O Telefone Preto 2
Média
3,6
254 notas

78 Críticas do usuário

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6 críticas
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Rebeca Souza
Rebeca Souza

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de outubro de 2025
Sem dúvidas,.o melhor filme de terror que já assisti, tem história, tem terror, tem suspense, nota 1000!!!! Tem q ter a tricologia...
Nicolas Gabriel
Nicolas Gabriel

5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de outubro de 2025
Sinceramente não sei qual dos dois é o melhor , que filme bom , sai do cinema agora .
Confesso eu fui com medo de cagarem na história, mas arrasaram
Emilly Santana
Emilly Santana

2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de outubro de 2025
“Telefone Preto 2” mantém o clima sombrio e angustiante do primeiro filme, apostando em uma narrativa de ritmo mais lento, mas carregada de tensão. A sequência aprofunda o lado sobrenatural da história, explorando uma visão onírica que mistura sonhos, memórias e traumas.

Apesar de alguns momentos mais parados, o filme entrega o que promete: sustos bem construídos, atmosfera sufocante e uma trama que expande o universo do primeiro longa sem perder sua essência. Ethan Hawke continua impressionante como o Grabber, e o elenco jovem mantém o peso emocional da história.

No fim, Telefone Preto 2 é uma sequência que não decepciona, equilibrando medo e emoção, com uma abordagem mais psicológica e simbólica do terror.
Nelson J
Nelson J

51.035 seguidores 1.978 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de outubro de 2025
Não se trata de uma série de continuações infinita, mas da conclusão da estória. Após todo e estresse pós traumático, os irmãos e o pai tentam continuar suas vidas em meio a pesadelos terríveis. Sensacional. Roteiro, direção, atores, cenas, enfim, perfeito. Os adolescentes Mason e Madeleine como irmãos apresentam química e interpretações individuais perfeitas. O espírito do sequestrador aterrorisa as pessoas envolvidas em estilo parecido com "A hora do pesadelo". Num misto de terror, suspense, aventura juvenil, drama familiar etc, a trama segue e não se consegue piscar os olhos. Bravo!!!
NerdCall
NerdCall

60 seguidores 485 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 10 de outubro de 2025
Quando O Telefone Preto estreou em 2022, passou quase despercebido em meio à retomada do cinema pós-pandemia. Mesmo sem grande campanha de divulgação, o longa de Scott Derrickson conquistou público e crítica ao entregar uma história de terror contida, de atmosfera sufocante e com uma força dramática que o diferenciava dos sustos fáceis do gênero. Agora, três anos depois, O Telefone Preto 2 chega expandindo esse universo sombrio — e, ao mesmo tempo, arriscando ao mudar completamente o tom e a estrutura que tornaram o original tão eficiente.

Na continuação, acompanhamos Finney Blake (Mason Thames), quatro anos após ter escapado de seu sequestrador, o sádico Sequestrador, interpretado por Ethan Hawke. Tentando reconstruir a vida e lidar com os traumas do cativeiro, o jovem se vê novamente envolvido com o passado quando sua irmã, Gwen (Madeleine McGraw), começa a ter sonhos perturbadores. Nessas visões, o misterioso telefone preto volta a tocar, revelando aparições de garotos perseguidos em um acampamento chamado Alpine Lake. Movida pela curiosidade e pela culpa, Gwen convence o irmão a investigar o local — e é lá que ambos descobrem que o mal nunca foi embora. O Sequestrador retorna, agora de forma sobrenatural, buscando vingança mesmo após a morte.

Scott Derrickson aposta em uma abordagem mais ousada e visceral nesta sequência. Se no primeiro filme o terror era construído a partir da ambientação claustrofóbica e do medo psicológico, aqui o diretor mergulha sem medo no sobrenatural. A atmosfera de tensão dá lugar a um horror mais explícito, com cenas fortes e uma estética visual mais agressiva. Essa mudança é perceptível não apenas no conteúdo, mas também na forma: as sequências de sonho de Gwen trazem uma fotografia granulada e distorcida, quase como um “found footage”, que intensifica o desconforto e reforça a sensação de pesadelo constante. É impossível não lembrar de obras como A Entidade — também dirigida por Derrickson — e até de A Hora do Pesadelo, já que o mal agora está também os sonhos das vítimas.

Esse novo tom, mais brutal e assombroso, pode dividir opiniões. Há quem veja coragem em Derrickson por não repetir a fórmula do primeiro filme, enquanto outros podem considerar que o diretor foi longe demais na tentativa de chocar, principalmente porque muitas das cenas envolvem crianças. Ainda assim, há mérito na maneira como o ele usa o retorno do Sequestrador para explorar o trauma e a culpa. O assassino, agora transformado em uma espécie de presença espiritual, simboliza o passado que nunca morre — uma metáfora poderosa para o peso que Finney e Gwen carregam.

Outra mudança significativa é a troca de protagonismo. Se no primeiro filme o foco era o jovem Finney, aqui é Gwen quem assume o papel central. McGraw entrega uma atuação surpreendente, carregando o filme, mesmo aos 16 anos. Sua personagem é determinada, mas também vulnerável — e é justamente essa dualidade que mantém o público conectado. Mason Thames, por sua vez, retorna em um papel menor, mais como apoio à trajetória da irmã. A dinâmica entre os dois continua sendo um dos pontos fortes da história, mantendo o vínculo familiar como o coração emocional do longa.

Entretanto, é na reta final que O Telefone Preto 2 perde parte do impacto que vinha construindo. A transição para o desfecho revela o maior problema do roteiro: a dificuldade em equilibrar o crescimento do sobrenatural com a lógica interna da narrativa. Quanto mais o filme se aproxima da resolução, mais convencional ele se torna. A ameaça que parecia incontrolável acaba sendo confrontada com soluções previsíveis, e a tensão que vinha sendo cuidadosamente construída se dilui. Derrickson tenta transformar a fé e a força emocional de Gwen em armas contra o mal, mas o resultado soa apressado e artificial. O roteiro cria uma espécie de “poder interior” que surge sem preparo suficiente, diminuindo o peso do conflito e a credibilidade da vitória final.

Essa escolha acaba afetando diretamente o antagonista. O Sequestrador, que antes representava o medo puro, o desconhecido e a morte inevitável, agora é transformado em uma figura quase física, enfrentada em um embate direto. A tentativa de materializar o horror termina por domesticá-lo. Em vez de um clímax de terror, temos uma sequência de ação que descaracteriza o que o filme vinha construindo. A aparição limitada de Ethan Hawke — que mostra o rosto em apenas duas cenas — também contribui para a sensação de distanciamento. Sua presença é sentida, mas nunca plenamente explorada, o que enfraquece a figura do vilão.

Ainda assim, há muito a se elogiar. Derrickson mostra segurança na condução das cenas mais tensas e um domínio visual que mantém o espectador imerso. A ambientação gelada e isolada do acampamento, o contraste entre o mundo real e as visões do sonho, e o uso do som — especialmente nas ligações do telefone preto — continuam sendo marcas fortes do diretor. O terror aqui é mais gráfico, mais direto, mas ainda carrega a assinatura estética e emocional que tornou o primeiro filme memorável.

O Telefone Preto 2 é, portanto, uma sequência corajosa e imperfeita. Expande o universo criado por Joe Hill e Scott Derrickson, aprofunda o componente sobrenatural e explora os laços familiares com sinceridade, mas tropeça ao tentar dar um desfecho grandioso demais para uma história que funcionava melhor na simplicidade. O filme é eficaz enquanto mantém o foco no medo psicológico e na tensão dos irmãos, mas perde força quando tenta explicar o inexplicável. Mesmo assim, há algo admirável na tentativa de Derrickson de não repetir a própria fórmula, arriscando-se em um território diferente — ainda que o resultado não tenha o mesmo equilíbrio do original.

No fim, O Telefone Preto 2 entrega um terror mais intenso e emocional, ainda que menos coeso. É uma continuação que honra o espírito do primeiro filme, mas ao mesmo tempo desmonta parte do que o tornava assustador. A coragem de experimentar é evidente, e o resultado, mesmo irregular, mostra que Scott Derrickson continua interessado em provocar, mais do que simplesmente assustar. O arco dos irmãos Blake parece encerrado com dignidade, mas o universo do telefone preto ainda tem muito a dizer — especialmente se o medo, assim como o Sequestrador, continuar a atender chamadas do outro lado.

[ Filme assistido na cabine de imprensa ]
Andreia Neres
Andreia Neres

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 30 de setembro de 2025
Incrível, só achei um pouco estranho Ernesto ser par romântico de gwen. Tirando isso o filme está perfeito e condiz com minha expectativa.
Lavinia Capeletto
Lavinia Capeletto

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 21 de setembro de 2025
bom filme que esse filme seja otimo que tudo mundo goste desse filme algumas pessoas mao gosta desse filme
Flávio
Flávio

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de setembro de 2025
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