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olly
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95 críticas
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4,0
Enviada em 1 de maio de 2012
sempre que assisto esse filme sinto uma nostalgia,uma vontade de voltar no tempo.a trilha,as roupas tudo anos 80,mas o melhor é nos fazer refletir que muitas vezes não somos quem gostariamos de ter sido e que muitas vezes as coisas que queríamos quando éramos jovens mesmo que aconteçam,não era a melhor coisa pra nós.recomendo.
Uma comédia romantica, mas também do tunel do tempo. Cansativa, é difícil conseguir ficar ligado o tempo todo no filme. A atuação desta garota é sensacional mas o filme e a história não compensa.
Filme bacana, legal, conta da juventude das garotas que envelhecem rápido. Não sou chegado nesse tipo de genero de filme mas quando assisti na TV acabei simpatizando com a atora e principalmente da história o quanto cômica. Alguns personagens uma comédia pura, atores são vários famosos exemplo é Andy Serkis, senhor Smeagol.
Todos irão concordar com a afirmação de que a adolescência é uma das fases mais difíceis e delicadas da vida de qualquer ser humano. Claro, existe muita diversão e “irresponsabilidade” neste período, mas o elemento constante nele é o aprendizado que o jovem vai ter, ao ter que aprender a lidar com as mudanças, com o surgimento de novos sentimentos e com o ambiente escolar competitivo e – até certo ponto – cruel ao seu redor. A sensação que se tem é que, ao fim de tudo isso, as coisas serão mais fáceis. Ledo engano: a adolescência é só o começo de uma dura jornada. É isto o que Jenna Rink, a personagem principal de “De Repente 30” irá aprender.
No início do filme, Jenna é uma adolescente que vive num subúrbio de Nova Jersey. O melhor amigo dela é também o seu vizinho e fotógrafo oficial da escola, Matt. O que Jenna mais desejava era ser aceita no grupinho das seis alunas mais populares do colégio (as que são sempre retratadas como garotas cruéis e desprezíveis) e namorar o menino mais bonito da escola. Para tanto, Jenna fará de tudo, mas o principal é armar uma bela festa para comemorar os seus 13 anos. Ela garante a presença das meninas e do paquera ao assegurar que fará para elas um trabalho escolar.
Entretanto, nem tudo sai como o planejado e Jenna vê sua festa indo por água abaixo quando é enganada pelas garotas populares. Envergonhada de si mesma, ela deseja ter 30 anos (a idade perfeita segundo uma matéria que ela leu na “Pose”, a sua revista favorita), ser feliz e poderosa. No outro dia, o desejo de Jenna se torna realidade e ela acorda em um belíssimo apartamento em Nova York, com o corpo de Jennifer Garner (atriz que entrega uma excelente atuação ao mostrar os sentimentos mistos da garota diante daquilo que lhe é novo), namorando um famoso jogador de hóquei e sendo uma das editoras mais importantes da revista “Pose”.
A partir daí, o filme segue Jenna – com o corpo de uma mulher de 30 anos e a mentalidade de uma garota de 13 – tentando lidar com as repentinas responsabilidades (amorosas e profissionais) que adquiriu e com a pressão do chefe (Andy Serkis, o eterno Gollum da trilogia “O Senhor dos Anéis”) para solucionar a crise da revista na qual ela trabalha (e que está prestes a fechar as portas se nada for feito); estranhando a reação e incompreensão das pessoas ao seu redor com o seu “novo” comportamento; e contestando algumas das decisões que ela tomou na vida, como se afastar dos pais e de Matt (agora interpretado pelo ótimo Mark Ruffalo). No geral, Jenna irá descobrir que se tornou uma pessoa detestável, assim como eram as garotas populares do colégio.
“De Repente 30” é a versão feminina de “Quero Ser Grande”, um filme estrelado por Tom Hanks na década de 80. E vem desta década algumas das cenas mais engraçadas (e, por quê não, memoráveis) de “De Repente 30”. Mas, se engana quem pensa que o filme tem como objetivo mostrar que a vida como adulto é legal e divertida. Pelo contrário, “De Repente 30” mostra o quanto que o processo de amadurecer acaba com a nossa inocência perante o mundo e as pessoas; e o quanto é bom nós revisitarmos o passado, procurar colocar as falsas impressões de lado e enxergar o que tivemos e sentimos de importante, pois é assim que esta sensação de inocência e fé nas coisas são mantidas.
Simplesmente IN-CRÍ-VEL! O inusitado da história é que na verdade Jenna se tornou uma mulher sem caráter e frívola. Mas como pegamos carinho pela protagonista desde o início, quando descobrimos as coisas ruins que ela fez, não conseguimos odiá-la, talvez por ela mesma, com sua mentalidade de 13 anos não se aceitar ao descobrir as coisas que fez sendo adulta. Ao final, a protagonista não teria um final feliz. Seu emprego vai por água abaixo e Matt que já era noivo quando ela o reencontrou, iria se casar. Mas… Final de filme, é final de filme! Rs.
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