Média
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Considero o filme excelente, por trazer de forma clara algo que era disfarçado na época (e até hoje) e poucos tinham coragem de mostrar. A direção de Elia Kazan soube equilibrar o roteiro sem parecer algo exagerado ou dramático, mesmo com o radicalismo e a insistência de Philip (Gregory Peck) em mostrar a importância do comportamento individual para despertar o coletivo.
O filme tem fortes diálogos e mesmo "derrapando" em alguns poucos momentos foi vencedor com mérito de 3 estatuetas do Oscar, inclusive de melhor filme e direção.
Diferente dos filmes panfletários e da geração Woke que predominam atualmente, A Luz é Para Todos merece ser visto pela sobriedade, roteiro, atuações e debates interessantes, refletido sobre, não só o Antissemitismo, mas sobre todas as formas de discriminação e vitimismo que tanto insistem em se manter vivo e disfarçada até hoje.
O filme tem fortes diálogos e mesmo "derrapando" em alguns poucos momentos foi vencedor com mérito de 3 estatuetas do Oscar, inclusive de melhor filme e direção.
Diferente dos filmes panfletários e da geração Woke que predominam atualmente, A Luz é Para Todos merece ser visto pela sobriedade, roteiro, atuações e debates interessantes, refletido sobre, não só o Antissemitismo, mas sobre todas as formas de discriminação e vitimismo que tanto insistem em se manter vivo e disfarçada até hoje.
Tinha grande expectativa sobre esse filme, tem bom potencial, mas não atendeu totalmente as minhas expectativas, principalmente sobre seu roteiro em alguns momentos se arrasta, dando enfase em assuntos desnecessários, quando trara o preconceito no âmbito central do filme, funciona super bem, mas perde esse foco principalmente no 2° ato. Destaque para as grandes atuações do genial Gregory Peck, aqui indicado ao óscar, John Garfield, Dorothy McGuire indicada a atriz e da ganhadora de atriz coadjuvante Celeste Holm, destaque também para um dos maiores diretores da história do cinema e ganhador do óscar por esse filme Elia Kazan, numa direção forte e correta, filme ainda ganhador dos prêmio principal, Melhor filme. A luz é para todos a porta de entrada para o que vinha de melhor que O sol é para todos.
O filme, de 1947, é bastante atual em sua abordagem do preconceito e de como a omissão contribui para o seu reforço. No entanto, peca por ser bastante didático. Boas atuações e direção de Elia Kazan.
comprei o dvd assisti e me decepcionei . filme parado e fraco , eu esperava mais . ficara juntamente com minha coleção de clássicos mas nunca mais vou assisti-lo . se alguém me pedir dou de presente .
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