A Viagem de Chihiro
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4,6
2773 notas

142 Críticas do usuário

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Daniel T
Daniel T

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3,0
Enviada em 13 de novembro de 2018
Do ponto de vista artístico é muito bem feito. Percebe-se que capricharam muito nos desenhos. Mas a história em si é bem razoável... nada de muito especial que prenda o telespectador. A viagem não tem nada de maravilhosa, interessante ou desafiadora, a Chihiro apenas vai para um lugar fantasioso pra ter uma vida monótona, que de diferente só tem os seres e suas atividades diárias.
Laura N.
Laura N.

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5,0
Enviada em 22 de setembro de 2013
filme mais macabro que existe!! nao recomendo a criancas menores de 10 ou com medo de fantasmas
Cynthia S.
Cynthia S.

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4,0
Enviada em 28 de fevereiro de 2014
Um pouco confuso, mas ao final quando ela lembra o que lhe aconteceu é possível entender a intenção do diretor...
Surpreendente e cativante, pode ser visto mais de uma vez.
João Santos
João Santos

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5,0
Enviada em 18 de abril de 2021
Esse é o melhor filme de animação que já foi produzido na história do cinema mundial ! Temos um certo "pré" conceito de ver filmes produzidos no oriente, mais esse aqui tem uma história fantástica que adultos e crianças vão adorar, com certeza é um filmaço !! Já vi dezenas de vezes ! E recomendo demais !
SAMUEL L.
SAMUEL L.

4 seguidores 37 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de fevereiro de 2019
1.Uns dos 05 melhores filme que já assistir na vida.
2. A Viagem de Chihiro ganhou o Oscar na categoria de Melhor Longa de Animação em 2002.
Concorrendo com 04 títulos hollywoodianos: A Era do Gelo (2002), Spirit: O Corcel Indomável (2002), Lilo & Stitch (2002) e O Planeta do Tesouro (2002); GANHOU O OSCAR:A Viagem de Chihiro.
Walisson S.
Walisson S.

3 seguidores 12 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de janeiro de 2014
Apresenta um novo mundo bem esquisito mas encantador. Se trata de uma obra-prima feita por um mestre do gênero .Esse filme ganhou o Oscar de melhor animação mas naquele ano eu teria dado o premio para o planeta do tesouro que e um pouco melhor.
#BRUNO #
#BRUNO #

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5,0
Enviada em 11 de abril de 2025
Está no meu top 5 melhores animações que já assisti. A viagem de Chihiro tem uma história muito boa.
Vito Zanotti
Vito Zanotti

3 seguidores 139 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de agosto de 2025
Pela mídia que tem, eu esperava mais.

Os personagens são bem legais. O Sem rosto mesmo não falando muitas palavras, ainda é bem assustador, mas podia ser melhor. Eu esperava mais dele. Chihiro e Haku foi um romance legal também, mesmo não sendo um romance tão intenso.

O roteiro não é lá essas coisas. Tem uma aventura legal, algumas criticas, tipo á do Sem rosto que só é notado pelas pessoas pelo dinheiro, mas com a Chihiro, ela se relaciona com ele sem querer nada em troca (pelo menos essa foi minha visão).

- Roteiro: Nota 7
- Personagens: Nota 7
- Efeitos especiais: Nota 7
- Aventura: Nota 6

Nota final:
Alex D.
Alex D.

3 seguidores 9 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de agosto de 2013
Meu filme de animação preferido junto a "Toy Story". Com uma belíssima historia( embora já tenhamos visto algo semelhante antes, mas nem perto de ser tão profundo) personagens marcantes, e um visual lindíssimo. Obrigação para quem gosta de animes!
anti herói
anti herói

3 seguidores 13 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de março de 2020
[CRÍTICA COM SPOILER!!]

A Viagem de Chihiro (Spirited Away), sem dúvidas, é uma grande experiência para quem quer conhecer uma expressão do processo de transição da infância para o amadurecimento. O filme aborda essa transição partindo do ponto de vista de Chihiro, ou seja, daquela é que agente desse processo, trazendo ao espectador a perspectiva não daquele que já é maduro e quer explicar o assunto, como se fosse um livro sobre psicologia infantil, por exemplo, mas sim de uma perspectiva que mostra as conseqüências dessa transição na própria criança.
Chihiro é mostrada no início do filme como uma menina mimada e que reclama de praticamente tudo. Reclama do fato de ter de mudar de cidade e escola e do fato de a flor que queria dar a uma amiga murcha no meio do caminho (o que, aliás, foi uma irresponsabilidade da própria garota). Nessa primeira metade do filme, Chihiro é, basicamente, a menina que arranja conflito com o mundo inteiro por motivos fúteis. Com o desenrolar dos próximos fatos, onde seus pais viram porcos e a região dos restaurantes começa a ser habitada por fantasmas e criaturas sobrenaturais, é como se o mundo tivesse o esforço de desafiar Chihiro a sair da situação de onde está, e é mais ou menos isso que umas das mensagens do filme: O mundo é um lugar onde estará quase indiferente ou até contra você.
A garota, para sobreviver, necessita arranjar um trabalho junto com os outros membros do conjunto, que têm uma fascinação por ouro. Apenas nessa pequena descrição, é possível criar analogias no mundo real capitalista sobre trabalho e ganância, principalmente vindos de Yubaba, a líder de toda essa sociedade que é caracterizado no filme como uma chefa autoritária e manipuladora. Yubaba, que representa os patrões, os políticos e todos aqueles que exploram por dinheiro e lucro, mostra sua insanidade “roubando” o nome de Chihiro, retirando algumas letras em kanji (caractere japonês) e transformando-o em Sen. O nome “Chihiro” é formado pelos kanji das palavras “mil” e “procurar”, ou seja, aquele que é grande numericamente, mas também grande espiritualmente, enquanto “Sen”, nome imposto por Yubaba, é formado apenas pelo kanji de “mil”, ou seja, Chihiro é transformada em um simples número. Entretanto, o mais interessante referente à Yubaba é que a personagem, não necessariamente, é retratada como personagem maligna, mesmo representando características de arquétipos de vilões de animações ocidentais, como a Disney. Em alguns momentos, ela ajuda os funcionários em alguns trabalhos mais árduos da casa de banho, como no incidente do “espírito de fedor” onde ela motivou Chihiro/Sen a atender o cliente. A criação de uma antagonista que não seja totalmente má, além de se distanciar dos clichês das animações, como dito anteriormente, torna Yubaba uma personagem mais humanizada.
Tendo em conta todas as dificuldades que sofreu na sua jornada, que foram essenciais no seu processo de amadurecimento, que não é demonstrado como “oposição à infância” em nenhum momento, vários elementos que aparecem na obra, principalmente no meio-final do filme, remetem a memória e a nostalgia da infância que não foi valorizada por Chihiro no começo do filme. O laço de cabelo que Zebira entregou para a garota, tecido por Sem-Rosto, é um desses elementos. Esse laço, que segundo Zebira protegerá Chihiro de todo o mal, transforma o valor ligado ao lucro e ao financeiro que o bem material tem no mundo capitalista em um valor emocional, onde, nesse ponto, que reconhecer a importância dos valores emocionais e sentimentais ao invés, exclusivamente, dos valores materiais, é também parte do amadurecimento do indivíduo.
A Viagem de Chihiro é, sem dúvidas, um dos melhores filmes de Hayao Miyazaki. Chihiro não é mostrada como, simplesmente, um agente passivo que apenas observa o mundo acontecer a sua volta, como muitas vezes é representada a infância, mas também um agente que é parte do mundo, que também têm a capacidade de construir coisas novas no mundo e que, também, sofre as conseqüências de suas ações, pois a criança também é parte do mundo. Como dizia a música de Arnaldo Antunes: “Saiba, todo mundo já foi neném/Einstein, Freud e Platão também/Hitler, Bush e Saddam Hussein/Quem tem grana e quem não tem.”
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