O Sorriso de Mona Lisa
Média
4,2
963 notas

22 Críticas do usuário

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Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

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3,5
Enviada em 25 de fevereiro de 2026
O sorriso da Monalisa é um filme de drama que contou com a direção de Mike Newell e roteiro de Lawrence Konner e Mark Rosenthal. A trama é ambientada na década de 1950, e acompanhamos a professora recém formada Katherine Watson (Julia Roberts) e foi contratada para lecionar História da Arte em uma escola bastante prestigiada, apenas com alunas mulheres. Watson passa a se dedicar em confrontar os valores femininos em um espaço bastante tradicionalista. Nem que para isso bata de frente com algumas alunas e direção do colégio. O filme inicialmente procura mostrar, por meio das aulas de Watson que a Artes que ela nao pode ser conservadora, mas que as suas alunos devem manter a mente aberta para entender. Nesse aspecto, as alunas que antes decoram pq costumavam ler as apostilas tinha tudo na ponta da língua. O grande detalhe é que essas apostilas eram feitas pela direção e mantinha um material conservador. Assim, Watson busca algo novo, a arte contemporânea, ao passo que vai tentando mostrar que isso pode ser levado para vida. É fato que o ambiente escola com suas estruturas e currículos formadores são palco para ferramentas políticas. O que aprendemos, como e quando são peças de uma engrenagem política bem maior do que aqueles muros e reverbera na vida. Com isso, as alunas daquela escola ( quase todas) apesar de inteligentes e estarem em uma escola renomada, busca apenas o sonho de se casa. Nem que para isso se casem cedo ( ainda cursando a escola). Watson entra como uma resistência e passa a incomodar a direção da escola. O filme ganha um brilhantismo, pois é situado num período certo para o tipo de tradicionalismo exigido. O filme trabalha bem esses mecanismos e passa expor a vida de cada uma das alunas da professora. O destaque é de Betty (Kirsten Dunst) que passa a ser a mais resistente e bate de frente com a professora. O filme tbm é pode ser dividido com o núcleo de Watson, mostrando sua relação com outros colegas da escola e sua vida amorosa ( parte mais chata do filme e nao acrescentou em nada na trama) e a vida de algumas de suas alunas. O roteiro acertou em diferenciar o desfecho de cada uma das alunas e essa parte foi realmente a melhor. Mostrando que ainda que se casando, mas foi por uma escolha. O elenco tbm é recheado de nomes jovens, mas que hoje sao conhecidas, como além das já mencionadas, citamos aqui Julia Stiles e Ginnifer Goodwin. Mas Julia Roberts é quem brilha no filme. O tema do filme já e algo bem trabalhados por outros até melhores que esse, mas nao deixa de ser uma trama a ser apreciado. O tema ainda é relevante nos dias atuais, quando vemos professores e pessoas que trabalham com educação simplesmente aceitando tudo o que é determinando de cima ( do campo político). A escola é um ótimo espaço para quebrar paradigmas.
Leo Defanti
Leo Defanti

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4,0
Enviada em 10 de janeiro de 2026
Julia Roberts sempre tão perfeita, um elenco todo bem entrosado! Figurino e fotografia perfeitos! Um filme que a gente é capaz de assistir várias vezes sem enjoar!
Vailson Mota
Vailson Mota

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 7 de janeiro de 2026
Filme encantador e inspirador, que conta com um elenco fascinante. Que obra maravilhosa. Feliz que apareceu para mim como sugestão.
Kursakov Alan
Kursakov Alan

4 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de abril de 2021
O Filme é muito bom, e desperta muita curiosidade ao fazer esse questionamento
entre conservar algo e reinventar, e essa coisa moderna antropocentrica de colocar
o homem como centro de tudo, é um filme muito legal, recomendo!
Heliel Marcos Quintino
Heliel Marcos Quintino

29 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 20 de maio de 2020
Atuações de primeira e figurino impecável fazem deste filme um clássico do gênero. A escolha da Julia Roberts para ser a protagonista do filme não poderia ter sido melhor. Inspiração pura. Um filme que poderia se chamar "Em Busca da Liberdade". Muito bom! Recomendo, para quem nunca assistiu. Não vai se arrepender...
Maria Soares
Maria Soares

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de maio de 2020
Apesar das críticas apontadas na altura quando o filme saiu, de o guião ser bastante previsível e das atuações das atrizes secundárias de alguma forma ofuscarem o papel da Julia, o filme é único na minha perspetiva, quase como uma versão feminina do Club dos Poetas Mortos. Adorei o script, as atrizes, o ambiente do filme, enfim tudo. Sendo que o tema principal merecia mais destaque do que aquele que obteve, não todos os dias que as gerações de hoje tem a oportunidade de rever a perspetiva das mulheres dos anos 60, nomeadamente o conflito principal entre o papel de donas de casa versus a educação.
Luciano L
Luciano L

4 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 4 de novembro de 2019
Pegue elementos de "A Sociedade dos Poetas Mortos" e tera o " O Sorrido de Monsalisa". Talaves ate a correlação dos nomes nao seja so coincidencia.... Julia Roberts esta muito bem nessa obra mas quem rouba a cena é Kristen Dunst no papel de uma jovem na qual acredita que nasceu para ser esposa, ter filhos e cuidar de seu marido e aos poucos ve seu mundo desmoronar. Inclusive a melhor cena do filme é dela. A tematica do filme é boa e estava sendo bem executada ate incluirem um romance para a personagem de Roberts que seria totalmente desnecessario e, incluise a facilitação do roteiro para justificar o fim desse mesmo romance é outro ponto fraco. O final é previsível, talvez um tom acima na melodramaticidade. "O Sorrido de Monalisa" é uma obra com importante relevancia cultural e social, mas ao mesmo tempo é previsível.
Crismika
Crismika

1.192 seguidores 510 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de outubro de 2019
Bela fotografia, ótimo roteiro, direção impecável e atuações espetaculares resultam num filme gostoso de assistir que conta uma história deliciosa da professora subversora que tenta mudar a sociedade hipócrita dos anos 50 que achava que mulher só nascia para casar e ser dona de casa. Imperdível e gostoso de assistir.
Jackson A L
Jackson A L

13.703 seguidores 1.242 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 26 de dezembro de 2018
Um elenco de destaque merece grandes interpretações e foi realmente o que aconteceu, sobretudo a personagem interpretada por Julia Roberts que tenta ir contra os padrões conservadores da época. Um grande filme, que possivelmente tenha sido inspirado por "Sociedade dos Poetas Mortos". Figurino e fotografia também estão impecáveis. Vale a pena!
Luiz Cappellano
Luiz Cappellano

62 seguidores 103 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de abril de 2016
O filme se chama “O sorriso de Monalisa” pois como a personagem Betty Warren coloca, se referindo à Monalisa: "ela está sorrindo, mas está feliz?" Ou seja, nem sempre as coisas são o que parecem ser. Está ambientado no tradicional Colégio para moças Wellesley, próximo a Boston, Estado de Massachussets, nos anos de 1953 e 1954. Este colégio atende às camadas mais abastadas da sociedade, formando as futuras esposas de industriais e magnatas. Durante o filme assistimos 7 aulas da professora Katherine Watson: 4 em sala de aula com slides, 1 estudo do meio em frente a uma obra de Jackson Pollock, 1 sobre Van Gogh na sala de artes e outra em que as alunas discutiam sobre Monalisa. Em todas elas, além dos recursos que eram tecnológicos de ponta para a época (como o projetor de slides) há a tentativa da professora de inovar nos recursos pedagógicos, como no estudo do meio em que as alunas apreciam um quadro original de Jackson Pollock, buscando desenvolver a criatividade e a criticidade das mesmas. A professora e a História da Arte desempenham o papel "desequilibrador" na vida acadêmica das alunas, que faz com que reflitam e, ao refletirem, sejam capazes de ressignificar-se, responsabilizando-se pelas próprias vidas e os próprios destinos, em uma época em que a expectativa última seria apenas o casamento e os filhos. Como exemplos dessa ressignificação podemos citar a própria Betty Warren quando, uma vez consumadas as expectativas sociais e da família e providenciado casamento adequado decide separar-se e estudar direito, Connie Baker, a gordinha desajeitada que se encontra e, ao encontrar-se encontra também o amor, e Giselle Levy, a judia, que é capaz da nobreza de caráter ao relevar as inúmeras humilhações sofridas pelas mãos de Betty e se oferece para ser de fato amiga e dividir apartamento uma vez que esta decide separar-se. Na contra-mão temos Joan, que poderia ser uma advogada brilhante porém opta pelo casamento, de forma consciente e estudada. Quando a professora deixa o colégio não é apenas porque, de alguma forma, sua pequena "Revolução" foi concluída, mas também porque ela não foi, ou seja, longe da sua influência há uma tendência a um reequilibramento, onde até mesmo o professor de italiano namorador, Bill Dunbar, volta a se envolver com alunas.
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