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Rubem Alves
8 críticas
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4,0
Enviada em 2 de agosto de 2026
Seria possível analisar os dois lados do holocausto? Jamais me imaginei pensando sobre essa possibilidade...pensei mas não mudarei de opinião nunca. Filmaço!!!
Um filme extraordinário e super atual. Interpretações fantásticas de Crowe e Malick. Paralelo atual é o que leva o filme a ser uma obra prima, com a realidade nua e crua que vivemos hoje. Lideres que se julgam acima do coletivo, sentimentos de perda e de humilhação. Uma produção com estética perfeita e que nos leva a reflexão. Não perca! Espero que leve muitas estatuetas do Oscar.
Gostei muito do filme. A história nazista contada através de outro personagem central da mais terrível ideologia que existiu. Geralmente vemos coisas parecidas voltadas para o Hitler, mas Nuremberg, dessa vez, abriu mão do membro mais famoso dessa ideologia maligna que dizimou diversas vidas de civis inocentes, e focou nos outros membros da cúpula. A ótica é a mesma, porém agora somos apresentados a novos personagens da história que foram tão maléficos quanto o mais famoso.
Os atores estão bem, principalmente o Russell Crowe, que, depois de papéis desastrosos recentes, agora apresenta uma atuação com muito destaque. Malek também está bem, mas nada que seja sublime.
Um filme que troca a força do julgamento por uma análise que não se sustenta.
Nuremberg tinha tudo pra ser um baita drama de tribunal… e decide virar um estudo psicológico que nunca vai tão fundo quanto acha que vai.
A ideia do duelo entre Rami Malek e Russell Crowe é boa no papel, mas na prática vira uma troca de diálogos que não evolui tanto quanto promete. E quanto mais o filme tenta “entender” o mal, mais ele se aproxima de uma humanização meio desconfortável que tira força do todo.
Curiosamente, quando chega no tribunal, o filme finalmente engata… só que já é tarde.
No fim, funciona mais pelo peso da história real do que pelo que constrói. Era um grande filme jurídico esperando pra acontecer, mas que ficou no quase.
Pensei que sabia tudo sobre o julgamento de Nuremberg. Não! Os nazistas quase escaparam! Genial à estratégia utilizada. O mais valioso no filme é alertar que os nazistas não eram monstros atípicos, mas criaturas iguais as que vivem junto a nós e que anseiam por aquele tipo de regime. Como isto é atual! Oscar direto para melhor filme e melhor ator para Russel Crowe. Melhor desempenho da vida dele. Grande mérito em mostrar um evento do passado para ler o presente.
Nuremberg é um drama histórico que revisita um dos julgamentos mais importantes do século XX, explorando não apenas os crimes do regime nazista, mas também os dilemas éticos e jurídicos enfrentados pelos responsáveis por fazer justiça após a Segunda Guerra Mundial. Em vez de apostar em cenas de guerra, o filme encontra sua força nos diálogos, nos confrontos ideológicos e no peso das decisões tomadas dentro do tribunal.
O filme apresenta uma ideia interessante ao revisitar os julgamentos dos líderes nazistas após a Segunda Guerra Mundial. A narrativa busca equilibrar drama jurídico e reconstrução histórica. Os diálogos são densos e provocativos. Grande destaque para atuação magnética de Russel Crowe e para a impecável direção de arte. Entretanto Tem alguns pontos negativos como a atuação de Ravi Malek que não convence. O filme também se alonga demais em exposições e perde um pouco da força dramática.
Sabe aquele filme que você sai da sala mas ele continua na sua cabeça...? História muito densa e atuações soberbas, destacando Russell Crowe como ator principal e Leo Woodall como coadjuvante. Provavelmente estará na premiação do Oscar 2027.
Ótimo filme. O filme inova mesmo ao abordar um tema amplamente explorado no cinema: O Regime Nazista, e só consegue fazer isso por retratar o julgamento de Nuremberg não apenas burocrática e juridicamente e sim através da perspectiva psicológica dos condenados, mostrando como entender como e por quê eles pensavam o que pensavam ajudou os Aliados a aniquilar de vez o regime e seus ideais através da condenação de seus respectivos líderes. Somado a tudo isso temos uma reflexão brilhante sobre o perigo da sede de poder e de sua capacidade de mover multidões com discursos inflamados por revanchismo, tema mais atual que nunca. Fotografia marcante e uma edição feita por cortes secos se contrapondo representando a constante incerteza do contexto tornam o filme em um filmaço.
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