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Suzana Miguel
1 crítica
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0,5
Enviada em 1 de novembro de 2023
achei uma mistura fraca de 50 tons de cinza com 365, muito apelação pornográfica, e um enredo fraco e arrastado. quase não finalizei, foi uma perca de tempo.
O melhor do filme é saber que como filme brasileiro ficou muito bem feito. Existe toda uma delicadeza nas cenas, uma continuidade maravilhosa, os atores foram incríveis e toda a fotografia foi impecável. Gostei demais!
Filme maravilhoso. Captou a essencia do livro e dos personagens. Babi não ficaria tão perfeita com outra atriz. E o juiz, ahhh o juiz!! Simplesmente amei.
História clichê, previsível. Mocinha traída defendida pelo poderoso bonitão. O bonitão que é juiz é “misterioso”. O mistério é que ele foi casado e precisou separa da mulher porque ela “agravou problemas mentais” depois do nascimento da filha deles que vive a custas de aparelhos em um hospital! E tem mais: ele como juiz impede que a mãe chegue perto da filha porque um dia ela tenta tirar menina do hospital… alguém teria duvida que essa mulher precisaria de ajuda??? Mas na história ela é a louca que tenta estragar o romance… Não sei o que é pior: a autora da história, ou quem resolveu transformar em filme. No final o mocinho salva a mocinha, o bandido morre e adivinha? A filha do juiz que tinha síndrome rara até ganha alta do hospital para viver na nova família! O filme nem devia ter toda esse trabalho com enredo ruim se o objetivo era somente cenas sexo…
Horrível! Um filme que não tem sentido algum. Pois, parece que cortam as cenas e do nada começa a acontecer as coisas… Nem a atriz conseguiu salvar! Uma pena…
Crítica: "O Lado Bom de Ser Traída" O Lado Bom de Ser Traída" é um exemplo lamentável de como o cinema nacional, quando mal conduzido, pode retroceder décadas em sua evolução. O filme aposta em uma trama apelativa, recheada de clichês e cenas que mais lembram as antigas pornochanchadas do que um drama contemporâneo com potencial narrativo.
O roteiro, ao tentar explorar as nuances de uma traição e suas consequências, cai em um território forçado e pouco crível. O maior problema, no entanto, é o elenco. As atuações são tão artificiais que se torna difícil manter qualquer conexão com os personagens. Parece que os atores esqueceram de trazer emoção para seus papéis, entregando performances que oscilam entre o exagero e a apatia.
Filmes como este não só prejudicam a imagem do cinema nacional, mas também subestimam a inteligência do público. Ao invés de investir em qualidade e originalidade, a produção opta por uma abordagem sensacionalista, sem profundidade ou compromisso com uma boa narrativa.
Me perturbou a estética noir, plastificada e acelerada, formato de comercial, americanizado. Foi muito estranho quase todos os atores com harmonização facial, achei bizarro e triste. Coadjuvantes canastrões. Cenas de sexo repetidas pra nada. A única cena mais empolgante é a do conflito ver essa atriz nesse filme...
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