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Um visitante
4,0
Enviada em 23 de dezembro de 2013
Mas uma vez Rolland Emmerich volta as suas origens e consegue se impor no que faz de melhor.E também,mas uma vez tem em mãos uma história alucinante que somente ele é capaz de realizar.A história em volta do filme,é bem que tenha fugido da realidade,e que no filme,é vista por um ângulo nada efeitos do filme,são lindos,até mesmo sendo catastróficos,onde com Emmerich usa com precisão nos momentos outro lado temos,um elenco pequeno,mas capaz de ter progressão nos respectivos Gyllenhaal e Denis Quaid,é que dão impulso ao filme.E só não esquecendo da bela Emmy Rossum,que mesmo tendo uma personagem pequena consegue se destacar.
Sabe qual a Principal diferença entre o Dia Depois de Amanhã e 2012?É que o Dia Depois de Amanhã nos dá um tema para refletir-mos:A Destruição do Nosso Planeta!!! Ao contrário de outros filmes-desatre,nesse,os causadores das catástrofes não são Aliens ou o sol,nem um meteoro,mas nós mesmos!!!Roland Emmerich acertou uma depois de Independence Day!!!Lógico que esse filme não supera Indenpendence Day,mas é cheio de boas atuaçãoes,como:Dennis Quaid,Jake Gyllenhaal e Emmy Rossum.Os efeitos Especias são de primeira linha,principalmente na cena da onda gigante que ataca NY. Mas também acho que Roland Emmerich deveria parar com essa fixação de destruir o Mundo,será que ele nunca vai tentar fazer outro tipo de filme???
Simplesmente fantástico! Um show espetacular de efeitos especiais e visuais são o plano de fundo que o diretor alemão que adora destruir o mundo Roland Emmerich (2012, Independence Day) utilizou para conscientizar as pessoas sobre o que elas estão fazendo com o nosso ambiente e traçar um paralelo com as suas possíveis consequências, como o degelo na Antartida, efeito estufa, principal causadora do aquecimento global dentre outras coisas podem acontecer em um futuro não tão distante. Mostra como os políticos pensam no desastre da economia ao tomar medidas favoráveis ao nosso planeta. É claro queo fator econômico deve ser considerado, mas nem sempre deve ser o tema primordial em reuniões como o protocolo de Kyoto entre outros. O roteiro do filme não é inovador, mas é bastante esclarecedor e dramático, assim como os roteiros do diretor geralmente são. Além de tudo isso, devemos considerar o bom elenco encabeçados por Dennis Quaid e Jake Gylenhaal e a excepcional fotografia e a maravilhosa trilha sonora de Steve Jablonski. Entretenimento puro obrigatório não somente pela questão visual, mas também pela conscientização e reflexão de temas como sustentabilidade e ecologia! Não percam este filmaço!
Os filmes-catástrofe que atingiram o seu apogeu na época em que me apaixonei por cinema, ganham novo gás com este blockbuster. Quem assistiu a "Inferno na torre" ou "O destino de Posseidon" viu algo muito, mas muito superior a esta vazia coleção de efeitos especiais. Agora o tema central é que o mal uso do progresso nos levará a uma futura era do gelo. Aliás, não tão futura assim. O cientista Jack Hall (Dennis Quaid) prevê a hecatombe logo no início do filme. Poucos dias depois, o clima em todo o globo transforma-se de forma radical. A hecatombe é maior nos países do hemisfério norte. Talvez este seja o único aspecto interessante nesta seqüência enfadonha de efeitos colaterais, digo, especiais: os norte-americanos têm de atravessar a fronteira mexicana para conseguir sobreviver num território mais quente. É a primeira vez que o cinema mostra um presidente americano perdoando uma dívida externa (no caso do México) e sua população invadindo a terra de Luis Buñuel. Nós estamos acostumados a ver o inverso, ou seja, os mexicanos invadindo os EUA. De resto, é tudo uma "encheção de lingüiça". A empreitada do professor Jack Hall de conseguir ultrapassar todos os percalços na sua viagem de Washington D.C. a Nova Iorque para resgatar o filho, Sam (Jake Gyllenhaal), apesar das condições climáticas serem as piores em milhares de anos. Um certo grau de mea-culpa não poderia vir acompanhado de personagens comuns, de carne e osso. O herói americano vence a tudo e a todos e consegue resgatar o seu filho, a quem ele não pode se dedicar o suficiente durante o seu crescimento. Insones de todo o mundo, dirijam-se ao cinema mais próximo, pois a cura para o mal de vocês será encontrada poucos minutos após vocês se acomodarem na sua poltrona. Pipoca e coca-cola poderão adiar, mas não evitar o efeito hipnótico deste filme."
Bom, eu gosteui bastante, embora tenha erros, mas qual bom filme não tem?Gostei pois abordou dois assuntos que me chamaram a atenção: o primeiro sobre essa onda de poluição que estamos vivendo, e o tal chamado Aquecimento Global, e outro assunto, o agradecimento que o presidente americano faz aso países do 3º mundo, tais como México e Brasil, enfim assistam, eu gostei."
Muito bom o filme, bem feito e com efeitos especiais mt bons. Não é somente mais um filme bem feito mais sem historia, tem toda uma explicação para todos os fenomenos numa forma que não fica chato, os EUA se ferram no filme e tem que se humilhar diante dos outros paises. O unico furo do filme é o artista principal atravessar os EUA a pé... meio dificil, mas td bem, compensa demais o filme."
Tempos depois do filme a plataforma quebrou mesmo, o Polo Norte derreteu mesmo, as super células estão cada vez mais frias, aos poucos, bem aos poucos o nível dos oceanos sobem. Claro que a Corrente Quente do Atlântico Norte ainda não mudou, mas tudo a seu tempo. O filme é sensacionalista, mas se passa em um lapso temporal fictício, ainda assim é legal. - Agora, a cena em que Jack Hall está ao telefone com a mãe de Sam e ele repete tudo que ela fala é uma comédia. Outra cena fraquíssima é a do policial na frente do taxi na avenida inundada, ele fica dizendo que não está entendo o que a estrangeira fala e por isso não toma medida alguma para abrir a porta por fora ou quebrar o vidro do carro. - Apesar dos erros e exageros o filme é bom e você quase sente frio.
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