Juntos
Média
2,8
82 notas

28 Críticas do usuário

5
4 críticas
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5 críticas
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8 críticas
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3 críticas
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6 críticas
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Cleibsom Carlos
Cleibsom Carlos

18 seguidores 220 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 5 de setembro de 2025
Como um filme idiota desse recebe tantos elogios? JUNTOS possui uma história estúpida, ridícula, mal desenvolvida, sem pé nem cabeça, protagonistas sem carisma algum e com resolução tão estapafúrdia que beira a comicidade (então quer dizer que a junção da sem sal com o chato teve como resultado aquela pessoa mal diagramada de sexo indefinido!!!???Que ousadia, meu deus!!!!!!!!!!), não assusta ninguém, leva a paciência de quem o assiste ao limite e é uma nulidade total. Foi uma tarefa hercúlea para mim escrever sobre esse filme porque falar sobre o nada é uma das coisas mais difíceis que existe...
Nelson J
Nelson J

51.012 seguidores 1.966 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 17 de agosto de 2025
Filme morno com metáfora que não se sustenta. Trama envolve diante do inesperado, mas no final tenta dar ume explicação que não para de pá. Esqueça.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 14 de agosto de 2025
Juntos é uma filme muito loco, que você fica tipo oque foi que eu assisti, e também um pouco forçado
Jackson A L
Jackson A L

13.702 seguidores 1.241 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 25 de agosto de 2025
O filme já inicia de forma de forma mais clichê possível: casal com problemas de relacionamento que se muda para casa/lugar/cidade isolada com um ou nenhum vizinho por perto. Esse primeiro ato, apesar de ajudar a entender o filme, era melhor não ter existido.

No entanto, o conjunto total da obra, achei satisfatório, principalmente referente a metáfora utilizada para representar a união do casal:

spoiler: A Bíblia cita da união do homem e mulher, indicando que eles se tornam uma só carne e uma só pessoa, formando um só corpo. Do mesmo modo, de acordo com a obra, pode-se compreender que a pessoa apenas alcança plenitude ao lado de seu verdadeiro amor, quando a união entre elas se realiza de forma tão profunda que se tornam como um só ser. O casal desaparecido, do início, com certeza não estavam em sintonia o bastante para unir os corpos e por isso, viraram um monstro.
Gabriela Santos
Gabriela Santos

22 seguidores 415 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de setembro de 2025
Gostei bastante... Trama interessante, intrigante e que acompanha o ritmo de crescente esquisitice.
Marcelo Luiz
Marcelo Luiz

4 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 2 de setembro de 2025
Uma verdadeira perda de tempo e de dinheiro pra quem foi assistir no cinema. Não existe terror nesse filme, no máximo é um mistério.
Aqueles que dizem que tem cenas "chocantes" e "traumatizantes" parecem até que foram pagos pra avaliar desse jeito.
NerdCall
NerdCall

56 seguidores 438 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 19 de agosto de 2025
O cinema de terror tem passado por uma fase interessante nos últimos anos. Longe de ser apenas um gênero que aposta em sustos fáceis, o terror vem se reinventando com propostas ousadas, mesclando metáforas sociais, dramas íntimos e uma abordagem mais visceral. Depois de títulos como A Substância, que devolveu o body horror ao centro das atenções, e produções recentes como Pecadores e A Hora do Mal, surge Juntos, de Michael Shanks, apresentado no Festival de Sundance. O filme chegou com a promessa de trazer frescor e originalidade, mas termina sendo um exemplo claro de como uma boa ideia pode se perder no caminho quando não há segurança em como explorá-la.

A trama parte de uma premissa instigante: um casal em crise, depois de anos juntos, passa a enfrentar uma situação inexplicável quando seus corpos começam a se fundir de maneira quase magnética. O mistério em torno desse acontecimento — por que isso ocorre, qual sua origem e qual o propósito dessa junção — é suficiente para prender a atenção nos primeiros minutos. Há algo de magnético não apenas nos personagens, mas também na ideia de acompanhar uma relação já desgastada ser colocada à prova em circunstâncias tão extremas. Até aqui, Shanks mostra fôlego criativo e habilidade em despertar curiosidade no público.

O problema é que o diretor parece confiar demais apenas nesse conceito inicial. Em vez de aprofundar as metáforas que o próprio filme sugere, Shanks opta por escancará-las. Em várias cenas, o subtexto deixa de ser subtexto para virar explicação direta, quase didática, como se o público não fosse capaz de compreender o que está por trás da narrativa. Isso enfraquece a experiência, porque parte do impacto do terror — sobretudo em obras que se apoiam em metáforas corporais e psicológicas — está justamente naquilo que não é dito, mas sentido. Quando tudo precisa ser falado, a atmosfera se dilui e a força simbólica perde intensidade.

Essa falta de confiança do diretor em sua própria proposta gera uma contradição incômoda: Juntos quer soar ousado e metafórico, mas ao mesmo tempo não permite que suas metáforas respirem. Ele mostra o que deveria apenas sugerir, tornando-se um filme explícito demais onde deveria ser sutil, e superficial demais onde deveria ser profundo. O resultado é uma narrativa que até chama atenção por sua ideia, mas não consegue sustentar o interesse conforme a história avança.

Outro ponto que contribui para essa sensação de frustração está no uso do body horror. O filme foi vendido como uma experiência de horror corporal, mas praticamente todas as cenas mais impactantes já estavam nos trailers e materiais de divulgação. Assim, quando essas sequências finalmente aparecem, o efeito é diminuído. A cena da serra ou a sequência no banheiro da escola até têm força e dão fôlego à trama, mas são respiros isolados em meio a uma narrativa que não se sustenta sozinha. O público não encontra nada além do que já havia sido prometido, e o esperado choque se transforma em simples reconhecimento.

E quando parecia que o filme ainda poderia se recuperar no desfecho, vem a maior decepção: o final. A queda de qualidade é gritante, tanto no aspecto visual — com efeitos digitais que soam mal finalizados — quanto no narrativo, com uma solução que contradiz a lógica do próprio filme. Shanks tenta entregar um clímax carregado de significado, mas o resultado fica no meio do caminho entre o brega e o forçado. A mensagem até pode ser compreendida, mas não dialoga com o que a trama vinha construindo. É como se duas obras diferentes se encontrassem de maneira abrupta, deixando a sensação de quebra total de coerência.

Nesse cenário de altos e baixos, o que realmente sustenta Juntos são as atuações de Dave Franco e Alison Brie. Casados na vida real desde 2017, os dois carregam uma química natural que se reflete na tela. Mais do que isso, ambos se entregam a uma proposta ousada, que exige tanto interpretação verbal quanto corporal. Alison Brie, em especial, surpreende ao mostrar uma intensidade dramática que a torna uma atriz para se acompanhar de perto. Já Franco reafirma sua solidez, oferecendo uma performance que equilibra vulnerabilidade e desconforto físico. São eles que dão humanidade a um filme que, por vezes, parece perdido em suas próprias ambições.

No fim, Juntos se torna um retrato do cinema de terror contemporâneo em suas contradições. É ousado na ideia, mas inseguro na execução. Propõe metáforas instigantes, mas não confia na inteligência do público para interpretá-las. Apresenta um visual que poderia ser impactante, mas entrega o melhor material já nos trailers. E quando poderia fechar sua proposta de maneira marcante, escorrega em um final incoerente que mina o que havia de interessante.

Ainda assim, não se pode negar que há algo valioso em sua tentativa. Shanks busca originalidade em um gênero que frequentemente repete fórmulas, e ao menos tenta propor uma leitura diferente sobre relacionamentos e desgaste emocional por meio do horror corporal. O problema é que a ousadia não é suficiente quando falta pulso narrativo. Ao se perder entre o desejo de ser profundo e a necessidade de ser explícito, Juntos termina sendo um filme que começou promissor, mas se tornou uma das maiores decepções do ano.

Era a chance de o terror contemporâneo ganhar mais um título de destaque, talvez até se tornar um novo marco como A Substância. No entanto, Juntos acaba ficando preso entre suas próprias intenções, lembrando mais um eco distante de obras como A Mosca (1986) do que um verdadeiro passo adiante para o gênero.
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.773 seguidores 873 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de setembro de 2025
Mais aflição do que ser bom mesmo... perdeu a chance de explicar mais sobre os ritos, surgimento, algumas pontas soltas. Mas vale a pena assistir.
Maria Fideles
Maria Fideles

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 19 de agosto de 2025
Péssimo filme, tá mais pra suspense do que terror
Não tem nada de interessante
Horrível não recomendo vão perder dinheiro
Yuri Lourenço de Lima
Yuri Lourenço de Lima

5 seguidores 41 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 2 de setembro de 2025
Achei Juntos meio bizarro, até interessante em algumas partes, mas faltou aquele algo a mais pra prender de verdade. A história até promete, só que não empolga. Saí com a sensação de que poderia ter sido bem melhor se tivesse um tempero extra.
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