Notas dos Filmes
Meu AdoroCinema
    Sem Dor, Sem Ganho
    Média
    3,9
    1010 notas e 73 críticas
    distribuição de 73 críticas por nota
    15 críticas
    27 críticas
    16 críticas
    8 críticas
    2 críticas
    5 críticas
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    73 críticas do leitor

    Gil C.
    Gil C.

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    4,0
    Enviada em 23 de agosto de 2013
    O filme é cheio de zoaçao, idiota, mas divertido! Vamos dizer que é uma comédia trágica cômica. O pior é saber que a história aconteceu de verdade.
    Jefferson Davi D.
    Jefferson Davi D.

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    3,5
    Enviada em 23 de agosto de 2013
    Sem dor, sem ganho. Não dava nada para esse filme de ação e comédia. Mas é sensacional, filme baseado em fatos verídicos, a comédia foi somente para amenizar o crime brutal que ocorreu em 1994. O filme tem sequestros, assassinatos e humor negro. Isso tudo com o cabeça da equipe, Daniel Lugo, ele comanda uma equipe de personal trainers e eles envolvem-se em atividades criminosas em busca do "sonho americano", de uma maneira errada, assim dizendo.
    RASEC
    RASEC

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    5,0
    Enviada em 25 de agosto de 2013
    adorei o filme ,e pensando ainda que e uma historia real ,assusta ver ate aonde as pessoas vão para conseguir subir na vida ,,,,,,,,,
    anônimo
    Um visitante
    4,5
    Enviada em 7 de novembro de 2013
    No comecinho do filme disse: pó, deve ser só um filme de "cérebro de proteína", mas logo depois o filme fica muito bom mesmo. spoiler: O plano maluco dos personagens, a burrice deles, a comédia, o The rock sendo um cheirador que aceitou a Jesus, a Russa linda, burra e maluca. .. tudo isso é muito engraçado. Muito bem bolado e só no final descobri que foi baseado em um historia real. Vale a pena assistir, bombados, magrinhos e etc.!
    Gabriel H.
    Gabriel H.

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    4,0
    Enviada em 19 de agosto de 2013
    Achei incrível a habilidade de Michael Bay para fazer um filme desse com um baixo orçamento, Pain & Gain é um filme empolgante, engraçado, curioso e insano, embora os 3 personagens principais sejam muito bons Mark Wahlberg surpreendeu ao entrar totalmente na mente do fisiculturista Daniel Lugo, na minha opinião é um filme muito bom, enquanto a fidelidade a historia real, também achei interessante, não posso reclamar de algumas das grandes mudanças nos personagens ou na história, acredito que a adaptação se saiu muito bem, o relacionamento de Lugo com o Sonho Americano faz você se motivar junto com o filme, esquecendo que eles são sequestradores e assassinos, para quem ficou aguardando um filme totalmente sobre Fitness só pelo nome, pode não gostar, porem os personagens são bastante fieis ao fisiculturismo, enquanto ao final, ótimo, o filme não sai da realidade.
    Delton P.
    Delton P.

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    1,0
    Enviada em 17 de novembro de 2014
    Filme patético! Não dá nem para escrever uma crítica. Fica abaixo da crítica. Duas horas perdidas nesse lixo.
    Thiago L.
    Thiago L.

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    3,5
    Enviada em 26 de agosto de 2013
    Sem Dor Sem Ganho (2013) - Review A inteligência de um monumento aos próprios defeitos Poucos cineastas são mais atacados pela crítica do que o californiano Michael Bay. Sua preferência pelo espetáculo visual megalomaníaco em detrimento de uma abordagem narrativa estimulante pode ter rendido à Bay grande sucesso de público e o status de um dos diretores mais rentáveis em Hollywood, mas por outro lado atraiu a fúria universal de críticos e amantes da Sétima Arte em geral, que lhe deram vaga vitalícia nas listas de Piores Diretores. Outro alvo frequente de hostilidades, o famigerado alemão Uwe Boll desafiou seus críticos mais ferrenhos para lutas de boxe. Venceu todos, mas deixou sua dignidade no ringue. Civilizado, Michael Bay aproveita "Sem Dor Sem Ganho" (Pain & Gain, 2013) para rir dos próprios defeitos, revelando uma faceta bem-humorada e perspicaz que resulta em uma sátira sócio-política divertida e, surpreendentemente, elaborada. O primeiro indício desta autocrítica surge na declaração do protagonista interpretado por Mark Wahlberg: "Meu nome é Daniel Lugo e eu acredito em fitness". Pela quantidade de viaturas policiais em seu encalço, é óbvio que as convicções morais de Lugo em algum momento afrontarão a lei, mas antes que vejamos o desfecho completo, Michael Bay corta para o início da trama. Lugo é um rato de academia, obcecado pela busca da perfeição física e ansioso por uma vida de riqueza e sucesso. Motivação não falta para ir em busca do "Sonho Americano", mas o problema é que ele não sabe exatamente como. Quando o cliente endinheirado e arrogante Victor Kershaw (Tony Shalhoub) sugere que o personal trainer aproveite as falhas no sistema para atingir seus objetivos, Lugo interpreta o conselho literalmente e forma um plano para sequestrar e extorquir Kershaw, com a ajuda do marombeiro Adrian Doorbal (Anthony Mackie) e do ex-prisioneiro devotado à Jesus e cocaína Paul Doyle (Dwayne "The Rock" Johnson). Com muitos músculos e pouca inteligência para enxergar qualquer coisa além de seus próprios egos, é de se imaginar que o trio não seja exatamente expert na prática de qualquer crime. Portanto não surpreende a sucessão de trapalhadas e fracassos que vem à seguir, tão inacreditável que faria desta uma obra de ficção - se não fosse verdade. O roteiro de Christopher Markus e Stephen McFeely é baseado em uma série de artigos publicados pelo jornalista Pete Collins no jornal Miami New Times, o que mantém o longa de Michael Bay gravitando em torno da verdade dos fatos por mais absurdos que eles sejam. Uma crônica sobre criminosos idiotas e investigação policial desastrada em plena Miami ensolarada de 1995 é o encaixe perfeito para o estilo cinematográfico de Bay, que aqui desfila todos os seus defeitos orgulhosamente. Porém diferente de seus filmes anteriores, que cultuavam a forma sem qualquer preocupação com o conteúdo, Bay emprega os próprios vícios à serviço de uma crítica ácida ao ideal de sucesso norte-americano. Como "Sem Dor Sem Ganho" marca o retorno voluntário do diretor à um projeto de orçamento modesto ("apenas" 25 milhões de dólares), não há espaço aqui para robôs gigantes explodindo o planeta indiscriminadamente, mas estão presentes todos os elementos que formam a assinatura de Bay: ação incoerente, caricaturas racistas, exploração da imagem feminina, violência extrema, fotografia saturada e clichês de todos os tipos. Até mesmo um carro explode sem motivo algum, enquanto o diretor ri de seus críticos com a teatralidade proposital da cena. E pela primeira vez em toda sua filmografia, não poderia ser diferente. A história da gangue do Sun Gym é marcada por tantas situações estúpidas que a falta de sutileza do diretor cai como uma luva para alcançar o efeito cômico desejado, embora a completa ausência de sensibilidade e o exageiro crescente distanciem o cinema de Bay daquele produzido com o refino dos irmãos Ethan e Joel Cohen (Fargo), especialistas neste tipo de trama. Trata-se de um filme onde criminosos esquartejam cadáveres vestindo apenas cuecas de grife, promovendo um churrasco de dedos cortados para apagar impressões digitais, e por isso é natural a irritação provocada nos familiares das vítimas. Mas não havia outra forma de manter a leveza do longa sem fazer graça com estas bizarrices, motivo pelo qual este trabalho do cineasta configura um exercício estético de rara produtividade, que combina perfeitamente com a adaptação deliberadamente desajustada deste apagão moral violento. Entreter multidões com sua histeria visual parece, à primeira vista, ser novamente o objetivo principal do diretor, mas por baixo do humor negro há uma camada de profundidade na crítica ao "Sonho Americano" e outros ideais conservadores. Desde que o historiador James Truslow Adams cunhou o termo em 1931 para simbolizar a oportunidade que todos têm de obter a prosperidade através do esforço próprio, a sociedade relativizou o conceito para ignorar a ética dos meios desde que o fim fosse o sucesso financeiro. Tal subjetividade gera desordem se manejada por indivíduos moralmente deturpados, como no caso de Daniel Lugo. Mark Wahlberg entrega uma performance competente ao incorporar o homem que almeja o sucesso a qualquer custo, acreditando ser legítimo merecedor em razão de sua superioridade física, pois o tamanho de seus músculos é a prova de seu esforço e seu valor. Em suma, na mente de Daniel Lugo ele merece ser rico apenas por ser ele próprio, paródia não muito distante do pensamento elitista norte-americano. Bay utiliza o conceito de "fitness" como uma metáfora para a deterioração da relação entre meritocracia e riqueza, e o protagonista de seu filme interpreta o Destino Manifesto à nível físico para inspirar seus companheiros. O personagem de Anthony Mackie precisa de dinheiro para melhorar sua performance sexual, sem a qual ele não pode ser um homem completo na concepção masculina tradicional. Já The Rock, cuja interpretação se destaca no trio ao flutuar entre a inocência sóbria e a alucinação induzida pela cocaína, adciona à mistura a devoção cristã que se revela mera hipocrisia quando a violência brutal se faz necessária para chegar à El Dorado. Mesmo a homofobia dos personagens é combustível para a sátira de Bay, que submete o trio à um armazém lotado de vibradores e brinquedos sexuais, onde interrogam Victor Kershaw. Por falar nele, o empresário pode ser mostrado como uma caricatura inescrupulosa, mas perto dos criminosos seu sucesso é visto como legítimo pelo diretor, apontando que carisma não é parâmetro moral em uma sociedade regida pelo Sonho Americano. Em meio à um elenco atado ao exageiro, o detetive Ed DuBois interpretado com elegância por Ed Harris surge como um raio de sensatez, contrabalançando a raiva obssessiva de Kershaw. O ator veterano é mais um elementos que marca o retorno de Michael Bay às raízes, basta lembrar de "A Rocha" (The Rock, 1996), fruto de uma época em que o diretor se concentrava em narrativas coerentes e empolgantes sem a necessidade de orçamentos gigantescos. É nisso que consiste "Sem Dor Sem Ganho", beneficiado pelas décadas de experiência de seu criador na indústria, que trouxeram maturidade para que Bay reconhecesse também as razões das críticas negativas. O que torna este filme em algo notável é justamente o bom humor com o qual o diretor encara a situação e seu olhar crítico para o mesmo sistema do qual é um efeito colateral, erguendo um monumento inteligente e divertido aos próprios defeitos.
    Paulo Renato R.
    Paulo Renato R.

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    5,0
    Enviada em 17 de janeiro de 2014
    APÓS OS FRACASSOS DE MICHAEL BAY NA FRANQUIA TRANSFORMERS,ELE FINALMENTE FEZ UM FILME INTERESSANTE. O FILME SEM DOR,SEM GANHO(PAIN & GAIN) FOI ATÉ HOJE,A OBRA MAIS INTERESSANTE E INTELIGENTE DE MICHAEL ÓS ELE FAZER DE TRANSFORMERS UMA DAS FRANQUIAS MAIS CHATAS E RETARDADAS DA HISTÓRIA DO OS FILMES TRANSFORMERS 88% LUTAS E EXPLOSÕES DE ROBÔS ALIENÍGENAS(QUE CHEGAM A SER MUITO CANSATIVAS),E APENAS 12% DE HISTÓRIA,ELE CONSEGUIU FELIZMENTE,FAZER UM FILME BOM,COM UMA HISTÓRIA ENVOLVENTE E AÇÃO MODERADA. O FILME SEM DOR,SEM GANHO É COM CERTEZA UM DOS MELHORES FILMES DE 2013. REUNINDO UM ELENCO ESPETACULAR,COM MARK WAHLBERG E DWAYNE JOHNSON,E UMA HISTÓRIA QUE ENVOLVE O ESPECTADOR E O FAZ VISAR O PONTO DE VISTA DOS PERSONAGEMS,VENDO O QUE OS LEVARAM A COMETER O CRIME CONTRA O SR. KERSHAW. A HISTÓRIA TE ENVOLVE TANTO COM OS PERSONAGEMS,QUE VOCÊ COMEÇA A TORCER PARA LOUG,PAUL E ADRIAN SE SAFAREM DOS CRIMES QUE ELES ACABAM COMETENDO AO LONGO DO FILME. O QUE MAIS ADMIREI NO FILME,FOI ELE MOSTRAR O PONTO DE VISTA DE CADA PERSONAGEM,NÃO APENAS DO TRIO PRINCIPAL. ENFIM,O FILME É EXPETACULAR,E MICHAEL BAY NÃO FICOU APELANDO PARA UMA VIOLÊNCIA DESNECESSÁRIA E CANSATIVA. ESPERO QUE ELE MUDE O RUMO DA FRANQUIA TRANSFORMERS PARA FILMES MAIS INTERESSANTES,QUE NÃO APELEM PARA EXPLOSÕES DESNECESSARIAS O FILME TODO. NOTA DO FILME : 10/10 5/05
    anônimo
    Um visitante
    2,5
    Enviada em 11 de fevereiro de 2015
    Confesso que me empolguei bastante a assistir ao trailer desse filme.Mas o filme em si não foi tão satisfatório assim.Pela capa,vimos uma boa chamada ao ver Mark Wahlberg ao lado de Dwayne Johnson,com cara de mal e músculos saltando pela blusa.Esperava em ver muita ação,como já estamos acostumados a presenciar esses dois em cena.E que ainda tem Michael Bay na direção (fiquei ainda mas empolgado).O filme tem seus bons momentos de loucuras,por parte de todo o elenco,mas desmotiva pela história ser bastante longa e não funcionar direito.Valeu por saber que toda história se baseia em uma verdade.
    Rafael A.
    Rafael A.

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    0,5
    Enviada em 20 de outubro de 2015
    Um lixo de filme! Horrível Nem perdão tempo com ele filme
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