A Grande Viagem da Sua Vida
Média
3,4
72 notas

28 Críticas do usuário

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8 críticas
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Rafaella Gondim
Rafaella Gondim

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0,5
Enviada em 22 de setembro de 2025
Filme chato. História sem pé nem cabeça. O enredo não prende. Deixei o cinema no meio da sessão. Decepção.
NerdCall
NerdCall

60 seguidores 485 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 22 de setembro de 2025
“A Grande Viagem da Sua Vida” chega aos cinemas com a promessa de ser uma das experiências mais marcantes do ano, reunindo a estética autoral de Kogonada e a força de estrelas como Margot Robbie e Colin Farrell. O diretor, conhecido por sua obsessão pelo enquadramento e pelo uso das cores como linguagem emocional, constrói aqui um longa que, à primeira vista, parece um banquete para os olhos. Mas, quando a superfície brilhante começa a ser desfeita, o filme revela uma fragilidade narrativa que o impede de alcançar o impacto que almeja.

Kogonada retorna aos longas após trabalhos em séries, como em Pachinko e The Acolyte, e traz sua marca registrada: um estilo visual que mais parece um museu de quadros em movimento. O cuidado com o design de produção é evidente, principalmente no uso das portas como metáfora para a passagem entre realidade e fantasia. Essa ideia remete a obras como Suzume, na forma como um elemento físico simples se transforma em portal para experiências grandiosas. A fotografia também merece elogios: tons fortes de vermelho, azul e amarelo não estão ali apenas pela beleza, mas para refletir os estados internos de David (Colin Farrell) e Sarah (Margot Robbie). É uma escolha inteligente, que transforma cor em emoção e ajuda o espectador a mergulhar no universo subjetivo dos personagens.

Mas se a estética é magnética, o mesmo não se pode dizer do coração da narrativa. O roteiro de Seth Reiss apresenta lampejos criativos, sobretudo em passagens que exploram memórias marcantes dos protagonistas. A cena em que David retorna à época escolar para reviver uma apresentação de teatro é um dos momentos mais inspirados do filme, tanto pelo simbolismo quanto pela capacidade de tocar em um ponto universal: a nostalgia de nossas inseguranças e conquistas juvenis. Porém, esses instantes são raros. A maior parte do texto não consegue sustentar a promessa inicial e acaba oscilando entre a contemplação visual de Kogonada e diálogos excessivamente didáticos que tentam apressar o desenvolvimento dos personagens.

Essa ruptura entre estilo e narrativa gera um efeito curioso: o espectador se encanta com a moldura, mas encontra um vazio dentro dela. A sensação é de que Kogonada e Reiss estão em direções opostas — o primeiro buscando profundidade pela imagem, o segundo correndo para explicar aquilo que deveria ser sentido. O resultado é um filme que exige paciência, mas que entrega menos do que sugere. E aqui mora o maior problema: a “viagem” proposta pelo título se torna mais cansativa do que envolvente.

No campo das atuações, Robbie e Farrell entregam performances competentes, mas que nunca chegam a incendiar a tela. Ambos cumprem o que o roteiro pede, mas falta a química que deveria sustentar a ligação emocional entre David e Sarah. O público sente a desconexão: enquanto em cenas isoladas cada um consegue brilhar, juntos parecem estar em ritmos diferentes. Isso enfraquece a proposta romântica da narrativa, já que o vínculo dos personagens deveria ser o motor que justifica a jornada fantástica.

É importante destacar, porém, que o filme não é desprovido de qualidades. A ideia central — revisitar momentos-chave do passado para repensar o presente e projetar o futuro — é instigante. Quem nunca desejou atravessar uma porta mágica e reencontrar um instante que moldou sua vida? Essa premissa carrega grande potencial de identificação, e é justamente o que impede o longa de naufragar por completo. Além disso, o apuro técnico é inegável: da direção de arte à trilha sonora, tudo é cuidadosamente construído para reforçar a imersão.

Ainda assim, a obra falha em manter o equilíbrio entre forma e conteúdo. A contemplação de Kogonada, que poderia ser poética e transformadora, muitas vezes se alonga a ponto de esvaziar o envolvimento. E quando o roteiro tenta recuperar o fôlego com diálogos explicativos, o efeito é contrário: quebra o ritmo e expõe as limitações da escrita. Essa falta de harmonia entre diretor e roteirista deixa o público com a impressão de que estão assistindo a dois filmes diferentes costurados em um só.

No fim das contas, A Grande Viagem da Sua Vida é um longa de contrastes. De um lado, temos um visual arrebatador, atuações consistentes e uma ideia de base capaz de despertar reflexões sobre memória, arrependimentos e segundas chances. Do outro, um roteiro que não sustenta sua própria ambição e uma química pouco convincente entre os protagonistas. O resultado é um filme que promete uma travessia emocionante, mas que acaba sendo mais uma vitrine estética do que uma experiência verdadeiramente transformadora.

A sensação final é semelhante a contemplar uma estrada belíssima, cercada de paisagens de tirar o fôlego, mas percorrida em um carro que nunca engata a marcha certa. O destino parece promissor, mas a viagem, que deveria ser mágica, acaba se estendendo mais do que deveria e deixa um gosto de frustração. Não é uma jornada perdida, mas certamente não é a “grande viagem” que seu título promete.
William Kennedy
William Kennedy

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 22 de setembro de 2025
Um ótimo filme para quem está com insônia, coloca essa bosta que em menos de 5min vc apaga, é melhor que Zolpidem.
Jackson Maldonado
Jackson Maldonado

34 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 22 de setembro de 2025
Hajajajahahahdhshdhdhdhdhdhhdhshhshshddhhddhhdhddhdhdhdhdhhdhdhdjddjjdjdhdhdhdbfhfhrjfjfjfnfnfnnfjfjfj
Alvaro Balbino
Alvaro Balbino

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 22 de setembro de 2025
O trailer é bom, o filme é muito ruim, a mensagem até que é legal, mas você fica desgostoso do filme com menos de 15 min, não vale a pena
Leandro Partal
Leandro Partal

1 seguidor 2 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de setembro de 2025
Com a temática sempre envolvente ou instigante, de se poder revisitiar o passado, vivenciá-lo novamente, ajustar o que não ficou bem resolvido o filme segue uma linha até que envolvente em certas partes. Alguns diálogos interessantes, emocionantes, mas, ao mesmo tempo peca em coisas que não tem como não comentar, como a falta de um certo espanto quando vivenciam a primeira volta ao passado.
A cena é feita como se eles já soubesse ou esperassem o que estava por tras daquela porta, e isso deixa tudo tão "estranho".
Achei incrível o trabalho de fotografia, as transições de imagem, angulos de filmagem, iluminação, as cores. Um trabalho impecável (ao meu ver). E também pela trilha sonora bem apropriada.
Nelson J
Nelson J

51.035 seguidores 1.978 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de setembro de 2025
Um filme reflexivo sobre como levamos a vida. Ótimos atores. Todos temos nossos momentos e atitudes que evitamos confrontar. Belo filme. Não perca!
Reginagoncalvesyoga
Reginagoncalvesyoga

1 seguidor 5 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 19 de setembro de 2025
Ruim. Perdi tempo e dinheiro. Inclusive sai antes de acabar.
A ideia é boa mas mal aproveitada. Não dá pra entender qual é a proposta do filme, não tem lógica.
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