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Eduardo P.
85 seguidores
98 críticas
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3,5
Enviada em 17 de março de 2013
O filme tem uma direção extremamente criativa e estilizada, ótima atuação de Adam Sandler (que fogiu do lugar comum, pela primeira vez), trilha sonora diferenciada e fotografia sensacional (ele dá beleza para qualquer imagem). A intenção é fazer uma comédia romântica alternativa, diferente, e assim Paul Thomas Anderson fez. Ele, como o habitual, opta por não explicar muita coisa ou cair no dramalhão, prefere dissecar até a última gota os sentimentos e as vertentes do protagonista. Ainda assim, o roteiro tenta brincar com alguns clichés, mas não consegue chegar à lugar nenhum. Ele desvia o foco do casal para outros pontos, como o problema com o tele-sexo, e o simbolismo do piano soa artificial e desnecessário. Ainda assim, é um filme que tem a intenção de mostrar que um tema extremamente banal pode ter uma abordagem extremamente original, e isso ele consegue fazer, mas o filme, ainda assim, é um longa menor na lista de grandes obras desse diretor.
É um drama que não se enquadra como os demais do gênero, em emocionar pelo sofrimento ou estória do personagem, mas sim em identificar o psicológico do mesmo, nos apresentando seus conflitos e até mesmo nos fazendo entendê-lo. Adam Sandler faz uma ótima atuação de verdade, não é fácil fazer um personagem tão conflitante e desinquieto assim. Dito isso tudo, o filme também não chega a ser essa grande obra como alguns dizem, só por ser de tal diretor ou roteirista, tem seus aspectos positivos, mas é legal e só!
Não gostei, o filme é mais um drama do que uma comédia romântica... e um drama bem fraco na história... Se vc for assistir esse filme esperando ser parecido com os outros do adan sandler eu não recomendo
Pior filme já produzido. História sem nexo e de compreensão impossível, chegando a causa ira no espectador. Adam Sandler propiciona um ou outro momento engraçado, mas não dá pra acreditar que ele se dispôs a atuar em um filme tão horrível como esse!!! Nota 0!"
É uma pena que esse filme não tenha tido o devido reconhecimento pela Academia. Esperei muito de "Embriagado de Amor". Não é pra uma indicação a melhor filme, mas ele se encontra entre os dez melhores do ano. Ao menos, merecia um indicação a roteiro original. Paul Thomas Anderson quase mereceu a sua também como diretor. Há vários aspectos curiosos em "Embriagado de Amor": Primeiro, que não é uma comédia romântica. Ao contrário do que esperava de P. T. Anderson, não é o romance o ponto forte que o roteiro desenvolve, muito menos um drama água com açucar. E também, não é de dar risadas. Pra entender melhor o filme, vá entrando no clima. É um filme de P. T. Anderson, mas protagonizado por Adam Sandler. É, Adam Sandler. E o curioso: ele tá com o mesmo papel de sempre, só que talvez essa seja a sua melhor atuação. Acontece, que a maneira particular como P. T. Anderson desenvolve seu personagem é quase perfeita. Lógico, Adam Sandler ajuda bastante e está bem durante todo o filme (indicação ao Globo de Ouro merecida). Mas, seja pela direção ou pelo roteiro, P. T. Anderson foca o personagem de maneira tal, que em poucos minutos você se identifica e entende o personagem. O roteiro segue uma linha original e criativa. E outro fator curioso; o filme não é surpreendente, mas a sequência do roteiro faz com que você nunca saiba o que vai acontecer, não é previsível (considerando que ele (Adam Sandler) não tem que conquistar ninguém no final do filme). A direção de Paul segue o roteiro e por isso ele é muito bem apresentado. Quanto a Emily Watson, ela aparece bem em cena , sem nenhum grande destaque. E voltando a Adam Sandler: eu pensei durante o filme todo, alguém melhor para o papel: alguém não muito galã, mas de apelo ao público. Talvez John Cusack, que já fez um papel meio dramático parecido com o de Adam, em "Alta Fidelidade". Mas, analisando bem, Adam Sandler tem todas as características do personagem, até porque ele já fez esse papel outras vezes como já dito, mas nunca num roteiro e direção de Paul Thomas Anderson.
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