Média
3,9
324 notas
5
7 críticas
4
11 críticas
3
12 críticas
2
7 críticas
1
2 críticas
0
2 críticas
Organizar por
Filtrar por:
Tudo
Presságios de um Crime... mais um filme policial que tem no elenco, Anthony Hopkins, filmes com esse ator, geralmente conseguem ser bons, mas ultimamente, não é o que tem acontecido. O filme conta a história de dois detetives do FBI, Joe Merriwether (Jeffrey Dean Morgan) e Katherine Cowles (Abbie Cornish) que perseguem um serial killer que mata pessoas com um objeto perfurante na nuca sem deixar provas. Após não prosseguirem com o caso, os dois pedem ajuda a John Clancy (Anthony Hopkins), um homem que vive isolado após a morte da sua filha. Temos aqui um filme com uma premissa interessante, não é nada inovador, mas é interessante. O grande problema do filme, são os furos de roteiro de diálogos mal escritos. Para quem gosta de ver um bom roteiro inspirador, que passe longe desse filme. Outro problema, é a direção de Afonso Poyart, ele usa a mesma formula do filme 2 Coelhos, que é bom, mas em um filme policial, essa formula acaba sendo desaproveitada. A maioria das atuações são boas: Anthony Hopkins, Jeffrey Dean Morgan e principalmente Abbie Cornish. A única má interpretação é a do Colin Farrell, ele não traz carisma algum, e está sem nenhuma expressão. O filme consegue se salvar pela bela fotografia e a ótima trilha sonora. Presságios de um Crime é um filme mediano, recomendo para que gosta de filmes policiais, e ainda assim, será um filme esquecível, já para quem não gosta passe longe.
: Anthony Hopkins , Jeffrey Dean Morgan e Colin Ferral estrelam esse bom filme que mistura suspense com drama, com bons diálogos, apesar dos clichês. Vale a pena conferir.
Policial do fbi convence um médico com poderes paranormais a solucionar uma série de crimes.Porém seu velho amigo vive de lembranças amargas do seu passado.Um filme intrigante que prende a atenção.Destaque para a atuação de Anthony Hopkins.Ótimo filme.
Joe Merriwether (Jeffrey Dean Morgan) e Katherine Cowles (Abbie Cornish) são agentes do FBI responsáveis pela investigação que envolve um serial killer que mata suas vítimas de forma rápida e sem deixar qualquer vestígio. Diante das dificuldades investigativas, Joe pede ajuda a um antigo amigo, trata-se do Dr John Clancy (Anthony Hopkins), um vidente com especialidades únicas e que nem mesmo a ciência possui capacidades para entender na prática. Após a chegada do novo ajudante, a investigação esbarra em outra grande dificuldade, a clarividência do assassino também é constada pela equipe de investigadores neste razoável PRESSÁGIOS DE UM CRIME..
Contando com um elenco principal de dar inveja, o primeiro longa americano do brasileiro Afonso Poyart possui alguns méritos interessante, que muitas vezes passam pela capacidade de uso da fotografia funcional (embora clichê em diversos momentos) e da interessante montagem para retratar as habilidades de John. Em contrapartida, o que deveria ser o mérito acaba afundando a proposta devido ao excesso, falo das habilidade de vidência de John e o assassino, que muitas vezes extrapolam o que seria coerente à narrativa, elevando em muito o teor ficcional para ficar em um nível bobo.
A atuação interessante do elenco, a boa edição e o frágil senso de urgência podem significar algum entretenimento conforme exigência do expectador, mas nada que seja realmente notável.
Contando com um elenco principal de dar inveja, o primeiro longa americano do brasileiro Afonso Poyart possui alguns méritos interessante, que muitas vezes passam pela capacidade de uso da fotografia funcional (embora clichê em diversos momentos) e da interessante montagem para retratar as habilidades de John. Em contrapartida, o que deveria ser o mérito acaba afundando a proposta devido ao excesso, falo das habilidade de vidência de John e o assassino, que muitas vezes extrapolam o que seria coerente à narrativa, elevando em muito o teor ficcional para ficar em um nível bobo.
A atuação interessante do elenco, a boa edição e o frágil senso de urgência podem significar algum entretenimento conforme exigência do expectador, mas nada que seja realmente notável.
O filme começa bem, mostrando toda bela atuação de Anthony Hopkins como um vidente, passando a idéia de ser um filmaço, mas logo o filme entra num ritmo acelerado, deixando a desejar em sua composição e com um fim previsível, mais do mesmo. Assistível, tinha tudo para ser excelente, mas...
Não é um filme que irá redefinir o gênero, até por que ele se aproveita de outras obras mais cult do cinema, como seven e até mesmo silencio dos inocentes.
Filme maravilhoso e muito bem bolado vale muito pena, super curti.... Imagine poder ver a morte das outras pessoas e nesse base que o filme segue.
O vidente John Clancy (Anthony Hopkins) é convidado por seu amigo Joe, (Jeffrey D. Morgan) investigador do FBI para colaborar na investigação de crimes misteriosos. John tem o dom da vidência, ele enxerga as formas dos pensamentos e ações deixadas no mundo invisível. No entanto é preciso muita capacidade para distinguir o real do falso, o que aconteceu no mundo físico e o que foi apenas intenção que não se concretizou na matéria. O criminoso, Charles (Collin Farrell), também possui a vidência, ele quer se colocar acima das leis naturais da Criação, diz que por compaixão quer aliviar a dor e o sofrimento de suas vítimas antecipando-lhes a morte.
A compaixão é um sentimento egoísta, que geralmente é praticada por vaidade, para o enaltecimento próprio. Charles agia como psicopata sem perceber que deveria usar o seu dom para o bem. O tempo de vida é precioso para os resgates cármicos do doente e dos que lhe estão próximos, para o reconhecimento da espiritualidade, o filme passa por cima disso tudo, mas dá um colorido mórbido para as doenças e a morte, que é um acontecimento natural tanto quanto o nascimento.
A compaixão é um sentimento egoísta, que geralmente é praticada por vaidade, para o enaltecimento próprio. Charles agia como psicopata sem perceber que deveria usar o seu dom para o bem. O tempo de vida é precioso para os resgates cármicos do doente e dos que lhe estão próximos, para o reconhecimento da espiritualidade, o filme passa por cima disso tudo, mas dá um colorido mórbido para as doenças e a morte, que é um acontecimento natural tanto quanto o nascimento.
Grande filme que só não foi épico pelo final. poderia ter sido mais contundente. mas mesmo assim um bom filme. recomendado para quem curte suspense e filme policial
O filme é abaixo das expectativas, o roteiro e a edição não são adequados, o que salva são os dois grandes atores.
- As últimas críticas do AdoroCinema
- Melhores filmes
- Melhores filmes de acordo a imprensa