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Nelson J
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3,5
Enviada em 27 de fevereiro de 2017
Filme sobre jovem problemático que se envolve com drogas e más companhias, mas acaba internado no manicômio pelos pais, como solução para seu caso, mas ele só piora depois de muitos remédios, violência, loucura dos internos e choques. Um dia conseguirá sair e se tornará militante contra a institucionalização.
Eu já sabia que se tratava de algo tão comum em nossa sociedade,mas não imaginava que seria tão intenso do jeito que foi.O filme tenta nos mostrar com facilidade como nos enganamos as vezes,ou quase sempre.Temos o jovem Neto (Rodrigo Santoro) que descobre um mundo que ainda não havia experimentado.Mesmo não entrando de cabeça nos mundos das drogas,o pai não se ver convencido sobre as atitudes do filho.Um dos momentos mais intensos são as cenas dentro da clínica de reabilitação,muito bem interpretada,é algo que nos enche de aflição.
Rodrigo Santoro está em uma de suas melhores performances.Consegue manter sua qualidade em todo o filme,protagoniza com perfeição.Não deixando de destacar Othon Bastos e Cassia Kiss,o pouco que aparecem,fazem bons personagens.
-Filme assistido em 19 de Outubro de 2015 -Nota 7/10
A obra é baseada em fatos reais narrada no livro autobiográfico chamado "Canto dos malditos". O filme por ser curto trata-se logo de demostrar sua problemática central. No geral, o filme critica a forma de internação em manicômios no Brasil pelo qual dependentes químicos são tratados da mesma forma de quem tem problemas psiquiátricos. O filme não fica só nisso e sim em como após tais tratamento como ocorre a ressocialização do indivíduo. É preciso reconhecer a boa atuação de Rodrigo Santoro ( na qual tinha sido criticado antes da estreia do filme simplesmente por ser um galã global) e de alguns personagens secundários como o Gero Camilo na qual é difícil imaginar que todos ali realmente não são internos. Destaca-se também a filmagem, pois a impressão passado era de um documentário e para tal enredo, ajudou na realidade do filme. O filme ficou devendo um maior desenvolvimento e de construções afetivas entre o protagonista Neto com sua família e amigos. Mas no geral, é um bom filme nacional.
Assisti esse filme por motivos acadêmicos, e foi bem esclarecedor sobre a realidade vivida do mundo da loucura.Acredito que não há coincidência entre o ano do filme com o ano em que a Lei 10.216 sobre a desinstitucionalização foi aprovada. Tudo que é trazido para a sociedade e sai dos muros institucionais acaba de alguma forma impactando na realidade e trazendo mudanças na forma de tratar o ser humano.
A intenção do filme é denunciar a situação desumana vividas por pacientes manicomiais naqueles anos, sujeitos a todo tipo de abuso em hospitais psiquiátricos. E nesse sentido, cumpriu bem a sua função, pois consegue chamar a atenção do espectador para este problema, de forma tocante. Somando, o drama familiar, pois os parentes são inevitavelmente atingidos, e, às vezes, são os próprios algozes dos internados, como é o caso do filme.
Bicho de 7 Cabeças é um filme intenso, duro e comovente.
A trama traz a história de Neto (Rodrigo Santoro), um rapaz jovem e rebelde. Em determinado momento, seus pais acreditam estar perdendo o controle e internam o filho em um hospital psiquiátrico. Lá, Neto passa por experiências horríveis, momentos que ele jamais imaginou viver.
Rodrigo Santoro ganhou destaque após sua grande atuação nesse filme, além de Othon Bastos e Cássia Kiss que também estão muito bem.
Recomendo! Sem dúvidas um filme brasileiro clássico que evidência a violência praticada contra os deficientes mentais dentro de hospitais psiquiátricos brasileiros, além de falar um pouco sobre a conturbada relação entre pais e filhos na adolescência
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