Notas dos Filmes
Meu AdoroCinema
    A Festa Nunca Termina
    Média
    3,5
    26 notas e 14 críticas
    distribuição de 14 críticas por nota
    2 críticas
    5 críticas
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    1 crítica
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    14 críticas do leitor

    Fernando M.
    Fernando M.

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    4,5
    Enviada em 26 de janeiro de 2015
    Uma comédia cerebral. Talvez seja essa a melhor análise para o terceiro filme do diretor Michael Winterbottom. O filme retrata de modo reconstituído e empolgante o cenário roqueiro de Manchester. Há um retrato profundo das aventuras e desventuras dos músicos da Factory Records, e, em especial, das de seu proprietário, Tony Wilson (1950-2007), papel do comediante Steve Coogan. Wilson, atualmente, é tido como uma figura emblemática, visionária e genial do pós-punk. No filme, é mostrado como um empresário engajado, verborrágico e um empreendedor quixotesco. Apesar dele ser o centro da narrativa, as bandas lançadas por seu selo musical no mercado fonográfico inglês do final dos anos 1970 até meados da década de 1990 também são destrinchadas. Tudo começa com o lendário show do Sex Pistols, em Manchester, no ano de 1976. É ali que Tony, um repórter da TV Granada, decide dedicar-se ao mundo da música, pelo menos no que diz respeito à gestão de festivais e lançamento de vinis. O que abriria caminho para a criação da Factory e o surgimento de bandas icônicas para o consumo do público, como Joy Division, A Certain Ratio, Happy Mondays, New Order, etc. O roteiro deve ter sido um calhamaço, dada a quantidade extensa de diálogos. O filme tem um tratamento curioso: as câmeras secas, sem rodopios estilísticos, a fotografia sem "frescuras" estéticas, dão um aspecto cru de documentário para TV. As conversas que Tony trava com a objetiva, narrativas e/ou metalinguísticas, reforçam a atmosfera de reconstituição, até mesmo de informalidade e com um certo humor anárquico. Talvez o pressuposto de Winterbottom fosse que fazer um filme sobre o rock seria enfadonho se feito com um formato cansativo e narrativa quadrada. Por isso são louváveis essas brincadeiras no longa. Seguem-se então inúmeras peripécias. Não só da vida pessoal, social e profissional de Tony, nem do agitado bastidor da gravadora. Mas das bandas, dos músicos, do posterior night club de Tony (The Hacienda), em suma, da existência oscilante disso tudo, abalada quase sempre por dificuldades financeiras. E o que é muito interessante, o filme contextualiza todas essas coisas com fatos históricos do momento. Essa incrível epopeia musical termina (após mortes, fracassos e falências) com a antológica experiência em que Tony vê Deus.
    anônimo
    Um visitante
    1,5
    Enviada em 15 de fevereiro de 2015
    Os anos 70,e suas loucuras,com novas bandas,novos rostos que arrastavam multidões.Muito bem representado aqui em,A Festa Nunca Termina.O filme é intenso,e mostra com extrema vontade os reais momentos dos personagens,mesmo se isso não for uma boa ideia.São cenas que nos faz balançar a cabeça,pois,os primeiros trinta minutos são de péssimo gosto.Steve Coogan é o centro das atenções,que fica claro que ele pode comandar o filme do começo ao fim,e poderá mudar o rumo da história.Deixando Andy Serkis e Shirley Henderson como meros coadjuvantes.
    Nelson J
    Nelson J

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    2,0
    Enviada em 8 de janeiro de 2016
    Filme mistura clips da época e o ator principal como fio condutor da estória. Duro de assistir, mas tem valor histórico. Reparem na chamada com os nomes dos atores no início, que mal dá para ler.
    Francisco Russo
    Francisco Russo

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    2,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Se você viu e gostou de "Velvet Goldmine" e "Quase Famosos", com certeza também irá gostar deste "A Festa Nunca Termina". Isto porque os três filmes têm o mesmo tema em comum, a música, mostrando um pouco de sua história e também as pessoas que são apaixonadas por ela e fizeram com que os mais diversos estilos se tornassem grandes sucessos. Além de falar sobre música, o estilo de narrativa de "A Festa Nunca Termina" é bem parecido com o de "Velvet Goldmine", mostrando o surgimento, o auge e a derrocada de uma era na Inglaterra. O filme surpreende pelo fato do principal personagem da história, Tony Wilson, conversar com o público em diversos momentos, explicando detalhes da era musical de Manchester, adiantar acontecimentos futuros ou até mesmo indicar participações especiais no filme. Estas "conversas" são sempre hilárias, acrescentando ainda mais humor ao filme. A trilha sonora, como não poderia deixar de ser, é também muito boa, bem como a direção de Michael Winterbottom, que soube explorar bem a estética de boates como a Hacienda no próprio filme, através de uma edição em muitos momentos frenética e imagens que dão a sensação de êxtase. Muito bom filme.
    Ronan A.
    Ronan A.

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    5,0
    Enviada em 14 de junho de 2013
    Vocês estão indo nos comentários, fazem um monte de elogios e na hora de clicar nas estrelinhas clicam no meio, aí a nota do filme fica 2,5. que é uma nota regular. Prestem atenção na hora de clicar
    Fernando
    Fernando

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    2,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Quem viveu intensamente algum momento dos anos 80, principalmente a melancolia vinda da Inglaterra, vai achar o filme o maximo. Por incrivel quew pareça o filme os remete a ``inocencia`` dos anos 80, da juventude eterna, ou seja, da festa eterna. O filme pode se resumir em uma palavra - Nostalgia.
    MARCOLINO
    MARCOLINO

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    2,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    êxtase audio - visuaol ! só a cena inicial do sex pistols já vale o filme, joy division imperdível, Manchester em ebulição, o rock pensante britânico tomando a dianteira do mundo e transformando-se no grnade rock eletrônico de pista da Hacienda (sempre drogas, sexo e rock ´n roll), em baladas, ritmo e estilo musicais e dançantes cada vez mais rápidos. O final do filme, em que se pede a invasão e a tomada do escritório, das mesas, cadeiras e pertences da csa noturna peloes frequentadores á a Anarquia pura de Prudhon ou de Bakunin! Grande filme, espetáculo de cores, luzes, som e História na tela !
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