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Jéssica P.
1 crítica
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4,0
Enviada em 2 de novembro de 2014
Um filme maravilhoso, faz refletir situações na vida que deixamos passar ,que parecem sem importância. E como uma simples falta de dialogo pode estragar toda um vida!
Filme duro, cruel e comovente. O assisti a primeira vez quando trabalhava em uma Ong com menores infratores, e hoje o assisto como parte de um projeto de intervencao escolar do meu quinto semestre de psicologia. Sempre atual. Imperdivel
Rodrigo Santoro conquistou merecidamente público e crítica pela sua composição do personagem Neto. Othon Bastos e Cássia Kiss estiveram ótimos como sempre. O enredo é bom, as imagens, fortes, e o resultado, compensador.
Um bom filme, mas confesso que esperava bem mais dele. O que se salva é a ótima atuação de Rodrigo Santoro.Mas não deixa de ser um bom filme de Lais Bodanzky, que mostra o que atitudes radicais podem transformar completamente a vida de que nos circunda. O apelo emocional do filme é enorme e algumas cenas fortes compõem este bom filme sobre loucura e realidade. Não está entre meus preferidos, mas deve ser visto!
Parte do filme foi filmado aqui na minha cidade , franco da rocha , no hospital psiquiatrico do juquery, e eu posso observar diariamente os doentes mentais , e o que acontece no filme é a pura realidade , sem exageros , gostei do filme , mas o final deixou a desejar.
Esperava muito mais. Muita estereotipado os internados na clinica psiquiatrica, nao diz o ano em que foi aquilo tudo. Ruim a qualidade do som, muita poesia que quebra o andamento do filme, trilha sonora alternando excelentes momentos (instrumentais) e momentos ruins...Final do filme deixa a impressao de....e depois, o que aconteceu?
Creio que há muito tempo não via um filme em que tantos atores estivessem tão bem em cena. Brasileiro então realmente este é o primeiro em que vejo isto. O grande destaque de "Bicho de 7 cabeças" realmente são suas interpretações, desde Rodrigo Santoro e Othon Bastos até atores coadjuvantes, como Caco Ciocler e vários dos doentes mentais que se relacionam com Neto. A direção de Laís Bondanzky também merece destaque, sempre ousando ao mostrar o sofrimento de Neto dentro dos hospícios. Muito bom filme, merece ser o indicado brasileiro ao Oscar'2002.
A sutileza da diretora Laís Bodanzky em delinear a psicologia dos seus personagens é digna de nota: existem os bons de um lado (aqueles que não fazem parte do mundo psiquiátrico), e existem os maus (aqueles que tiveram o infortúnio na vida de virem a trabalhar em Hospitais Psiquiátricos). Uma visão dialética de jardim-da-infância, uma espécie de gibi do pensamento hegeliano para crianças. Para a diretora e para Luis Bolognesi, o roteirista, os seres humanos são bidimensionais. O grande malefício do filme, em minha opinião, é servir para aumentar o preconceito já existente da sociedade em relação à Saúde Mental. Os doentes mentais são tratados de forma caricatural, assim como quem os trata. E dizer que esse filme ganhou 7 prêmios no festival de Brasília. Vejam a que ponto chegou o desespero de ter de se premiar algum filme num festival onde a quantidade e qualidade andam escassas!
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