Em um futuro não muito distante, uma missão de investigação de um misterioso planeta chamado Aura, lança duas naves no espaço, Argos e Galliot. Ao chegarem na superfície do planeta desconhecido, a tripulação começa a lutar uns contra os outros sem entenderem motivo. Os impulsos agressivos passam e eles decidem procurar pela nave Argos porém, quando a encontram, descobrem que toda a tripulação morreu lutando entre si. Eles descobrem que o estranho planeta é habitado por seres alienígenas sedentos por sangue, que desejam fugir do seu mundo.
O roteiro é bacaninha, mas os diálogos e atuações péssimos. Nem tanto por conta dos atores e sim pela direção, bem amadora e meia boa, apesar de ser de um Bava, experiente, porém canastrão. Estes diálogos e atuações matam o que poderia ser um bom filme, beira o ridículo, parece a turma do Chavez. Parte do design é interessante, o figurino bonito, mas o excesso de iluminação colorida deixa tudo muito fake. O filme têm situações ...
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Seguindo os passos do pai
Esse é o primeiro filme em que o diretor Lamberto Bava trabalhou como assistente de seu pai, Mario Bava, iniciando sua carreira no cinema.
Técnica de espelhos
Para conseguir mesclar miniaturas e atores reais, o diretor Mario Bava utilizou a técnica de Schüfftan Process, que consiste na utilização de um espelho específico para criar a ilusão dos atores interagindo com as miniaturas.
Muitos títulos
O filme testou mais de 15 títulos diferentes antes de decidir que ele se chamaria Planeta dos Vampiros.
Nacionalidades
Itália,
Espanha
Distribuidor
-
Ano de produção
1965
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
3 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Italiano
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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