Média
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Autêntico e mantendo-se fiel ao clima dos anos 80, Quero Ser Grande é um filme de Comédia que não é engraçado, mas o tom dramático e jovial me agrada. Tom Hanks está excelente e é muito competente em passar a sensação de ser mesmo uma criança, além do filme ser emocionante. É uma boa pedida especialmente para aqueles que gostam do ator.
Um filme que sempre me emociona. Um clássico da sessão da tarde que explora o choque entre o "mundo" infantil e o "mundo" dos adultos . Os pontos altos desse filme são a química entre os protagonistas Suzan (Elisabeth Perkins ) e Josh ( Tom Hanks) e a belíssima trilha sonora .
**Crítica | Quero Ser Grande (Big)**
**Ano de lançamento:** 1988
**Duração:** 1h44
**Gêneros:** Comédia • Fantasia • Drama
**Elenco principal:**
* **Tom Hanks** — *Josh Baskin*
* **David Moscow** — *Josh Baskin (criança)*
* **Jared Rushton** — *Billy Kopecki*
* **Elizabeth Perkins** — *Susan Lawrence*
**Enredo & Estória**
*Quero Ser Grande* parte de uma ideia simples, quase ingênua, mas extremamente poderosa: o desejo universal de crescer rápido demais. Josh, um garoto frustrado por ser tratado como criança, faz um pedido em uma máquina misteriosa de parque de diversões — e acorda adulto no dia seguinte. O corpo muda, mas a mente continua sendo a de um menino. É nesse contraste que o filme encontra sua alma: o choque entre a pureza da infância e a dureza do mundo adulto.
**Produção & Fotografia**
Como típico representante das comédias dos anos 80, o filme tem uma produção simples, funcional e honesta. A fotografia é clara, cotidiana, sem grandes invenções visuais, mas eficiente ao criar um ambiente confortável e quase acolhedor, reforçando o tom de fábula moderna. Nada soa grandioso, e isso funciona a favor da proposta.
**Momentos Icônicos & Direção**
É impossível falar do filme sem citar a cena antológica do **piano gigante**, com Tom Hanks tocando com os pés. Não é apenas uma cena divertida — é a tradução visual do espírito do filme: um adulto que se recusa, mesmo sem querer, a abandonar a criança que existe dentro dele. A direção entende bem esse equilíbrio entre humor e melancolia, sem jamais cair no exagero.
**Atuações**
Tom Hanks entrega uma atuação que ajudou a moldar sua carreira. Ele não interpreta apenas um adulto infantilizado; ele **é** uma criança presa em um corpo adulto, nos gestos, no olhar e na forma de falar. É uma atuação cheia de humanidade e carisma. Jared Rushton, como Billy, representa o elo com a realidade e com a infância perdida, enquanto Elizabeth Perkins vive uma executiva que se apaixona por Josh sem perceber a ironia e o desconforto moral da situação — um detalhe que hoje gera debates interessantes, mas que na época era tratado com leveza.
**Temas & Profundidade**
Por trás da comédia, o filme fala sobre amadurecer cedo demais, sobre sucesso profissional vazio e sobre como o mundo adulto pode ser cruel com sonhos simples. Josh se destaca na empresa de brinquedos justamente por pensar como criança — uma crítica sutil à falta de criatividade e sensibilidade no ambiente corporativo.
**Efeitos Especiais**
Praticamente inexistentes, e nem fazem falta. A transformação acontece fora de cena, reforçando que o foco nunca foi o “como”, mas sim o “por quê”.
**Sequências & Filmes Semelhantes**
O filme não teve sequência direta, mas influenciou diversas obras com a mesma premissa.
**Filmes semelhantes:** *De Repente 30*, *17 Outra Vez*, *Vice-Versa* (no aspecto emocional), *Um Salto para a Felicidade*.
⚖️ **Avaliação Final — Vale a pena assistir?**
*Quero Ser Grande* é uma comédia clássica que envelheceu bem em essência, mesmo que alguns aspectos soem datados. Divertido, nostálgico e surpreendentemente reflexivo, é um filme que faz rir e pensar sobre o preço de crescer rápido demais. Um retrato sensível da infância que se perde quando o mundo exige maturidade antes da hora.
⭐ **Nota final:** **7,5 / 10**
#QueroSerGrande #Big #TomHanks #CinemaClássico #ComédiaAnos80 #Filme #Nostalgia #Cinema ✨
**Ano de lançamento:** 1988
**Duração:** 1h44
**Gêneros:** Comédia • Fantasia • Drama
**Elenco principal:**
* **Tom Hanks** — *Josh Baskin*
* **David Moscow** — *Josh Baskin (criança)*
* **Jared Rushton** — *Billy Kopecki*
* **Elizabeth Perkins** — *Susan Lawrence*
**Enredo & Estória**
*Quero Ser Grande* parte de uma ideia simples, quase ingênua, mas extremamente poderosa: o desejo universal de crescer rápido demais. Josh, um garoto frustrado por ser tratado como criança, faz um pedido em uma máquina misteriosa de parque de diversões — e acorda adulto no dia seguinte. O corpo muda, mas a mente continua sendo a de um menino. É nesse contraste que o filme encontra sua alma: o choque entre a pureza da infância e a dureza do mundo adulto.
**Produção & Fotografia**
Como típico representante das comédias dos anos 80, o filme tem uma produção simples, funcional e honesta. A fotografia é clara, cotidiana, sem grandes invenções visuais, mas eficiente ao criar um ambiente confortável e quase acolhedor, reforçando o tom de fábula moderna. Nada soa grandioso, e isso funciona a favor da proposta.
**Momentos Icônicos & Direção**
É impossível falar do filme sem citar a cena antológica do **piano gigante**, com Tom Hanks tocando com os pés. Não é apenas uma cena divertida — é a tradução visual do espírito do filme: um adulto que se recusa, mesmo sem querer, a abandonar a criança que existe dentro dele. A direção entende bem esse equilíbrio entre humor e melancolia, sem jamais cair no exagero.
**Atuações**
Tom Hanks entrega uma atuação que ajudou a moldar sua carreira. Ele não interpreta apenas um adulto infantilizado; ele **é** uma criança presa em um corpo adulto, nos gestos, no olhar e na forma de falar. É uma atuação cheia de humanidade e carisma. Jared Rushton, como Billy, representa o elo com a realidade e com a infância perdida, enquanto Elizabeth Perkins vive uma executiva que se apaixona por Josh sem perceber a ironia e o desconforto moral da situação — um detalhe que hoje gera debates interessantes, mas que na época era tratado com leveza.
**Temas & Profundidade**
Por trás da comédia, o filme fala sobre amadurecer cedo demais, sobre sucesso profissional vazio e sobre como o mundo adulto pode ser cruel com sonhos simples. Josh se destaca na empresa de brinquedos justamente por pensar como criança — uma crítica sutil à falta de criatividade e sensibilidade no ambiente corporativo.
**Efeitos Especiais**
Praticamente inexistentes, e nem fazem falta. A transformação acontece fora de cena, reforçando que o foco nunca foi o “como”, mas sim o “por quê”.
**Sequências & Filmes Semelhantes**
O filme não teve sequência direta, mas influenciou diversas obras com a mesma premissa.
**Filmes semelhantes:** *De Repente 30*, *17 Outra Vez*, *Vice-Versa* (no aspecto emocional), *Um Salto para a Felicidade*.
⚖️ **Avaliação Final — Vale a pena assistir?**
*Quero Ser Grande* é uma comédia clássica que envelheceu bem em essência, mesmo que alguns aspectos soem datados. Divertido, nostálgico e surpreendentemente reflexivo, é um filme que faz rir e pensar sobre o preço de crescer rápido demais. Um retrato sensível da infância que se perde quando o mundo exige maturidade antes da hora.
⭐ **Nota final:** **7,5 / 10**
#QueroSerGrande #Big #TomHanks #CinemaClássico #ComédiaAnos80 #Filme #Nostalgia #Cinema ✨
Recomendo muito. Além do filme ser uma comédia levinha para toda a família, traz uma reflexão muito importante sobre como a vida adulta não precisa ser só sobre dinheiro, compromissos e responsabilidades é o que nós mostra Josh em seu par romântico com Susan.
História cativante, atuações emocionantes e reflexões sobre crescer sem perder a essência.
Um garoto de 12 anos deseja se tornar adulto e, magicamente, acorda no corpo de um homem. Agora, ele precisa lidar com as responsabilidades do mundo adulto, enquanto tenta encontrar uma maneira de reverter o feitiço.
Uma comédia dramática encantadora, que explora o contraste entre a ingenuidade infantil e o pragmatismo adulto. Tom Hanks é o coração do filme, entregando uma atuação genuína e carismática. A direção equilibra humor leve com momentos de ternura que tocam o espectador.
Um garoto de 12 anos deseja se tornar adulto e, magicamente, acorda no corpo de um homem. Agora, ele precisa lidar com as responsabilidades do mundo adulto, enquanto tenta encontrar uma maneira de reverter o feitiço.
Uma comédia dramática encantadora, que explora o contraste entre a ingenuidade infantil e o pragmatismo adulto. Tom Hanks é o coração do filme, entregando uma atuação genuína e carismática. A direção equilibra humor leve com momentos de ternura que tocam o espectador.
Minha Historia de troca de Corpos Favorita de Todos os Tempos,Divertida e Sentimental ,A Direção de Penny Marshall e Otima E O Elenco Perfeito, Tom Hanks mereceu essa primeira indicação ao Oscar, E o Final Comove Mesmo!
Uma mini Obra-prima da comédia. Tom Hanks está inacreditavelmente carismático neste filme de humor irreverente e mensagens construtivas. Excelente!
Uma mini Obra-prima da comédia. Tom Hanks está inacreditavelmente carismático neste filme de humor irreverente e mensagens construtivas. Excelente!
A linda Elizabeth Perkins contracenando com nada menos que Tom Hanks. Um filme recheado de gargalhadas e que no final mexe com você.
O filme é ótimo, me peguei em vários momentos rindo sozinho, pois é um filme realmente belíssimo. Recomendo.
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