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Erivelto S
3 críticas
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2,0
Enviada em 20 de junho de 2025
Perdi meu tempo...um filme de época, mas sem condições de ser bem avaliado como estão fazendo. Mas são os tempos modernos onde o ruim é bom e o bom é ruim.
Filme ótimo! Trilha sonora incrível, divertido de assistir...serve no que se propõe de terror e em muitos outros quesitos. Vai além do sentido clichê de bem versus mal, trazendo camadas. Quem não gostou e tá xoxando aqui nos comentários provavelmente é simpático aos verdadeiros vilões do filme.
Excelente filme! O filme permite captar detalhes e referências que enriquecem a história, fora que a história em si é bem interessante. Os personagens tem presença marcante
Filme: Sinners: Pecadores @sinnersmovie Assistido: 15/6/25 Elenco: @michaelbjordan @haileesteinfeld @_milescaton_ @wunmimosaku @jaymelawson @lijumli @omarbensonmiller @theauthenticdelorylindo @nathanielarcand @jackoconnellove @lolakirke Modelo: #suspense #ação Duração: 2h 17m Ano: 2025 Minha opinião: Assistir a este filme me fez lembrar de “O Drink do Inferno” Clooney, Tarantino, Salma e Trejo, Um filme de 1996 e que considero estilo trash, também tendo Tarantino. Um filme Jordan, que faz 2 papeis no filme, Fumaça e Fuligem, como irmãos. Onde um e todo mais certinho calculista, pé no chão. O outro ja mais liberal, mulherengo, do jeitinho. Eles voltam de Chicago para terra natal no sul país, com uma boa grana e com projeto de abrir um local de dança, música e bebidas. E compram um barracão e fazem a preparação para abrir, contrata as pessoas em cada função, porteiro, cantor, pianista, barman, balconista,.... E pegam seu primo de 20 anos, cheio de sonhos que toca Blues. O filme retrata muito bem o periodo onde o racismo era bem contundente na época, tanto a existência da klux klan. E também a vida de miséria que todos viviam por serem explorados pelos fazendeiros, quase igual a escravos. E os irmão descobrem que isso é verdade na dia da abertura, quando viram o caixa e pouco que arrecadaram, pelo povo não ter dinheiro. Até que aparece Remmick um estranho e quer entrar na festa, porem ele é branco. Lembrando que Mary (Hailee) um jovem branca já havia entrado por ser uma Afair de um dos irmãos. Acabam expulsando Remmick antes que desse um problema, mas como precisavam de dinheiro, MAry vai atras para chama-los para entrar na bar. Mas ai ele morde ela, pois ele é um vampiro. Até aqui via o filme como um drama, mas quando vi o vampiro, brochei. Assisti até o final com todos sendo mordido ao estilo Drink. Porém no Drink é mais sangrento. Um dos irmão é mordido. Remmick e o bando que formou foi morto. Até chegar anos quando ja estão velhos e aparece o irmão e MAry, jovens e vampiros. Vale apena assistir? Eu me decepcionei, mas a critica e muitos gostaram do filme. Nota: tudo é bem produzido. 6
Um dos melhores do ano, fato! Blues é um dos meus estilos preferidos, então o filme tem um gosto a mais pra mim. A trama é simples e não achei surpreendente, mas é bem feita, bem filmada e bem amarrada, é o básico bem feito, e isso já é muita coisa em tempos atuais. Atuações estão excelentes e gostei dos finais aplicados aos personagens. As cenas pós créditos dão aquele desfecho que a gente sempre espera de um filme que não pretende fazer uma saga. Recomendo!!
vale a pena pelo Blues e pela luta contra segregação ... do meio pro final o filme muda completamente. seria um ótimo filme, se não fosse por essa quinada. participação especial de Buddy Guy (88 anos) ainda tocando e cantando muito. spoiler: qlqr ref a Um Drink no Inferno, de Tarantino não é mera coincidência.
"There a legends of people born with the gift of making music so true it can pierce the veil between life and death. Conjuring spirits from the past... and the future."
A partir de hoje, eu terei o dobro de vigilância sobre quem permito entrar em casa.
Uma obra sensacional, repleta de originalidade, sentimento, música e críticas sociais. A narrativa ambientada no sul dos Estados Unidos durante a década de 1930, apresenta-nos o ódio e o amor existente naquela comunidade, e também, a arrepiante beleza da ancestralidade.
O genial diretor, Ryan Coogler, utiliza o horror do filme como metáfora para a violência sociorracial, a qual assola a humanidade desde a antiguidade. No entanto, em consonância com a realidade, a força, a paixão e o vigor dos personagens prevalece diante das adversidades.
(Por fim, eu não posso deixar de dizer que Jack O'Connell interpretou um dos vilões mais sedutores que já vi na vida, e que a minha cena favorita, certamente, é a arrebatadora canção de Miles Caton no clube.)
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