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Nelson J
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1.978 críticas
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3,5
Enviada em 27 de fevereiro de 2017
Filme sobre jovem problemático que se envolve com drogas e más companhias, mas acaba internado no manicômio pelos pais, como solução para seu caso, mas ele só piora depois de muitos remédios, violência, loucura dos internos e choques. Um dia conseguirá sair e se tornará militante contra a institucionalização.
Creio que há muito tempo não via um filme em que tantos atores estivessem tão bem em cena. Brasileiro então realmente este é o primeiro em que vejo isto. O grande destaque de "Bicho de 7 cabeças" realmente são suas interpretações, desde Rodrigo Santoro e Othon Bastos até atores coadjuvantes, como Caco Ciocler e vários dos doentes mentais que se relacionam com Neto. A direção de Laís Bondanzky também merece destaque, sempre ousando ao mostrar o sofrimento de Neto dentro dos hospícios. Muito bom filme, merece ser o indicado brasileiro ao Oscar'2002.
Um bom filme, mas confesso que esperava bem mais dele. O que se salva é a ótima atuação de Rodrigo Santoro.Mas não deixa de ser um bom filme de Lais Bodanzky, que mostra o que atitudes radicais podem transformar completamente a vida de que nos circunda. O apelo emocional do filme é enorme e algumas cenas fortes compõem este bom filme sobre loucura e realidade. Não está entre meus preferidos, mas deve ser visto!
A sutileza da diretora Laís Bodanzky em delinear a psicologia dos seus personagens é digna de nota: existem os bons de um lado (aqueles que não fazem parte do mundo psiquiátrico), e existem os maus (aqueles que tiveram o infortúnio na vida de virem a trabalhar em Hospitais Psiquiátricos). Uma visão dialética de jardim-da-infância, uma espécie de gibi do pensamento hegeliano para crianças. Para a diretora e para Luis Bolognesi, o roteirista, os seres humanos são bidimensionais. O grande malefício do filme, em minha opinião, é servir para aumentar o preconceito já existente da sociedade em relação à Saúde Mental. Os doentes mentais são tratados de forma caricatural, assim como quem os trata. E dizer que esse filme ganhou 7 prêmios no festival de Brasília. Vejam a que ponto chegou o desespero de ter de se premiar algum filme num festival onde a quantidade e qualidade andam escassas!
Dirigido por Laís Bodanzky e com roteiro de Luiz Bolognesi baseado no livro autobiográfico de Austregésilo Carrano Bueno, Canto dos Malditos. Neto (Rodrigo Santoro) gosta de desafiar o perigo e comete pequenas rebeldias incompreendidas pelos pais, como pichar muros da cidade com amigos, usar brinco e fumar um baseado de vez em quando. Seus pais Seu Wilson (Othon Bastos) e Meire (Cássia Kiss) levam as experiências do filho muito a sério e sentindo que estão perdendo o controle, resolvem trancafiá-lo num hospital psiquiátrico. No manicômio, Neto conhece uma realidade desumana e vive emoções e horrores que ele nunca imaginou que pudessem existir. A premiada trilha sonora do filme mistura Arnaldo Antunes, André Abujamra, ‘rap’ e ‘punk’ ‘rock’ nacional. Filme denso, muito pesado. Ganhou inúmeras premiações tanto no Brasil como no exterior.
Rodrigo Santoro conquistou merecidamente público e crítica pela sua composição do personagem Neto. Othon Bastos e Cássia Kiss estiveram ótimos como sempre. O enredo é bom, as imagens, fortes, e o resultado, compensador.
Eu já sabia que se tratava de algo tão comum em nossa sociedade,mas não imaginava que seria tão intenso do jeito que foi.O filme tenta nos mostrar com facilidade como nos enganamos as vezes,ou quase sempre.Temos o jovem Neto (Rodrigo Santoro) que descobre um mundo que ainda não havia experimentado.Mesmo não entrando de cabeça nos mundos das drogas,o pai não se ver convencido sobre as atitudes do filho.Um dos momentos mais intensos são as cenas dentro da clínica de reabilitação,muito bem interpretada,é algo que nos enche de aflição.
Rodrigo Santoro está em uma de suas melhores performances.Consegue manter sua qualidade em todo o filme,protagoniza com perfeição.Não deixando de destacar Othon Bastos e Cassia Kiss,o pouco que aparecem,fazem bons personagens.
-Filme assistido em 19 de Outubro de 2015 -Nota 7/10
Um filme com ótima atuação do Santoro, que faz um crítica ao tratamento de pessoas com vício em drogas e doenças psicológicas, um filme dinâmico e curto que vai direto ao ponto, gostei. Nota 7,5/10
Parte do filme foi filmado aqui na minha cidade , franco da rocha , no hospital psiquiatrico do juquery, e eu posso observar diariamente os doentes mentais , e o que acontece no filme é a pura realidade , sem exageros , gostei do filme , mas o final deixou a desejar.
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