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Luan Max
9 críticas
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3,0
Enviada em 13 de julho de 2025
A gente começa sem entender, é meio arrastada a história até chegar na “ação” ali pela metade do filme. Legalzinho. Tem duas cenas pós creditos. Só descobri pq fui ao banheiro e deixei rolando..
“Pecadores” é uma obra-prima cinematográfica que consolida Ryan Coogler como um dos diretores mais visionários de sua geração.
Com uma direção firme, ousada e profundamente humana, Pecadores mergulha nas contradições morais de seus personagens com uma sensibilidade rara. Coogler conduz a narrativa com ritmo preciso e carga emocional devastadora, entregando um filme que é ao mesmo tempo íntimo e universal, brutal e poético.
Pecadores não é apenas um filme — é uma experiência. É cinema que incomoda, provoca, transforma. Ryan Coogler entrega um épico moral que fala sobre culpa, fé, redenção e o lado sombrio da alma humana. Um filme obrigatório para quem ama a sétima arte em sua forma mais pura e impactante.
“Pecadores” será lembrado como um marco de 2025 — e talvez da década.
Confesso que me surpreendeu positivamente, filme te prende do início ao fim, conseguem passar todo ar de incerteza, medo, e sombrio ao redor de enredo principalmente dentro da casa de festa, atuação digna de Oscar do Michael b jordan, recomendo demais
Em Pecadores, Ryan Coogler não entrega apenas um filme — ele entrega um ritual. Ambientado no Mississipi da década de 1930, o longa mistura sangue, fé, blues e terror com uma maestria rara. Michael B. Jordan brilha em dose dupla como os irmãos gêmeos Stack e Smoke, veteranos da Primeira Guerra que tentam abrir um juke joint em um sul ainda assombrado pelo racismo — e, literalmente, por vampiros.
O que parece um filme de monstro logo se revela uma crítica feroz à colonização espiritual, à supremacia branca e à forma como a arte negra é reprimida e explorada. A trilha sonora, pulsante e ancestral, é tão poderosa que parece abrir portais. E talvez abra mesmo.
Coogler faz uma alquimia entre religião, ancestralidade e música que transcende o gênero do terror. Aqui, os vilões usam capuzes brancos e presas afiadas, mas o verdadeiro horror mora na tentativa de silenciar corpos que cantam, dançam e resistem. Cada cena é carregada de simbolismo, do teto em chamas ao último acorde no piano.
O resultado é uma experiência cinematográfica visceral, reflexiva e arrebatadora — um terror que sacode tanto o coração quanto a mente, sem abrir mão de beleza, peso emocional e contundência narrativa.
Me surpreendeu principalmente o final, a gente sempre acha que vai acabar igual, todos morrem e fim, mas esse teve um final diferente.
Achei q no começo poderia ter sido mais curto, pra dar mais contexto para a parte terrorista, começo longo final curto sabe? Esse poderia ser começo curto final longo, as vezes a gente para de assistir ou pula pra frente por conta do começo que chamamos de encher linguiça. Mas ótimo filme.
O grande destaque do filme é sem dúvida Michael B. Jordan, que rouba totalmente a cena, com uma atuação espetacular. O filme peca em dois pontos, sendo: seu tempo de duração e o início até o meio do filme que é muito burocrático. Fora isso, somente pontos positivos, destacando a trilha sonora, um show. O filme do meio para o final fica bom demais, eletrizante, além das cenas de ação que literalmente pegam fogo. Resumindo, o filme é muito bom.
Entre tantas lastimas produzidas nos ultimos tempos, esse filme é uma centelha de esperança. Apesar de ser um apanhado de boas ideias que já foram vistas em outros filmes de sucesso, isso não tira o mérito da boa execução. O filme entrega o que promete e garante entretenimento.
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