De Repente 30
Média
4,3
3851 notas

53 Críticas do usuário

5
28 críticas
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Caroline C.
Caroline C.

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5,0
Enviada em 8 de novembro de 2018
Simplesmente IN-CRÍ-VEL! O inusitado da história é que na verdade Jenna se tornou uma mulher sem caráter e frívola. Mas como pegamos carinho pela protagonista desde o início, quando descobrimos as coisas ruins que ela fez, não conseguimos odiá-la, talvez por ela mesma, com sua mentalidade de 13 anos não se aceitar ao descobrir as coisas que fez sendo adulta. Ao final, a protagonista não teria um final feliz. Seu emprego vai por água abaixo e Matt que já era noivo quando ela o reencontrou, iria se casar. Mas… Final de filme, é final de filme! Rs.

https://jovemedivertida.com/2015/01/29/de-repente-30/
Thaís Sprouse
Thaís Sprouse

3 seguidores 22 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 6 de outubro de 2018
Bom
Conta a história de uma adolescente que não se sente Féliz com sua aparência e cheia de incertezas devido a puberdade acelera sua idade em busca de ter o sucesso e uma grande lição nesse filme é que nos mostra que queremos crescer e quando crescemos vemos que a melhor fase é a transição da infância para adolescência onde tudo é novo e realmente não temos a malícia que a vida nos ensina
Eduardo Buss
Eduardo Buss

17 seguidores 87 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de maio de 2018
Uma boa comédia, um bom filme também para refletir sobre "o quê te faz parecer feliz"(perante a sociedade), e sobre "o quê realmente me faz feliz", como por exemplo, na infância da protagonista, spoiler: o amigo dela gostava muito dela e queria fazer ela feliz, enquanto as meninas populares apenas "se aproveitavam" dela.
Pamela S.
Pamela S.

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5,0
Enviada em 30 de janeiro de 2016
filme mara! gostei de mas, muito romântico e engraçado, cenas ótimas, expectativa, uma das minhas preferidas é a da dança!
Kid Janjão
Kid Janjão

17 seguidores 66 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de janeiro de 2015
Pra você que tem mais de 30, é impossível não amar. Jennifer Garner foi tão bem que pra mim será eternamente Jenna Rink. Dá saudade dos bons tempos.
Danni B.
Danni B.

21 seguidores 9 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de novembro de 2014
haha Jenna Rink... pra sempre Jenna Rink ! Foi muito bom esse filme
Marina L.
Marina L.

11 seguidores 11 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de novembro de 2014
Comédia típica da "sessão da tarde", mas que vale muito a pena assistir para se dar risadas.
Daniel O.
Daniel O.

5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de julho de 2014
Uma comédia muito boa, sem apelações, sem linguagem abusiva. Recomendo.
Maria Eduarda D.
Maria Eduarda D.

4 seguidores 4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de maio de 2014
Eu adoro esse filme! Nunca me canso de assistir... É uma comédia muito gostosa e que não apela como as outras por aí, amo muito.
Kamila A.
Kamila A.

7.940 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 6 de julho de 2013
Todos irão concordar com a afirmação de que a adolescência é uma das fases mais difíceis e delicadas da vida de qualquer ser humano. Claro, existe muita diversão e “irresponsabilidade” neste período, mas o elemento constante nele é o aprendizado que o jovem vai ter, ao ter que aprender a lidar com as mudanças, com o surgimento de novos sentimentos e com o ambiente escolar competitivo e – até certo ponto – cruel ao seu redor. A sensação que se tem é que, ao fim de tudo isso, as coisas serão mais fáceis. Ledo engano: a adolescência é só o começo de uma dura jornada. É isto o que Jenna Rink, a personagem principal de “De Repente 30” irá aprender.

No início do filme, Jenna é uma adolescente que vive num subúrbio de Nova Jersey. O melhor amigo dela é também o seu vizinho e fotógrafo oficial da escola, Matt. O que Jenna mais desejava era ser aceita no grupinho das seis alunas mais populares do colégio (as que são sempre retratadas como garotas cruéis e desprezíveis) e namorar o menino mais bonito da escola. Para tanto, Jenna fará de tudo, mas o principal é armar uma bela festa para comemorar os seus 13 anos. Ela garante a presença das meninas e do paquera ao assegurar que fará para elas um trabalho escolar.

Entretanto, nem tudo sai como o planejado e Jenna vê sua festa indo por água abaixo quando é enganada pelas garotas populares. Envergonhada de si mesma, ela deseja ter 30 anos (a idade perfeita segundo uma matéria que ela leu na “Pose”, a sua revista favorita), ser feliz e poderosa. No outro dia, o desejo de Jenna se torna realidade e ela acorda em um belíssimo apartamento em Nova York, com o corpo de Jennifer Garner (atriz que entrega uma excelente atuação ao mostrar os sentimentos mistos da garota diante daquilo que lhe é novo), namorando um famoso jogador de hóquei e sendo uma das editoras mais importantes da revista “Pose”.

A partir daí, o filme segue Jenna – com o corpo de uma mulher de 30 anos e a mentalidade de uma garota de 13 – tentando lidar com as repentinas responsabilidades (amorosas e profissionais) que adquiriu e com a pressão do chefe (Andy Serkis, o eterno Gollum da trilogia “O Senhor dos Anéis”) para solucionar a crise da revista na qual ela trabalha (e que está prestes a fechar as portas se nada for feito); estranhando a reação e incompreensão das pessoas ao seu redor com o seu “novo” comportamento; e contestando algumas das decisões que ela tomou na vida, como se afastar dos pais e de Matt (agora interpretado pelo ótimo Mark Ruffalo). No geral, Jenna irá descobrir que se tornou uma pessoa detestável, assim como eram as garotas populares do colégio.

“De Repente 30” é a versão feminina de “Quero Ser Grande”, um filme estrelado por Tom Hanks na década de 80. E vem desta década algumas das cenas mais engraçadas (e, por quê não, memoráveis) de “De Repente 30”. Mas, se engana quem pensa que o filme tem como objetivo mostrar que a vida como adulto é legal e divertida. Pelo contrário, “De Repente 30” mostra o quanto que o processo de amadurecer acaba com a nossa inocência perante o mundo e as pessoas; e o quanto é bom nós revisitarmos o passado, procurar colocar as falsas impressões de lado e enxergar o que tivemos e sentimos de importante, pois é assim que esta sensação de inocência e fé nas coisas são mantidas.
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