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Marcia S
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5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
.então eu espero que eduardo lapagesse chegue a ler esse post atrasadoaqui a verdade é que estou sem palavras sabe acho que vi uma das maiores coisas que o cinema já produziu em razão da extrema sensibilidade lirica do faz tudo do filme vincent gallo. eduardo colocou tão sensivelmente poso dizer a questão da longevidade desse filme eu acredito meu caro amigo desperto que viverá enquanto houver humanidade pq vc deve lembrar até hj o impacto que te causou eu mesma choro rios de lagrimas ao ver aquelas seuqncias classificadas por alguns como chatas. eu ouço milk and honey e derreto a alma eu vejo gallo destilar a sua amargura de corja com aquele outro monstro do john frusciante que dupla!! e chloe está divina acho que ela devia cair de amores por gallo p ter conseguido aquela façanha que pena só vi agora mas muitos mais virão eu sei é p sempre essa obra bjs a vc eduardo a true spirit.
Regular, mas que pode ser apreciado ou odiado. Com experiência, nota-se que, qualquer filme por pior que seja, sempre terá alguém que gostará, porque de alguma forma, mexeu com o “pessoal” desse alguém, tirando algo de marcante do filme (mesmo que sejam meros detathes). Ao assistir “The Brown Bunny” o espectador percebe de primeira, pela fotografia, longas cenas sem cortes, poucos “closes”, poucas falas, músicas às vezes alheias ao momento e em outras vezes bem cadenciadas, que é um filme que não se importa muito com ele, pouco importa o espectador aqui, é do tipo “me assista se quiser”, inexplicavelmente o egocentrismo do Diretor se sobressai da tela, como se fosse um trabalho feito para ele mesmo, pensando em primeiro lugar no agrado dele. Essa impressão é bem confirmada com as curiosidades de “Brown Bunny”. Apesar de tudo isso, incrivelmente o filme consegue agradar, é preciso estar em um bom momento e tolerante para sentir a missiva dele, sobre a desesperada fuga do passado e tentativa de expiação dos erros que cometeu, mas tudo isso só é revelado no final. Inclusive esse final foi o responsável pela enorme polêmica e o deixou marcado na história dos filmes controversos, a atriz Chlöe Sevigny faz sexo oral de verdade, e explícito. Alguns não gostam, mas são de fato admiráveis profissionais que são capazes de atitudes assim pela carreira que amam, seja emagrecer ao extremo, beijar outro homem etc. É prova real de dedicação ao que fazem, mesmo fazendo pela polêmica e o destaque. Filmes como “Shortbus”, “A Pervertida” e esse, mesmo com todo o teor sexual, não dão para interpretá-los como produções pornográficas, mesmo a Chlöe Sevigny naquela cena, não dá para compará-la a uma atriz pornô, em nada surge a imagem dela, pelo contrário, pode até engrandecer. O final com certeza foi um presente, não é todo dia que se ver atriz famosa se expondo assim. Resultado: Regular à Bom.
Bom filme. Também comecei a achá-lo chato e lento mas o desfecho faz todo sentido. Uma história que não poderia ser contada de outra forma. É necessario ter o anti-clímax do começo e na telona isso ajuda para viajar na imagem e no som (o filme começa com o ruido ensurdecedor de um motor de carro). Cinema que nos absorve por todos os sentidos e sentimentos, inclusive os que não apreciamos muito nem estamos acostumados.
Vincent Gallo indiscutivelmente é uma personalidade do chamado ! cinema independente. Apresenta um filme do q se chamava cinema de autor e consegue passar em imagens toda a angústia e falta de esperança de seu personagem . Lógico q não é filme para qualquer momento ou para qualquer público.
Favorecido pela direção e fotografia bem realizada, bons takes e trilha sonora, faz dele um bom filme, mas não tem muito a dizer; poderia ter sido um curta de no máximo 30 minutos; a cena do sexo oral não tem razão para existir, a não ser o exibicionismo do excêntrico Vincent Gallo.
Filme péssimo, não tem nenhuma história, só mostra o cara viajando em estradas norte americanas e no fim mostra uma cena de sexo oral, não acredito q fiquei 1 hora e meia vendo esse lixo.
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