As Crônicas de Nárnia - O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa: Críticas - Página 2
As Crônicas de Nárnia - O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa
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4,0
Enviada em 11 de maio de 2014
Ótimo inicio de triologia todos que trabalharam no filme fizeram um trabalho muito bem feito com um roteiro muito bem trabalhado,Uma historia muito bem caprichada,e uma direção sensacional.
...Lindo de todas as maneiras, muito emocionante e marcante. IMPERDÍVEL, nao passem mais um dia sem ver esse filme.Para quem é fan, também tem os clássicos, assistir o clássico e depois o recente, nossa vc fica encantado.NOTA MILLLLLLLLLLL para esse estouro de bilheteria :) por mim GANHAVA um OSCAR!
Um entretenimento divertido, uma aventura juvenil cativante que conta com ótimas atuações do núcleo principal de atores, além de ótimos efeitos visuais. Peca pela duração desnecessariamente longa, que afasta o público alvo, outro problema é a trama por vezes previsível e alguns personagens mal desenvolvidos, sem falar nas problemáticas mensagens e analogias óbvias e panfletárias de cristianismo, deslocadas dos valores do cinema secular, não a toa a série de livros é conhecida como ''literatura evangélica'' por muitos(C.S Lewis, inclusive, era um ex-ateu recém convertido à religião na época que escreveu as Crônicas). Enfim, tem problemas para todos os lados, mas mesmo assim, diverte bastante. Mais um entretenimento prático e bem feito da Disney. NOTA : 6.5 / 10
Na época que foi anunciado que iria ser produzida uma adaptação da saga de livros ''As Crônicas de Nárnia'' vivíamos uma época onde a Warner Bros reinava soberana no quesito de sagas,com sagas como O Senhor dos Anéis e Harry Potter, então a Disney (que queria competir com a Warner nesse quesito) anunciou o filme ''As Crônicas de Nárnia: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa'' que seria a adaptação do livro de mesmo nome, criado pelo escrito C.S Lewis.
História: A História fala sobre os quatro irmãos Pevensie (Lúcia, Edmundo, Pedro e Susana) que moram na Inglaterra, no meio da Segunda Guerra Mundial. Tudo começa no meio de um bombardeio a cidade dos em que eles moram, então, pelo fato desse bombardeio (resumindo tudo, por causa da guerra) eles são forçados a se mudarem para uma casa de campo, onde moram um Professor misterioso e uma governanta autoritária, e dentro dessa mansão, há um guarda-roupa mágico que acaba levando os irmãos a terra de Nárnia, onde habitam faunos, animais falantes, centauros, gigantes feiticeiras e muitas outras criaturas.
Roteiro: A história é muito bem adaptada do livro, contendo partes épicas, emocionantes e até divertidas, com belíssimos cenários, e é contada de forma não cansativa que prende o espectador.
Atuações: As atuações estão, digamos, convincentes, mas nada de muito destaque, só posso ressaltar a experiente Tilda Swinton, que ficou muito bem no papel da Feiticeira Branca, e a jovem Georgie Herley (Lúcia) que infelizmente não teve uma carreira de tanto sucesso como parecia que teria.
Trilha Sonora: Para um filme de fantasia, As Crônicas de Nárnia tem uma trilha razoável, mas poderia ter sido muito melhor.
Efeitos Especiais: O principal destaque desse filme sem dúvida foi seus belíssimos efeitos especiais, que inclusive renderam uma indicação ao oscar nesse quesito.
Resumindo, As Crônicas de Nárnia: O Leão, a Feitiçeira e o Guarda-Roupa iniciou muito bem a saga, que infelizmente não teve uma continuação a altura desse primeiro filme.
Não acreditava muito que este poderia ser um filme bom, mas ainda assim dei uma chance e até que ele se saiu bem. É um filme fantasioso com muita aventura, tem um elenco relativamente desconhecido porém bom, os efeitos são bons, e tem um roteiro legal. Tudo na média. É um filme legal para passar o tempo.
Se há no cinema adaptação mais fiel, é difícil dizer. Em termos críticos tendo o filme como algo singular, passa longe de ser perfeito, com algumas locações meio que "falsas demais" e personagens que ficariam muito melhor em CGI e tal. Mas, vendo como uma adaptação, é perfeito. Ele nos introduz tão bem à época passada como o livro o fez, digo ainda, até melhor, usufruindo do que ela pode nos dar em termos de ação, abrindo a obra nunca cena bem legal. Isso, naturalmente, nos aproxima mais dos personagens, e faz com que os vejamos como indivíduos que, apesar da idade, já têm certo nível de madureza.
A personalidade dos personagens também é explorada de maneira justa, destacando cada um dos protagonistas devidamente, propondo diferenças que mostram que mesmo os irmãos mais unidos podem ser tão diferentes quanto água e vinho. Personagens secundários também recebem seu mérito. Sr. Tumnus (apesar de parecer um pedófilo as vezes com suas caras e bocas) foi grandiosamente interpretado pelo querido James McAvoy (sim, o Professor X) e Aslam. Bem, foi tão Aslam como se é possível ser. Entretanto é Tilda Swinton quem se destaca de verdade. Ela encarna a diabólica Jadis, a Feiticeira (Carrasca) Branca, e dá um espetáculo de olhares, suspiros, uma interpretação que não só me convenceu, mas me comoveu.
Mas, apesar de toda a fidelidade ao livro, sinto que faltou um pouquinho mais de esmero no quesito filme, como, por exemplo, os diálogos. Temos, sim, nossas pérolas (Digory sempre ilumina as cenas com sua participação) mas, em geral, as conversas sempre parecem meio... Desconjuntadas. Facilitadas demais. E, às vezes, até mesmo em animações, é preciso ser um pouco mais adulto para dar mais consistência, para nos convencer do que está sendo falado.
Como já disse, existem locações meio ruins. Mas, em compensação, muitas são as cenas em que nossos olhos se enchem com a beleza de Nárnia - quase como se o diretor tivesse dito "vamos poupar a beleza no começo para surpreender no final". Essa mudança (não totalmente agradável nem desagradável) faz com que nos sintamos parte de uma flor ao desabrochar.
Não li a obra original e talvez aconteceu que esta é maravilhosa e o roteirista do filme não foi capaz de construir uma boa história. Há muitos diretores que já afirmaram que um bom filme descansa numa boa história. Aqui não se dá essa equação. Para além disso, a película não tem cadência, é soporífera, não nos captura. Os atores pouco podem fazer e na verdade pouco fazem.
Li na Wikipédia: "Durante sua vida, C. S. Lewis, o autor da série de livros, reprovou qualquer adaptação de suas obras por acreditar que o cinema era incapaz de reproduzir seu mundo de fantasia de maneira convincente. Porém o atual detentor dos direitos sobre os livros, o filho adotivo de C. S. Lewis, Douglas Gresham, autorizou a adaptação após uma demonstração do que a computação gráfica atual é capaz. "
Bom, é claro que o Douglas Gresham é um espertinho.
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