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Leonardo d.
18 seguidores
73 críticas
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4,0
Enviada em 23 de fevereiro de 2015
A montagem estonteante e o roteiro irônico enobrecem essa fábula moderna sobre os artifícios da fama e os métodos amorais de uma mídia histérica, que ajuda no processo de distorção dos fatos e transforma em celebridade quem merece a repulsa da sociedade. Os números musicais não se passam no universo real dos personagens, mas no palco ou no tablado. Em outras circunstâncias, isso poderia tornar a obra excessivamente teatral; aqui, no entanto, o recurso funciona muito bem, seja porque tais cenas retratam o universo psicológico dos indivíduos, seja porque elas se prestam a sublinhar a farsa das subcelebridades, que veem a vida como um grande show de cabaré.
Boa tarde! Chicago foi um musical da Broadway e tornou-se um ótimo filme, ambientado nos anos 20, conta a história de Roxie Hart, que usa um assassinato para buscar a fama! Eu adorei o filme Chicago, realmente é sensacional e gostei muito do sapateado do Richard Gere! Bom, acho que não só eu gostei, porquê o Richard Gere ganhou o Oscar! Se você ainda não assistiu, veja, porquê é um musical maravilhoso!
CHICAGO = PERFEIÇÃO Acho incrível aquilo que eu estou a ler aqui neste site. "Podre!!!!"? "edição duvidosa"? "com certeza não sai cantando as musicas"? "Chicago tenta, sem sucesso, imitar Moulin Rouge"? Meus Deuses! Chicago, na minha opinião, é a melhor invenção cinematográfica, não só pelos 6 Oscars (em 13 nomeações) bem merecidos, mas também derivado a todos os elementos presentes no filme. Comecemos pela banda sonora, que é a melhor edição de som presente num filme na história de Hollywood (valeu-lhe um Oscar) com músicas como All That Jazz (deliciosa e irreverente), Cell Block Tango (sensualidade e beleza), Mister Cellophane (triste e comovente) ou I Move On (uma música excelente que lhe valeu uma nomeação para o Oscar de Melhor Música Original), Em relação ao cenário está incrivelmente verídico e presente, com tudo o que há de bom nos Anos 20: as viaturas, o restaurante, os cabarets, os automóveis e a prisão, que lhe valeu o Oscar de Melhor Direcção de Arte e Decoração. Em relação ao guarda-roupa um dos melhores do mundo cinematográfico. Velma Kelly com roupas sensuais e incríveis, preta, vermelha e arrujada. Roxie Heart com o seu ar angelical é perfeita. Billy Flynn com fatos que identificam a sua herarquia social. Um Oscar para Melho Guarda-Roupa, também. Em relação à direcção e à cinematografia está com uma visão tão perfeccionista, como os olhos do cinematográfico Dion Beebe e do Realizador/Coreógrafo Rob Marshall, fizeram com que a câmara alcançasse os pontos certos do filme. O argumento é excelente (valeu-lhe uma nomeação para os Oscars de Melhor Argumento) com muito crime, romance e cabaret à mistura. Quanto ao elenco foi perfeito. Christine Baranski como uma jornalista que tem a pergunta na ponta da língua e que não é burra como os outros jornalistas, John C. Reilly (nomeado para 1 Oscar com este filme) como o marido tolo e apaixonado que faz tudo pela mulher mesmo que ela assim não o retribua, Richard Gére (vencedor de 1 Globo de Ouro com este filme) com um advogado mais manhoso que uma raposa e mais sábio que uma coruja, Renée Zellweger (nomeada para 1 Oscar com este filme) a mulher que quer ir mais além, custe o que custar e, por fim, a actriz vencedora de 1 Oscar com este filme Catherine Zeta-Jones interpretou incrivelmente Velma Kelly, uma mulher que tem tudo, até mesmo a vingança, agora tem que escapar às consequências para voltar para a ribalta. Um filme com uma edição excelente (Oscar de Melhor Edição num Filme e Melhor Filme) este é um filme completamente estrondoso, irreverente e único... Longe de "tentar imitar" ou ser semelhante ao Moulin Rouge, todos sabem o All That Jazz, Cell Block Tango, Roxie, Mamma de cor e "Podre"? Não a palavra certa para este filme é"Poderoso"!
MA-RA-VI-LHO-SO! Essa é a palavra que melhor descreve este filme. Atuações incríveis, cenários incríveis, figurinos incríveis, músicas incríveis, imagens incríveis e uma história super bem amarrada garantem um verdadeiro espetáculo. Para mim, não deixou a desejar em absolutamente nada. Sou publicitária e adorei ver a paródia que fizeram sobre o jogo de imagens (públicas) construídas através da mídia, com a ajudinha de um advogado um tanto inescrupuloso, que fez as vezes de um genial relações públicas.
Este filme eh um perfeito incrivel como vemos os atores se dedicando tanto na atuação como nas canções, nas cenas que se mesclam entre si, fazendo com que o filme siga num ritmo empolgante e divertido. Magnificamente filmado, coreografado, iluminado e o figurino eh um arraso. Merecido os Oscars que ganhou. E René, como nao compara-la a Marilyn Monroe? Acho que ela que deveria ter feito o filme "Sete dia com Marilyn"( Nada contra Michelle Williams,que alias estava otima). Todos arrazam, desde o diretor, aos atores e as musicas criativas e escandalo de Filme!
Sexy, provocante e ousado: essas são as palavras que definem o filme. Chicago é um verdadeiro show de competência e qualidade, começando pela direção que é extremamente talentosa, cuidadosa e pode se dizer também elegante. As atuações também dão um show a parte, principalmente o trio principal. Sem dúvida todas as estatuetas arrebatadas foram merecidas, pois Chicago é um filme empolgante, elegante e vai muito além de um musical, ele consegue ser um verdeiro espetáculo.
Um filme talentoso que nos leva as imensidões do cinema musical. Nos lembramos de clássicos do gênero, e não perdemos o gosto por este bom filme. Emocionante e muito atraente, as interpretações são consagradas e excelentes, Richard Gere em um dos melhores papeis da carreira. "All that Jazz..." é Chicago, e em Chicago a estrela brilha, mas não para sempre.
Não sou muito de musicais, mas com certeza esse é um dos melhores musicais que existe!! Merecedor de todos os seus 6 Oscars e outros prêmios, em especial Oscar de melhor atriz coadjuvante para Catherine Zeta-Jones!! (mas voto de fã não conta, então...) #FãClubeZeta4Ever
Concordo com cada ponto que você destacou e mais ainda de como realmente Chicago é uma sátira a dualidade humana, que por mais destacada que seja nossa vida ela é somente "cinzenta" enquanto todos nós, internamente, a enxergamos como uma peça, um espetáculo! Incrível como muitas pessoas não enxergam isso no filme, ou o discriminam por ser um musical!
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