuais dos personagens que vão se resolvendo ao decorrer da obra, de forma superficial e simples é verdade, mas ao menos não temos uma casca vazia, temos um filme que tem uma moral para expor e uma história para contar.

    A direção é boa e a trilha sonora melhor ainda, composta pelo gênio Bill Conti - também o mesmo compositor de Rocky- Mas aqui Bill dá uma pegada bem mais adolecente e descontraída a sua trilha, mas sem tirar a empolgação da mesma, temos uma fotografia extremamente clara, com um clássico filtro cinza, temos ótimas atuações principalmente a do mestre Miyage estrelado por Pat Morita.

    Por fim "Karate Kid" é um ícone, divertido e empolgante, com sua dose certa de superação, drama e comédia. 7,5/10
    Vinícius d
    Vinícius d

    Seguir usuário 137 seguidores Ler as 476 críticas

    3,5
    Enviada em 25 de julho de 2021
    Filme que marcou a infância e juventude de muita gente inspirado na temática marcial é bem marcado no tempo nos anos 80 com relação forte que existia entre o Japão e os EUA na questão comercial e de troca cultural, Pat Morita inspirou muitos pela sua paciência e mestre/tutor pessoal de Daniel (Ralph Maccio). O filme em si é bastante interessante pela jovialidade do Ralph Maccio que aparentava ser um ator de 18 anos enquanto na realidade já tinha 23 anos, a história e interessante o franzino Daniel tenta realizar o treinamento com Sr Miyagi e a partir disso se prepara para enfrentar Johhny o postulante pelo seu amor Ali. Ao mesmo tempo o filme aborda as lições não muito eticas de Johhny um mestre de artes marciais com métodos nada éticos oposto de Miyagi e a historia evolui no entorno dessa tensão. A atuação de Ralph Maccio é equilibrada e legal. Filme muito bem aceito na crítica, virou ferramenta para montagens na internet, chavões. Filme legal mas não tanto assim para uma alta nota.
    Luis R.
    Luis R.

    Seguir usuário 18.511 seguidores Ler as 759 críticas

    4,5
    Enviada em 28 de junho de 2015
    Ótimo!!!Um dos maiores clássicos dos anos oitenta,Pat Morita interpretando Sr. Myagi virou sinônimo de grande mestre,é um personagem muito carismático!!!!!!
    Alvaro S.
    Alvaro S.

    Seguir usuário 1.874 seguidores Ler as 349 críticas

    4,5
    Enviada em 28 de abril de 2016
    Dizer que nunca vi este filme não seria correto. Mas fui fisgado por ele durante o almoço em frente da TV e não pude resistir.
    É um filme da minha infância, visto e revisto centenas de vezes e ainda assim tão atual. Os mesmo valores, as mesmas situações vividas por todas as gerações, na escola, em casa, na descoberta do primeiro amor.
    É fácil gostar do filme. A química dos atores Ralph Macchio como o pupilo, e Pat Morita como o sensei é a grande responsável por isso, que, aliado ao roteiro sincero, tornam esta produção inesquecível e atemporal.
    Curiosidade. Karatê Kid foi um desses filmes reprisados milhares de vezes na “Sessão da Tarde”, visto inúmeras vezes.
    Outra Curiosidade. O ator Pat Morita foi indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante pelo papel.
    Nota do público: 7.2 (IMDB)
    Nota dos críticos: 90%(Rotten Tomatoes)
    Bilheterias
    EUA - $90 milhões
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