Socorro!
Média
3,2
40 notas

20 Críticas do usuário

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Nelson J
Nelson J

51.018 seguidores 1.973 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 3 de fevereiro de 2026
Filme sofrível com personagens caricatos. Sempre se espera que algo valorize o roteiro e dê conistência, mas não acontece.
Jackson A L
Jackson A L

13.703 seguidores 1.242 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 28 de março de 2026
Confesso que esperava mais. CGI também não foi de qualidade. Apesar de levar para o lado cômico, não tem como não prestar atenção em alguns dos vários absurdos. Rachel McAdams mostra que continua Linda (ótimo nome para a personagem), quase aos 50, mesmo sem maquiagem.

spoiler: Querer envenenar Linda, não fez sentido nenhum.. ele não estava obrigado a ficar ali... era ele quem dependia dela; - O patetão não sentir nenhuma atração por linda foi de lascar; - Os caseiros levaram frutas e outros alimentos na casa para apodrecer? já que continuou sem ninguém na casa, durante todos os dias que Linda e Bradley estiveram perdidos...
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.168 seguidores 961 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 13 de março de 2026
Um bom roteiro, divertido e diferente, mas exagerado e puxado. Vai por um caminho pesado até. Boas atuações e algo que inova as ideias de filmes nesse sentido.
Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de fevereiro de 2026
O novo filme de Sam Raimi tem sua identidade autoral — não por completo, mas traz lembranças do diretor inovador dos primórdios de The Evil Dead. Ainda assim, são mais recordações do que uma retomada plena desse estilo. Eu gostaria que a obra fosse mais escrachada, mais gore, nojenta ou cômica; em vários momentos, a narrativa parece se censurar, se podar para ficar mais “soft” para o telespectador.

Como um todo, o filme não tem nada de tão especial. A fotografia é quente e simples, o elenco é bom e caricato, e o enredo tem a profundidade de um prato raso. As motivações dos personagens são singelas, o trailer vende uma ideia um pouco diferente do que o longa realmente entrega, e o desfecho — assim como o plot — é previsível.

Mesmo assim, eu gostei. Gostei do humor ácido, de algumas cenas específicas e da condução de câmera. Também apreciei a forma como o diretor se autorreferencia em vários momentos da própria filmografia. No fim, é um filme divertido, um bom entretenimento. Além disso, Rachel McAdams entrega uma ótima atuação, sendo um dos pontos mais fortes da obra.

Fica apenas a sensação de que ele poderia ter sido muito melhor do que foi.

6,5/10
Carlos Taiti Yaguinuma
Carlos Taiti Yaguinuma

64 seguidores 558 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 26 de março de 2026
Socorro!

Existem filmes que apostam no absurdo das situações humanas para construir humor e crítica social. The End of the World (Socorro!), lançado em 2024 e com cerca de 90 minutos de duração, tenta seguir esse caminho ao misturar comédia ácida, sobrevivência e relações tóxicas em uma ilha aparentemente deserta.

 Gêneros: Comédia Sarcástica, Sobrevivência, Humor Negro

O filme se apoia principalmente na dinâmica entre seus dois protagonistas, interpretados por Rachel McAdams e Dylan O'Brien, criando uma história que tenta explorar o choque de personalidades em uma situação extrema.

 Principais atores e personagens
Linda — Rachel McAdams
Bradley — Dylan O'Brien
 Enredo

A trama começa com uma relação profissional comum: Linda, uma funcionária eficiente, mas socialmente desconectada e pouco sensível, trabalha para Bradley, um patrão arrogante que se enxerga como alguém acima dos outros.

Durante uma viagem de avião, um acidente inesperado faz a aeronave cair em uma ilha isolada.

Entre todos os passageiros, apenas os dois sobrevivem.

Bradley sofre uma fratura na perna e passa a depender completamente de Linda para sobreviver. O que poderia ser o início de uma cooperação pela sobrevivência logo se transforma em algo bem diferente.

Movida pelo ressentimento acumulado contra o comportamento arrogante do chefe, Linda começa a transformar a sobrevivência em uma forma de vingança psicológica.

易 Estória e desenvolvimento

A narrativa tenta explorar o lado mais sombrio do humor humano.

Linda descobre uma mansão escondida na ilha, com recursos suficientes para facilitar a sobrevivência, mas decide manter o segredo apenas para prolongar o sofrimento de Bradley.

Esse jogo psicológico transforma o filme em uma espécie de comédia cruel, onde as relações de poder entre chefe e funcionária são invertidas.

Com o passar do tempo, o comportamento de Linda vai se tornando cada vez mais extremo, chegando a momentos caóticos e violentos — incluindo um episódio que leva à morte da noiva de Bradley.

Essa escalada de absurdos culmina em um confronto direto entre os dois sobreviventes.

 Tom e proposta

O filme claramente aposta em um tipo de humor ácido e desconfortável, algo que lembra produções que exploram o lado mais perverso das relações humanas.

No entanto, apesar da boa ideia inicial, o roteiro não consegue sustentar completamente o potencial da premissa.

Em vários momentos, a narrativa parece oscilar entre a comédia e o absurdo sem encontrar um equilíbrio convincente.

️ Filmes semelhantes

Produções que também exploram situações de sobrevivência com humor ou tensão psicológica incluem:

Cast Away
Triangle of Sadness
The Menu

Esses filmes conseguem trabalhar melhor o contraste entre crítica social e situações extremas.

⭐ Avaliação Final

Socorro! tem uma premissa interessante: colocar duas pessoas incompatíveis em uma situação de sobrevivência onde o poder muda de mãos.

As interpretações de Rachel McAdams e Dylan O'Brien funcionam bem dentro da proposta de humor sarcástico, e alguns momentos realmente conseguem arrancar risos pela ironia da situação.

Ainda assim, o filme deixa a sensação de que poderia ter ido mais longe — seja aprofundando o humor negro, seja desenvolvendo melhor o conflito psicológico entre os personagens.

 Vale a pena assistir?
Sim, mas sem grandes expectativas. É uma comédia sarcástica curiosa, porém irregular.

⭐ Nota final: 5 / 10
NerdCall
NerdCall

58 seguidores 449 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 2 de fevereiro de 2026
Socorro! marca um retorno importante de Sam Raimi a um território que sempre foi o seu habitat natural: o cinema feito com personalidade, exagero consciente e liberdade criativa. Longe das amarras mais rígidas dos grandes estúdios e dos universos compartilhados, o diretor volta a brincar com o terror, a comédia e o absurdo em uma narrativa que não tenta ser maior do que ela é. O resultado é um filme direto, provocador e, acima de tudo, fiel à sua própria proposta: usar uma situação extrema para expor o pior, e o mais ridículo, do comportamento humano.

Sem qualquer pretensão de soar profundo ou grandioso, Socorro! encontra espaço para discutir poder, hierarquia e ego de forma quase cruel, transformando uma história de sobrevivência em um jogo moral desconfortável, no qual o espectador é constantemente forçado a repensar para quem está torcendo. É Raimi confortável demais em sua própria assinatura, mas ainda assim cativante do início ao fim, evocando uma nostalgia clara dos filmes de terror dos anos 80, sem jamais parecer uma simples repetição vazia.

Originalmente concebido como um thriller psicológico mais contido, o projeto chamou a atenção de Sam Raimi justamente pela dinâmica entre os dois personagens centrais. O filme passou por mudanças de estúdio até chegar à 20th Century Studios, e foi nesse processo que Raimi imprimiu sua marca com mais força. Em entrevistas, o diretor admitiu que o roteiro inicial não tinha um tom tão cômico, mas que ele simplesmente não conseguiu resistir à tentação de misturar humor ao horror, algo que sempre definiu sua filmografia.

Essa decisão não só redefine o tom do filme como também o posiciona claramente dentro do subgênero que Raimi domina como poucos: o terror que flerta com o grotesco, o caricato e o desconfortavelmente engraçado. O diretor retorna acompanhado de sua equipe técnica habitual, reforçando a sensação de um projeto pessoal, quase como um reencontro com suas próprias origens.

A escolha de Rachel McAdams para o papel principal também nasce desse contexto. Após trabalharem juntos em Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, Raimi enxergou na atriz a energia certa para sustentar um filme que exige entrega física, emocional e um senso de timing preciso entre drama e humor. Já Dylan O’Brien surge como uma escolha curiosa para o papel de Bradley Preston, um personagem que precisava ser detestável desde o primeiro minuto, algo que o filme explora de maneira deliberada.

Desde os primeiros minutos, Socorro! demonstra uma segurança rara em sua construção inicial. A introdução não serve apenas para apresentar personagens, mas para estabelecer com clareza as dinâmicas que irão sustentar toda a narrativa. O embate entre patrão e funcionária é construído com eficiência, explorando um ambiente corporativo marcado por abuso de poder, machismo e desvalorização profissional. Linda, vivida por Rachel McAdams, é apresentada como uma funcionária exemplar, competente e constantemente humilhada, enquanto Bradley, personagem de Dylan O’Brien, é moldado para despertar rejeição imediata.

Essa preparação é essencial, porque tudo o que vem depois se apoia nesse conflito. O acidente de avião não é uma virada gratuita, mas o ponto em que as hierarquias artificiais do mundo corporativo entram em colapso. Presos em uma ilha deserta, os personagens carregam seus ressentimentos, inseguranças e egos para um ambiente onde nada disso deveria importar, mas importa. Raimi transforma esse isolamento em um laboratório moral, onde poder e controle mudam de mãos de forma brutal.

O roteiro, à primeira vista simples, revela sua força justamente na forma como reutiliza cada detalhe apresentado no início. O interesse de Linda por programas de sobrevivência, tratado como algo ridículo e “estranho” no ambiente de trabalho, se torna uma vantagem concreta. Já o desespero de Bradley em retomar algum tipo de controle evidencia o quanto sua autoridade sempre foi sustentada por estruturas frágeis.

Raimi explora com inteligência a ambiguidade moral dos personagens. Em certos momentos, o espectador se vê torcendo por Linda, em outros, se surpreende sentindo empatia por Bradley, mesmo após suas atitudes questionáveis. Esse jogo é alimentado por decisões cada vez mais extremas: orgulho, sabotagem, envenenamento, violência e tentativas de homicídio. A escalada do absurdo nunca soa gratuita, porque nasce diretamente da disputa por poder e sobrevivência.

Um dos grandes méritos do filme está no controle tonal. Raimi transita entre terror, suspense e comédia com uma naturalidade que poucos diretores conseguem. O medo não vem apenas da situação extrema, mas da imprevisibilidade do outro. Ao mesmo tempo, o diretor abraça o exagero visual, os sustos caricatos e o humor ácido, criando uma experiência que provoca riso e repulsa quase simultaneamente. É desconfortável, estranho e, justamente por isso, envolvente.

Visualmente, Socorro! carrega a marca do diretor em cada cena. O uso de efeitos práticos, sangue falso e situações grotescas reforça essa estética quase artesanal, ainda que o filme escorregue ocasionalmente no uso excessivo de complementos digitais. Essa escolha soa contraditória com a tradição de Raimi, especialmente em um filme que se apoia tanto na fisicalidade e no contato direto com o ambiente selvagem. Ainda assim, os efeitos práticos se destacam nos momentos mais intensos, como a caça ao javali e o confronto final.

Rachel McAdams sustenta o filme com uma atuação que acompanha com precisão a transformação de sua personagem. A transição de uma mulher contida e humilhada para uma sobrevivente confiante e estrategista é convincente e bem dosada. Dylan O’Brien, por sua vez, precisa forçar a antipatia inicial de seu personagem, o que pode causar estranhamento no começo, mas essa escolha ganha sentido conforme o filme avança e as camadas morais se embaralham.

Socorro! não é um filme que tenta reinventar o terror ou subverter completamente o gênero. Pelo contrário, Sam Raimi joga em um terreno confortável, revisitando ideias, imagens e sensações que já explorou ao longo de sua carreira. Essa segurança, em alguns momentos, beira a repetição e culmina em um final apressado e previsível, o que soa até contraditório para um diretor conhecido por ousar mais.

Ainda assim, mesmo nesse modo mais seguro, o filme funciona. É um retorno sólido de Raimi ao gênero que o consagrou, entregando uma experiência divertida, provocadora e fiel à sua identidade. Sem grandes ambições, Socorro! prova que, quando livre de amarras e expectativas externas, Raimi ainda sabe exatamente como conduzir uma história de terror que incomoda, diverte e prende a atenção até o fim e, mais importante, faz querer ver o diretor explorando novamente esse terreno fértil.
Gabriela Santos
Gabriela Santos

23 seguidores 416 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de fevereiro de 2026
Que filme bommmm! Rachel e Dylan (dois maravilhosos) protagonizam uma dinâmica incrível aqui. Adoro a forma como o enredo surpreende; a trama é interessante e mistura muito bem ação, suspense e uma comédia sarcástica maravilhosa. Me diverti horrores e ainda me surpreendi com a presença de tanto sangue e por eu ter tomado alguns sustinhos. Amei! ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️
Nando Couto
Nando Couto

2 seguidores 11 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 11 de fevereiro de 2026
O longa promete entregar... e entrega! Sam Raimi, não deixou seu estilo de lado. Nessa trama, a luta por sobrevivência e aquela sensação de nunca poder confiar no outro, da um toque especial na história.
A trilha sonora, apesar de pouco usada, torna os momentos mais intensos e reveladores.
Com um suspense e uma dosagem de humor na medida certa, tornam esse filme muito bom!
O tipo de filme que eu recomendo.
EmanuelGr
EmanuelGr

11 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 3 de abril de 2026
Por causa desses filmes que a gente fica zanzetiando no Netflix e não escolhe nada, bobagem pura. Vou assistir rambo.
Fernanda Lopes
Fernanda Lopes

6 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 28 de março de 2026
Péssimo mesmo tendo atores conhecidos e incríveis mas é um filme cansativo que se arrasta nada acontece
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