Chicago
Média
4,1
867 notas

29 Críticas do usuário

5
12 críticas
4
9 críticas
3
0 crítica
2
4 críticas
1
1 crítica
0
3 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Flavia Richard Heigel
Flavia Richard Heigel

1 seguidor 11 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Chicago mereceu cada um dos premios que recebeu. Queen Latifah estava demais, Renee e Catherine igualmente fabulosas. As músicas, as coreografias, tudo em Chicago foi cuidadosamente elaborado pra dar o resultado que deu.
Homero B. S. Filho
Homero B. S. Filho

2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 28 de março de 2012
Para a maior parte das pessoas, num contexto intelectual, os melhores filmes são os antigos. Independentemente do gênero, é incontestável que os roteiros daquela época sejam mais puros, mais criativos e obviamente muito mais comprometidos com a arte em si do que os filmes mais novos. Embora vários representantes dos gêneros cinematográficos tenham conseguido alcançar um grau de excelência bastante similar ao de seus antepassados, os musicais há muito não chamavam atenção. Depois que Moulin Rouge estourou em 2001, Chicago (Chicago, 2002, de Rob Marshall) era outra produção que não poderia deixar de merecer certa atenção, especificamente por ser um musical.

A época é a década de 30. Cabarés, bebidas, intrigas, sexo, ocorriam em polvorosa na cidade dos ventos, como era chamada Chicago. No meio deste cenário, Velma Kelly e Roxie Hart cometem homicídios passionais e acabam na mesma prisão, onde partilham problemas não tão similares ocorridos entre as detentas. Próximas de serem condenadas à morte, elas independentemente contratam a mesma pessoa, Billy Flynn, advogado ambicioso e extremamente sagaz que surge como a última esperança para ambas.

O objetivismo que abre o longa trata-se de um desvio de atenção que causa ambiguidade em relação ao fluxo do roteiro (pois o passado das personagens permanece um mistério). Logo depois, descobrimos que não é exatamente necessário sabermos quem são essas pessoas, e sim o que elas querem, e é isso que irá traçar seus movimentos durante o filme: o propósito, a motivação que os impulsiona a satisafazerem seus desejos mais cobiçados.

São vários elementos que fazem de Chicago um bom filme, mas o mais peculiar é, sem dúvida, os números musicais bifurcados. De um lado, o explendor de um teatro, com direito à coreografia, platéia e um palco. Do outro, pessoas com caráter (falho ou não), sérias, mais do que atores em atividade, personalidades indecisas, movidas pela ganância ou que só querem chamar a atenção. Obviamente, o filme pende mais para o segundo lado, onde os conflitos precisam ser convincetes (e que exalta que um musical não pode ser só lantejoulas). Em contrapartida, os números musicais aparecem em momentos precisos, onde o expectador não poderia ter sido soterrado pela parte mais séria da trama para entender na pele o que realmente move cada personagem. Os números são divertidos, contagiantes e extremamente charmosos, o que é um substancial ponto positivo, e Rob Marshall consegue passar para a tela mais do que com talento essa bifurcação. Quando os personagens não são retratados em seus números musicais, eles são apenas pessoas, com roupas normais, penteados normais, e Dion Beebe contribui com uma excelente fotografia acinzentada, que expressa o quão pacato esse lado pode ser, independentemente da quantidade de intrigas. Porém, nos números musicais, tudo se transforma. As situações são ridicularizadas por metáforas hilárias, os figurinos são coloridos, e a fotografia anda lado-a-lado com a iluminação de um teatro, onde mais de uma paleta de cores, tanto na iluminação principal quanto na contra-luz, de repente surge - até os cones de luz podem ser vistos nos refletores!

Isso definitivamente faz de Chicago um sucesso, mas vemos aqui atuações inigualáveis de Renée Zellweger, Catherine Zeta-Jones e até mesmo Richard Gere. Renée brilha como Roxie, enquanto Gere atinge seu momento máximo de glória - apesar de seus 53 anos de idade durante as filmagens, o físico e o rosto do ator não aparentam mesmo essa idade. E enfim, com tantos talentos femininos, há ainda John C. Reilly, que interpreta o marido 'bobão' de Roxie. Ele rouba a cena toda vez que aparece ou falando bobagens, ou dando gafes, e ofusca todo o elenco quando expressa seus sentimentos de indivíduo cansado de ser passado para trás. O trunfo do filme, apesar de todos esses pontos positivos, é exagerar na comédia sem deixar o drama de lado, e sempre quando parece que o filme vai terminar com uma piada musical, aparece um momento dramático que muda tudo e contribui ainda mais para consolidar os personagens como pessoas de verdade. Como eu havia dito, a sátira está presente em cada número musical, e é mais do que bom poder ver os atores ironizando a eles mesmos. Chicago acerta na mosca, alternando números musicais que surgem como contra-ponto da realidade suja e das pessoas mesquinhas e interesseiras que protagonizam a longínqua história. E isto, por si só já é digno de uma antologia.
romarioalg
romarioalg

1 seguidor 8 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Por ser um musical, o filme tem toda sua ideologia de obrigatoriedade em ínúmeras aparições de músicas e danças, o que combinou bastante com o filme. O filme é bastante empolagante com uma excelente história e maravilhosas atuações. Excelente trabalho de Renée Zellweger.
Recomendo!
Adrielle PSS
Adrielle PSS

8 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Gosto de musicais, mas esse definitivamente não é o espetáculo que é "Moulin Rouge", tds as cenas com musicas são coisas das cabeças dos personagens, a única pessoa que canta bem ali é sem duvida Catherine Zeta-Jones, Renée canta gemendo e Richard Gere com certeza não nasceu pra isso, não tem o mesmo visual de "Moulin Rouge" e que fique bem claro que eu só estou comparando os dois, pq o Moulin Rouge foi o mais recente antes de Chicago, as musicas não empolgam, e vc com certeza não sai cantando as musicas, é como se as musicas fossem incluisas a força no filme. É nítido como Chicago tenta, sem sucesso, imitar Moulin Rouge, é decepcionante com certeza
Arthur
Arthur

1 seguidor 16 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 28 de fevereiro de 2012
Podre!!!! A crítica de cinema e os membros da "Academia" estão cada vez mais desqualificados e insensatos. Não existe um motivo se quer para um filme como esse ganhar um Oscar, muito menos cinco!!! Mas o que podemos fazer não é? Este fato foi consequência da falta de opção, afinal não existiu um filme bom sequer neste ano."
Robson
Robson

3 seguidores 23 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Uma história boa perdida em um texto e uma edição duvidosa, o filme é um fiasco que só se salva pelas ótimas atuações de Zeta Jones e Renée Zellweger pois até o galã Richard Gere passa a sua antipatia pessoal para seu personagem canastrão. Não sei como um filme tão sem graça conseguiu tantas indicações a prêmios tão bem conceituados.... quem realmente quer ver um bom musical é melhor rever o “Moulin Rouge” que ainda consegue ser o melhor musical da atualidade. Não perca tempo vendo “Chicago” o máximo que você vai conseguir dar bons cochilos durante o filme. Não recomendo!"
Henrique
Henrique

12 seguidores 38 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
All... That... Jazz!!! Chicago eh isso! É empolgante, é perturabor, é alegre, é crítico... É tudo... de bom! A começar pelo elenco: Catherine Zeta Jones (nem tao bonita, mas excelente no papel), Reneé Zellwegger (fugindo do rótulo comédia romântica) e Richard Gere (canastrão até não poder mais). É um filme tecnicamente e visualmente perfeito. Mereceu cada Oscar que ganhou, e a "não-indicação" de Richard Gere foi uma grande injustiça. Ele diz a melhor frase do filme é dele: "Sou o melhor advogado de Chicago. Se Jesus tivesse me conhecido ele não teria acabado daquele jeito."
Fernando
Fernando

27 seguidores 86 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Catherine Zeta-Jones está perfeita e é a verdadeira estrela do filme. Renée Zellweger empolga mais nas cenas cômicas do que cantando , embora seu esforço seja visível. O problema é que Catherine , além da beleza estonteante , tem mais experiência em canto e dança do que Renée. Ainda assim um memorável espetáculo.Trilha sonora impecável."
PedroConrado
PedroConrado

70 seguidores 99 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Bem produzido, bem atuado e bem dirigido, mas tem todas as limitações de um musical. Merece quase todas as indicações ao Oscar (apesar da maioria ser técnicas). Dentro do que poderia oferecer, é bom. Se fosse eu, votante da Academia escolheria Marshall como melhor diretor. Apesar de alguns números um pouco mal ensaiados, não tem concorrentes muito fortes: Daldry é literal demais, Polanski não inova com o tema de holocausto, o prêmio de Almodóvar é a indicação e Scorsese (que deve ganhar) faz o que qualquer diretor conseguiria com 97 milhões de dólares. Quanto as atuações, vale destaque para a rapper Queen Latifah. Renée convence como Roxie mas Gere não passa a mesma segurança como Billy. Ele fica em um meio termo em sua atuação e não convence muito. Faz o bem o papel, mas não foi realmente digno dessa vez de uma indicação ao Oscar. Catherine dá um s how nos números musicais e o seu Oscar pode até ser merecido. Quanto ah John C. Reilly não se pode dizer o mesmo. Não pelo autor, mas por seu papel. É simples, fácil e não tem nenhum grande destaque. Talvez a indicação seja merecida pelo conjunto de papéis que ele fez em 2002 (Em Gangues, As Horas e Chicago) que são bem diferentes uns dos outros. O roteiro é fraco sim. O filme poderia ser uma curta-metragem mas esperava até menos. Pensei que ia ficar cansado com um musical com a história que vi em trailer. Porém os números musicais não são tantos quanto pensava e ajudam até a definir a personalidade de todos os personagens e principalmente de Roxie (visto que os números se passam em sua cadeia), além de não serem bastante cansativos, até suportáveis. Por transformar uma história simples e curta em um musical sem excessos e não muito cansativo, Rob Marshall merece o Oscar."
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa