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Jackson A L
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1.246 críticas
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2,5
Enviada em 28 de março de 2026
Confesso que esperava mais. CGI também não foi de qualidade. Apesar de levar para o lado cômico, não tem como não prestar atenção em alguns dos vários absurdos. Rachel McAdams mostra que continua Linda (ótimo nome para a personagem), quase aos 50, mesmo sem maquiagem.
spoiler: Querer envenenar Linda, não fez sentido nenhum.. ele não estava obrigado a ficar ali... era ele quem dependia dela;
- O patetão não sentir nenhuma atração por linda foi de lascar;
- Os caseiros levaram frutas e outros alimentos na casa para apodrecer? já que continuou sem ninguém na casa, durante todos os dias que Linda e Bradley estiveram perdidos...
Existem filmes que apostam no absurdo das situações humanas para construir humor e crítica social. The End of the World (Socorro!), lançado em 2024 e com cerca de 90 minutos de duração, tenta seguir esse caminho ao misturar comédia ácida, sobrevivência e relações tóxicas em uma ilha aparentemente deserta.
O filme se apoia principalmente na dinâmica entre seus dois protagonistas, interpretados por Rachel McAdams e Dylan O'Brien, criando uma história que tenta explorar o choque de personalidades em uma situação extrema.
Principais atores e personagens Linda — Rachel McAdams Bradley — Dylan O'Brien Enredo
A trama começa com uma relação profissional comum: Linda, uma funcionária eficiente, mas socialmente desconectada e pouco sensível, trabalha para Bradley, um patrão arrogante que se enxerga como alguém acima dos outros.
Durante uma viagem de avião, um acidente inesperado faz a aeronave cair em uma ilha isolada.
Entre todos os passageiros, apenas os dois sobrevivem.
Bradley sofre uma fratura na perna e passa a depender completamente de Linda para sobreviver. O que poderia ser o início de uma cooperação pela sobrevivência logo se transforma em algo bem diferente.
Movida pelo ressentimento acumulado contra o comportamento arrogante do chefe, Linda começa a transformar a sobrevivência em uma forma de vingança psicológica.
易 Estória e desenvolvimento
A narrativa tenta explorar o lado mais sombrio do humor humano.
Linda descobre uma mansão escondida na ilha, com recursos suficientes para facilitar a sobrevivência, mas decide manter o segredo apenas para prolongar o sofrimento de Bradley.
Esse jogo psicológico transforma o filme em uma espécie de comédia cruel, onde as relações de poder entre chefe e funcionária são invertidas.
Com o passar do tempo, o comportamento de Linda vai se tornando cada vez mais extremo, chegando a momentos caóticos e violentos — incluindo um episódio que leva à morte da noiva de Bradley.
Essa escalada de absurdos culmina em um confronto direto entre os dois sobreviventes.
Tom e proposta
O filme claramente aposta em um tipo de humor ácido e desconfortável, algo que lembra produções que exploram o lado mais perverso das relações humanas.
No entanto, apesar da boa ideia inicial, o roteiro não consegue sustentar completamente o potencial da premissa.
Em vários momentos, a narrativa parece oscilar entre a comédia e o absurdo sem encontrar um equilíbrio convincente.
️ Filmes semelhantes
Produções que também exploram situações de sobrevivência com humor ou tensão psicológica incluem:
Cast Away Triangle of Sadness The Menu
Esses filmes conseguem trabalhar melhor o contraste entre crítica social e situações extremas.
⭐ Avaliação Final
Socorro! tem uma premissa interessante: colocar duas pessoas incompatíveis em uma situação de sobrevivência onde o poder muda de mãos.
As interpretações de Rachel McAdams e Dylan O'Brien funcionam bem dentro da proposta de humor sarcástico, e alguns momentos realmente conseguem arrancar risos pela ironia da situação.
Ainda assim, o filme deixa a sensação de que poderia ter ido mais longe — seja aprofundando o humor negro, seja desenvolvendo melhor o conflito psicológico entre os personagens.
Vale a pena assistir? Sim, mas sem grandes expectativas. É uma comédia sarcástica curiosa, porém irregular.
Um bom roteiro, divertido e diferente, mas exagerado e puxado. Vai por um caminho pesado até. Boas atuações e algo que inova as ideias de filmes nesse sentido.
O novo filme de Sam Raimi tem sua identidade autoral — não por completo, mas traz lembranças do diretor inovador dos primórdios de The Evil Dead. Ainda assim, são mais recordações do que uma retomada plena desse estilo. Eu gostaria que a obra fosse mais escrachada, mais gore, nojenta ou cômica; em vários momentos, a narrativa parece se censurar, se podar para ficar mais “soft” para o telespectador.
Como um todo, o filme não tem nada de tão especial. A fotografia é quente e simples, o elenco é bom e caricato, e o enredo tem a profundidade de um prato raso. As motivações dos personagens são singelas, o trailer vende uma ideia um pouco diferente do que o longa realmente entrega, e o desfecho — assim como o plot — é previsível.
Mesmo assim, eu gostei. Gostei do humor ácido, de algumas cenas específicas e da condução de câmera. Também apreciei a forma como o diretor se autorreferencia em vários momentos da própria filmografia. No fim, é um filme divertido, um bom entretenimento. Além disso, Rachel McAdams entrega uma ótima atuação, sendo um dos pontos mais fortes da obra.
Fica apenas a sensação de que ele poderia ter sido muito melhor do que foi.
Que aposta triste do excelente Sam Raimi. Tudo é ruim em Socorro! Não é terror, não é comédia, não é suspense. Não que em si o gênero importe, mas tentaram tudo e tudo errou o alvo. O roteiro, cheio de clichês, é mal construído, não dá pra crer nas motivações dos personagens hora alguma. Como não quero clicar no botão Spoiler, fico por aqui. O cinema pede Socorro!
O longa promete entregar... e entrega! Sam Raimi, não deixou seu estilo de lado. Nessa trama, a luta por sobrevivência e aquela sensação de nunca poder confiar no outro, da um toque especial na história. A trilha sonora, apesar de pouco usada, torna os momentos mais intensos e reveladores. Com um suspense e uma dosagem de humor na medida certa, tornam esse filme muito bom! O tipo de filme que eu recomendo.
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