Tempo de Guerra
Média
3,4
105 notas

25 Críticas do usuário

5
5 críticas
4
2 críticas
3
6 críticas
2
7 críticas
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2 críticas
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Junior @@@
Junior @@@

2 seguidores 59 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 4 de junho de 2025
Fraco e sem ideal, cujo nome deveria ser tempo de conversa , só pra terem noção logo de cara são 41 min de conversa dentro de uma casa, faltou pouco pra tirar, dei duas estrelas só por causa da perfeição dos membros dilacerados que salva o filme quando tem 3min de ação.
Luiz Marcelo (Padreco)
Luiz Marcelo (Padreco)

21 seguidores 120 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 29 de junho de 2025
Sou muito fã de filmes de guerra, porém este filme realmente fiquei dividido, mesmo sendo baseado em fatos. Importante mostrar que nem todas as missões americanas são perfeitas, mas expor seres humanos mostrando sua falha é humilhante. Porque a guerra já traz vários traumas, imagina então aqueles que literalmente travam em ação (já é um impacto grande), agora esta falha ser apresentada em um filme, imagina a cabeça da pessoa, achei muita crueldade. No mais é um filme que mostra um ângulo diferente, destacando as atitudes de um pelotão, inclusive sacrificando militares de outro país que estavam servindo de apoio. Fora destruir a residência de uma família que já não tinha muitos recursos. Filme serve mais para reflexão sobre as atitudes daqueles que estão no poder e que tratam as pessoas apenas como números.
MDB
MDB

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 11 de julho de 2025
Uns dos piores filmes de guerra que já assisti , o filme parece que os soldados são recrutas não Seals, ficam perdidos no meio do tiroteio quando vão fazer a extração da casa aparece um blindado e é explodido do nada, ai os soldados voltam pra casa kkkk, depois eles saem da casa e o blindado do nada desapareceu, enfim um filme horrível , nada se compara ao Falcão Negro em Perigo quando se é combate em área urbana.
Elielson Ruiz Oliveira
Elielson Ruiz Oliveira

1 crítica Seguir usuário

1,5
Enviada em 7 de junho de 2025
Pésimo, não acontece nada, so conversão dentro de uma casa. Não perca seu tempo em assistir, muito parado
Nelson J
Nelson J

51.014 seguidores 1.971 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de abril de 2025
Filme em plano-sequência justificado, por trazer todo o horror da guerra em uma operação brutal. Baseado em fatos reais, o que torna o filme mais denso. Duro imaginar que guerras como estas acontecem em diversas partes do mundo. Dá visibilidade a dor.
Artur V.
Artur V.

32 seguidores 160 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 29 de junho de 2025
Ótima produção em geral, no entanto, consideravelmente arrastada. Tive dificuldades em prender a atenção.
NerdCall
NerdCall

58 seguidores 446 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 22 de abril de 2025
Após o impacto deixado por Guerra Civil em 2024, Alex Garland retorna ao campo de batalha cinematográfico com Tempos de Guerra, mais uma produção da A24 que reforça a veia do estúdio em explorar temas densos com um olhar autoral. No entanto, desta vez, Garland divide os créditos de direção com Ray Mendoza, veterano de guerra e consultor técnico em diversos filmes hollywoodianos, que faz aqui sua estreia como co-diretor, imprimindo uma camada de autenticidade difícil de ignorar. Com roteiro assinado apenas por Garland, o filme marca também a despedida do cineasta da cadeira de direção — ao menos por ora —, com a promessa de que ele seguirá apenas roteirizando.

Com um orçamento superior ao de Guerra Civil, a produção reforça a nova fase da A24, que tem investido em projetos mais robustos sem abrir mão da assinatura criativa que a consagrou. E o elenco de peso reforça esse posicionamento: D'Pharaoh Woon-A-Tai, Charles Melton, Joseph Quinn, Cosmo Jarvis, Will Poulter, Kit Connor, Michael Gandolfini e até Noah Centineo compõem o pelotão de rostos conhecidos que atraem o olhar do público. Ainda assim, é interessante observar como o filme, apesar desse elenco recheado, opta por não centralizar a narrativa em uma grande figura heroica. Ao invés disso, a escolha foi construir uma estrutura fragmentada, quase documental, que acompanha diferentes núcleos de soldados durante uma missão que dá errado no Iraque — uma missão baseada na própria vivência de Mendoza como militar.

Tempos de Guerra se distancia do molde tradicional de filmes de guerra ao evitar a glorificação estilizada do combate ou a figura redentora do “herói solitário”. A câmera se fixa nos pequenos momentos de tensão, nas pausas entediantes, nos instantes de camaradagem e, sobretudo, na crueza da sobrevivência. Em apenas 1h30min, o longa mergulha o espectador em uma experiência quase claustrofóbica, com os soldados abrigados em uma casa desconhecida em território hostil, onde o desconhecimento da língua e o silêncio inquietante dos arredores fazem da incerteza o maior inimigo. A construção da tensão é milimétrica e realista, fruto não só da experiência de Mendoza no campo, mas também da atenção de Garland aos detalhes narrativos e sensoriais.

A ausência de contexto político ou explicações geopolíticas pode soar como uma lacuna para parte do público, mas ao que tudo indica, essa foi uma escolha consciente da direção. O foco está em retratar o momento, o cotidiano, a sensação — e não o “porquê” da guerra. Essa abordagem faz o filme ser mais sensorial do que analítico, mais tenso do que reflexivo. Ainda assim, essa escolha também pode ser vista como uma limitação, uma vez que evita aprofundar o debate sobre as causas e consequências daquele conflito, além de não desenvolver os antagonistas ou dar voz ao lado oposto. Por outro lado, é inegável que o longa ganha em realismo ao não recorrer a explicações expositivas ou grandes discursos.

Mesmo que não se assuma como um filme pró-exército, Tempos de Guerra escorrega em alguns momentos ao sugerir uma certa reverência simbólica às forças armadas dos Estados Unidos. Ainda que não haja uma propaganda explícita, a ausência de crítica política e o foco quase exclusivo no sofrimento dos soldados americanos abrem espaço para interpretações nesse sentido. No entanto, o filme acerta ao mostrar como a guerra é desumanizante até para aqueles que a enfrentam com preparo e equipamento — o que o torna ainda mais angustiante quando pensamos nas vidas civis afetadas, embora elas permaneçam fora de quadro.

O aspecto técnico merece um destaque especial, sobretudo pela excepcional mixagem de som. Assim como em Guerra Civil, Garland transforma o som em um personagem central. Cada disparo, explosão, sussurro ou som ambiente é sentido de forma quase física. A sala de cinema vibra com a intensidade das cenas, e é esse cuidado com o design sonoro que amplifica a tensão a cada segundo. O impacto auditivo é visceral e eleva o filme a um nível de imersão raramente visto no gênero — um feito que Garland e sua equipe dominam com maestria.

No campo das atuações, é evidente que nem todos os nomes do elenco têm o mesmo espaço de destaque. Algumas participações soam como chamarizes de marketing, mas há atuações que se destacam de maneira notável. D’Pharaoh Woon-A-Tai, vindo da série Reservation Dogs, entrega uma performance madura e intensa, equilibrando o desespero emocional com a firmeza de um soldado em combate. Will Poulter e Charles Melton, que poderiam facilmente ser reduzidos a figuras de galãs hollywoodianos, surgem aqui com atuações contidas e convincentes, assumindo seus papéis de comando com credibilidade e profundidade.

No fim das contas, Tempos de Guerra não é um filme que pretende explicar a guerra, mas sim nos colocar dentro dela. Em sua curta duração, consegue transmitir um panorama cruel, sufocante e extremamente realista de uma situação-limite. É um retrato do cotidiano de soldados que vivem entre a monotonia e o horror, entre o tédio e o medo da morte iminente. Mesmo sem aprofundar politicamente sua narrativa, o filme provoca reflexões importantes sobre a banalização dos conflitos armados e o custo humano envolvido neles. Alex Garland se despede da direção com mais um trabalho tenso, sensorial e tecnicamente primoroso, enquanto Ray Mendoza se revela uma promessa potente no gênero. Tempos de Guerra pode não ser o retrato mais completo da guerra, mas é certamente um dos mais imersivos e intensos dos últimos anos.
Wosch
Wosch

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 21 de junho de 2025
Nota, dó...
Não percam seus tempos...
Fraco demais, tá maluco...
Sonolento, sem ação...
Cenas ruins.
Igor C.
Igor C.

16 seguidores 403 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 4 de agosto de 2025
Apesar de se tratar de uma incrível história real, o filme é bastante intenso em suas cenas, transmitindo bem o peso e a tensão do cenário retratado. No entanto, o ritmo é arrastado em muitos momentos, o que pode tornar a experiência cansativa. Ainda assim, é um bom filme para quem aprecia o gênero de guerra e busca algo mais denso e realista.
Leo
Leo

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 16 de maio de 2025
Eita filme ruim. Tentei assistir 2x e nas 2 tentativas, dormi antes de dar 30 minutos de filme... Não tentaria de novo hahaha
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