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1 crítica
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5,0
Enviada em 19 de abril de 2026
Filme excelente. Recheado de informações interessantes sobre a guerra. Algumas delas que pouquíssimos filmes mencionam. A atuação dos atores é impecável.
Minha única crítica é a má qualidade das legendas. Nos primeiros 20min de filme, há varios erros básicos de português. Faltou uma boa revisão.
Sabe aquele filme que você sai da sala mas ele continua na sua cabeça...? História muito densa e atuações soberbas, destacando Russell Crowe como ator principal e Leo Woodall como coadjuvante. Provavelmente estará na premiação do Oscar 2027.
O filme apresenta uma ideia interessante ao revisitar os julgamentos dos líderes nazistas após a Segunda Guerra Mundial. A narrativa busca equilibrar drama jurídico e reconstrução histórica. Os diálogos são densos e provocativos. Grande destaque para atuação magnética de Russel Crowe e para a impecável direção de arte. Entretanto Tem alguns pontos negativos como a atuação de Ravi Malek que não convence. O filme também se alonga demais em exposições e perde um pouco da força dramática.
Pensei que sabia tudo sobre o julgamento de Nuremberg. Não! Os nazistas quase escaparam! Genial à estratégia utilizada. O mais valioso no filme é alertar que os nazistas não eram monstros atípicos, mas criaturas iguais as que vivem junto a nós e que anseiam por aquele tipo de regime. Como isto é atual! Oscar direto para melhor filme e melhor ator para Russel Crowe. Melhor desempenho da vida dele. Grande mérito em mostrar um evento do passado para ler o presente.
Esperava mais do filme, elenco e atuações excelentes. Penso que o filme custou a engrenar, falta “tensão” algo que um tema dessa magnitude exige. O filme mostra uma tentativa de descobrir a mente de Herman que finda por acabar tentar humanizar tamanha atrocidade. Esperava mais.
Ótimo filme. O filme inova mesmo ao abordar um tema amplamente explorado no cinema: O Regime Nazista, e só consegue fazer isso por retratar o julgamento de Nuremberg não apenas burocrática e juridicamente e sim através da perspectiva psicológica dos condenados, mostrando como entender como e por quê eles pensavam o que pensavam ajudou os Aliados a aniquilar de vez o regime e seus ideais através da condenação de seus respectivos líderes. Somado a tudo isso temos uma reflexão brilhante sobre o perigo da sede de poder e de sua capacidade de mover multidões com discursos inflamados por revanchismo, tema mais atual que nunca. Fotografia marcante e uma edição feita por cortes secos se contrapondo representando a constante incerteza do contexto tornam o filme em um filmaço.
Um filme que troca a força do julgamento por uma análise que não se sustenta.
Nuremberg tinha tudo pra ser um baita drama de tribunal… e decide virar um estudo psicológico que nunca vai tão fundo quanto acha que vai.
A ideia do duelo entre Rami Malek e Russell Crowe é boa no papel, mas na prática vira uma troca de diálogos que não evolui tanto quanto promete. E quanto mais o filme tenta “entender” o mal, mais ele se aproxima de uma humanização meio desconfortável que tira força do todo.
Curiosamente, quando chega no tribunal, o filme finalmente engata… só que já é tarde.
No fim, funciona mais pelo peso da história real do que pelo que constrói. Era um grande filme jurídico esperando pra acontecer, mas que ficou no quase.
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