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70 críticas
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4,0
Enviada em 16 de agosto de 2026
Todo Mundo em Pânico 3 foi uma surpresa bem divertida. Eu ri bastante durante o filme e, sinceramente, achei que ele conseguiu superar o segundo, embora ainda não consiga alcançar o primeiro, que continua sendo o meu favorito da franquia. O que mais gostei foi justamente da forma como o filme trabalha suas paródias. O conceito envolvendo “O Chamado” funciona muito bem porque pega elementos que originalmente seriam assustadores e transforma tudo em situações completamente absurdas e irônicas. Essa mistura deixa o filme ainda mais engraçado e faz com que a história tenha um propósito além de simplesmente juntar várias piadas aleatóém preciso destacar o sobrinho da Cindy, que foi um dos personagens que mais me arrancou risadas. Achei ele muito icônico e acredito que sua presença contribuiu bastante para o humor do filme. No geral, achei o filme bem descontraído, com um ritmo que funciona muito bem. Não senti que ele ficou cansativo ou se arrastou, e a experiência passou de maneira bastante agradável. É uma comédia que sabe exatamente o que quer ser e consegue entregar bons momentos de diversão.
Todo mundo em pânico 3 aconteceu 2 anos após o último filme e dessa vez a direção ficou com David Zucker e roteiro de Pat Proft e Craig Mazin. Na trama, acompanhamos Cindy (Anna Faris), que virou uma repórter. Cindy descobre uma fita de vídeo estranha que após ser vista, faz com que o telespectador seja morto após 7 dias. Ao mesmo tempo que 2 agricultores Tom (Charlie Sheen) e o seu irmão George (Simon Rex) relatam acontecimentos estranhos de avistamentos de ovins em sua fazenda. Mesmo com a saída dos irmãos Wayans da franquia, o filme ainda permanece dentro do aceitável. Na verdade a direção de Zucker serviu para dar um oxigenada, assim como a entrada de novos atores de peso, como além dos citados, menciono o expeirente Leslie Nielson, como presidente ( o ator pareceu super a vontade). Além de firmar Cindy e Brenda (Regina Hall) como as sobreviventes da última sequência. Além disso, o roteiro continua trabalhando com as paródias, mas com 2 núcleos bem desenhados em 2 filmes : o chamado e sinais ( grandes sucessos na época). Mas ainda colocam elementos de outros filmes de modo superficial: matrix e o sexto sentido. Na minha opinião, essa esockha agradou, pois deixou o filme mais palatavel. Além de manter as piadas sexualizadas mais maduras. O único ponto chato da comédia dessr filme são os excessos de cenas com cacetadas para gerar um humor mais simples: personagens batendo com a cabeça, sendo jogado da janela, levando paulada na cabeça e por aí vai. Pra mim esse tipo de humor é esvaziado. Gostei muito da evolução de Cindy, que agora está mais madura e nao é colocada como Santa, mas como certos impulsos que agora sao claros nessa sequência. Por outro lado, Brenda nao evoluiu em nada ,continua a mesma desbocada ( talvez por isso morreu logo). Gostei do nível de ridicularicao em tom de comédia dos 2 filmes parodiados: tanto dos ets, quanto da garota do poço. Acho que para uma troca de direção, o filme conseguiu ter mais acertos do que erros e se saiu bem para um já terceiro filme e em um curto espaço de tempo de um para o outro.
Um dos filmes mais engraçados da franquia, mesmo com o humor mais bobo. Ganha pontos pela criatividade nas paródias e pela química entre Anna Faris, Charlie Sheen e Leslie Nielsen. Anthony Anderson e Kevin Hart estão muito bem no filme também kkk.
Todo Mundo em Pânico 3... Ou, como eu gosto de chamar, "A Hora que a Série Lembrou que Tinha Orçamento e Esqueceu que Precisava Ter Graça". Lançado em 2003, esse filme é a prova de que até as franquias mais escrachadas têm seu "meh" fase—aquele momento em que os produtores olham para o sucesso dos dois primeiros e pensam: "E se a gente só jogar um monte de referências aleatórias numa tela e torcer para o Leslie Nielsen salvar a coisa?"
O filme começa com uma paródia de O Chamado, porque nada diz "vamos reciclar um clássico do terror" como duas adolescentes morrendo porque assistiram uma fita de vídeo (sim, vídeo, essa coisa que millennials só conhecem do museu). A cena já entrega o tom: "Olha, a gente ainda faz piada com mortes absurdas, mas agora com um orçamento maior!"
Depois disso, somos jogados numa colcha de retalhos de referências aleatórias: - Sinais (com direito a plantações misteriosas e um Mel Gibson caído—ops, digo, Charlie Sheen). - Matrix Reloaded (porque 2003 não era 2003 sem uma piada com o Neo). - 8 Mile (com direito a uma batalha de rap tão constrangedora que até o Eminem sentiria vergonha alheia).
A trama principal? Cindy (Anna Faris), agora jornalista, tenta decifrar a maldição da fita assassina enquanto lida com um sobrinho superdotado (que, claro, é tão irritante que você torce pra fita matá-lo logo). No meio do caminho, há aliens, um presidente burro (Leslie Nielsen, o único que ainda tenta salvar essa bagunça) e Brenda (Regina Hall), que morre cedo porque até os roteiristas cansaram dela.
- Cindy Campbell (Anna Faris): Ainda a protagonista mais desastrada do cinema, agora promovida a repórter (porque sim). Seu maior talento? Ficar confusa enquanto o roteiro joga referências aleatórias nela. - George Logan (Simon Rex): O "herói" que tem o carisma de um pão dormido e o talento para rap de um adolescente branco do subúrbio. Sua cena na batalha de rap é tão ruim que dói. - Tom Logan (Charlie Sheen): O fazendeiro viúvo que parece mais preocupado em não rir das próprias piadas do que em salvar o mundo. - Brenda Meeks (Regina Hall): Morre rápido, mas ainda rouba a cena. Sua morte é a melhor parte do filme—e isso diz muito. - O Presidente (Leslie Nielsen): O único que ainda age como se estivesse num filme de comédia. Sua presença é tão aleatória quanto genial. - Cody (Drew Mikuska): O sobrinho superdotado que todo mundo quer atropelar. Sua cena final sendo atropelado é a única justiça poética do filme.
O filme tenta manter o humor escrachado dos antecessores, mas parece que alguém esqueceu de avisar que "aleatório" não é sinônimo de "engraçado". Destaques (ou lowlights) incluem:
- A Batalha de Rap do George: Uma sequência tão forçada que até os personagens olham pra câmera como quem diz "por favor, acabem com meu sofrimento". - A Morte da Brenda: Ela é esmagada por um televisor porque O Chamado não tinha orçamento pra isso. Pelo menos foi rápida. - O Alien Michael Jackson: Sim, um alien se disfarça de MJ. Não, não é engraçado. Sim, é tão constrangedor quanto parece. - O Arquitecto de Matrix no Farol: Porque nada diz "vamos enfiar uma referência aleatória" como colocar o mesmo ator de Matrix explicando a maldição da fita. - O Final "Emocionante": Cindy e George se casam, esquecem o sobrinho no meio do nada, e ele é atropelado. "Família é tudo!"
Todo Mundo em Pânico 3 é aquele filme que você assiste quando já viu os dois primeiros e tá com preguiça de pensar. Ele tem alguns momentos engraçados (quase todos graças a Regina Hall e Leslie Nielsen), mas a maioria das piadas é tão forçada que dói.
É pior que os anteriores? Sim. Ainda vale a pena? Só se você estiver bêbado ou nostálgico demais.
O terceiro filme da franquia é bem melhor que o anterior, com uma história bem mais engraçada e com atores melhores. Só em adicionar ao elenco os atores Leslie Nielsen e Charlie Sheen, o filme melhorou muito. Claro, a história continua boba assim como nos filmes anteriores, porém, muitas vezes consegue ser engraçada também, isso já faz parte da franquia a história ser zoada. Recomendo.
A comédia é muito engraçada. Diferente do último filme, que foi uma cópia do primeiro, esse aqui é uma ''paródia original''. As piadas são diferentes e engraçadas. Teve a participação do Leslie Nielsen, que outro ator muito bom. Várias referencias de filmes que realmente fizeram sucesso. Isso faz a diferença nessa paródias. Que diferente do último filme, teve referencias de filmes não tão conhecidos ou que quase ninguém entendeu essas referencias. As piadas com o Michael Jackson, mesmo sendo bem na sacanagem, foi bem engraçadas. É o intuito desse tipo de filme.
Os personagens foram bons. Não teve os irmãos Wayans, mas mesmo assim o nível dos personagens se manteve bem.
Por enquanto esse é o segundo melhor da saga. Ainda perde para o primeiro.
- Roteiro: Nota 6 - Comédia: Nota 8 - Atuações e Personagens: Nota 7
É uma paródia de diversos filmes de terror, porém mais focado em O Chamado e Sinais. O filme conta a história de Cindy, uma jornalista que acaba se envolvendo com a fita proibida, em paralelo com a história do ex-padre do filme Sinais, e seu irmão. É um filme curtinho, então até vale a pena assistir, mas não espere nada de mais. Na minha opinião, não é tão engraçado como outros, mas é o filme mais leve da franquia.
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