Pânico 7
Média
3,4
154 notas

71 Críticas do usuário

5
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19 críticas
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Thiago Petherson
Thiago Petherson

166 seguidores 254 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 4 de abril de 2026
Temos que admitir que a fonte secou. O filme é ruim.

Os últimos filmes estão sofríveis. Estão mantendo uma narrativa desgastada. Parece que estamos em um looping filmes ruins nessa franquia. Tem faltado ideias para esses roteiristas. Tentaram incluir o hype do momento, IA, mas ainda assim não deu certo. Banalizaram a Final Girl...

Pra mim, a franquia foi muito boa até o seu terceiro filme. O quarto filme ainda é aceitável. Mas os demais foram ruins. Pensar em um remake ou reboot até vai. Agora, pra continuações, não dá mais.
Thomas bryan Da Silva
Thomas bryan Da Silva

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de março de 2026
Realmente o filme é bom, só q oq quebra é q o final foi meio sem sentido, a motivação dos Ghostfaces é sem sal, colocaram personagens "figurantes" pra serem os Ghostfaces, mais tirando isso, o filme em si é MUITO bom, mesmo eles trazendo a trama de IA, isso foi envolvente até, só q por mim ainda seria melhor se colocassem o stu como Ghostface e trazerem algum que possa estar vivo para o filme como mickey altieri, jill roberts, etc.
Mais tirando isso, o filme é uma nota 7,5 - 8,1
Nelson J
Nelson J

51.018 seguidores 1.973 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 28 de fevereiro de 2026
Tem que ser muito fã da franquia e ter ótima memória. Muita carnificina e muitos vilões. Muitas pistas falsas, mas também verdadeiras em algum sentido.
Jackson A L
Jackson A L

13.703 seguidores 1.242 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 23 de março de 2026
Depois de "Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado (2025)" ser uma tremenda porcaria, esse aqui também é uma baita bomba, com assassinos sem identidade e personalidade, motivações as mais estúpidas possíveis, as cenas de lutas são bizarras, chega a lembrar de "Os trapalhões". Uma porta de vidro trancada de um estabelecimento comercial onde nem tentar quebrar o vidro, a menina que ergue um extintor pesado e acerta o rosto do assassino na maior facilidade, etc.
spoiler: O pior de tudo é conseguir chegar ao final e descobrir que os Ghostfaces são tão irrelevantes que um deles, nem lembrava quem era kkk
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.168 seguidores 962 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de março de 2026
Mais do mesmo, dessa vez em família. O ponto positivo é sempre a continuidade do roteiro, mas não tem mais elementos pra inovar, gerando um tipo de sarcasmo até mesmo do elenco.
NerdCall
NerdCall

58 seguidores 449 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 26 de fevereiro de 2026
Depois das polêmicas que abalaram os bastidores e colocaram em dúvida o futuro da franquia, Pânico 7 surge como uma tentativa clara da Paramount Pictures de recolocar a saga nos trilhos. A estratégia é evidente: jogar no seguro. Trazer nomes conhecidos, recolocar Sidney Prescott no centro da narrativa e apostar em uma história mais íntima, agora com foco em sua família.

O resultado é um filme que funciona durante boa parte do percurso. Tem ritmo, tem violência, tem energia. Mas, ao apostar excessivamente na nostalgia como sustentação dramática, entrega um dos desfechos mais anticlimáticos da franquia iniciada em 1996. E esse final frágil compromete diretamente a experiência que, até então, vinha sendo conduzida com competência.

O sétimo capítulo nasce em meio a uma reformulação quase completa. Após a demissão de Melissa Barrera e a saída de Jenna Ortega, o projeto precisou se reorganizar. A solução encontrada foi simbólica: trazer de volta Kevin Williamson, roteirista fundamental na consolidação da franquia. Ele escreveu o primeiro, o segundo e o quarto filme. Agora assume a direção em sua segunda experiência atrás das câmeras.

Isso naturalmente gerou dúvidas. Como ele se sairia na direção? Como o filme se posicionaria depois do sucesso do “soft reboot” dos capítulos cinco e seis? E, principalmente, como lidar com a promessa de retornos de personagens considerados mortos, especialmente a sombra de Stu Macher, constantemente evocada ao longo da campanha e da narrativa?

A resposta inicial parece segura: voltar às raízes. Menos foco na nova geração, mais foco em Sidney. A protagonista, ausente no sexto filme, retorna agora como mãe e esposa. Essa mudança cria um terreno fértil para explorar sua evolução desde os eventos traumáticos do passado. Ao menos na teoria.

O primeiro arco é eficiente. O filme mantém a tradição da franquia com uma cena de abertura longa, tensa e brutal, culminando no primeiro encontro com Ghostface. É uma das melhores aberturas da saga, deixando claro que este será um capítulo mais violento. O gore retorna com força: não apenas sangue, mas vísceras e órgãos expostos. Há uma intenção clara de mostrar um assassino mais agressivo e imprevisível.

Em paralelo, o roteiro rapidamente situa Sidney em sua nova realidade. Ela é reconhecida por todos, carrega o peso da própria história e vive sob a constante lembrança do que sobreviveu. A dinâmica com a filha é o principal elemento novo. A jovem não compreende totalmente o trauma da mãe e, ao mesmo tempo, sofre a pressão de ser “filha da Sidney”. Essa tensão é interessante, ainda que pouco aprofundada. O filme estabelece essa relação, mas raramente a desenvolve além do necessário para sustentar o conflito imediato.

Aqui surge uma primeira contradição que o próprio filme precisa equilibrar: ele tenta humanizar Sidney e aproximá-la emocionalmente do público, mas ao mesmo tempo a transforma quase em uma máquina de combate. Ela enfrenta o assassino sem hesitar. O medo, que antes era o motor da personagem, agora se desloca para a proteção da família. Essa mudança funciona como senso de urgência, mas também gera conveniências no roteiro, especialmente quando apenas Sidney e sua filha parecem capazes de reagir com eficácia ao assassino, enquanto os demais personagens são facilmente dominados.

O segundo arco mantém um ritmo ágil. O filme não perde tempo com contemplação. Há um núcleo grande de personagens, o que deixa evidente a função de muitos deles: servir como suspeitos e, eventualmente, vítimas. Alguns não recebem qualquer desenvolvimento antes de serem descartados. Ainda assim, as cenas de ataque são bem conduzidas. Williamson cria boas ambientações nos momentos de tensão, aproxima a câmera da protagonista e mantém o espectador envolvido.

O problema começa quando a nostalgia passa de elemento complementar para sustentação central. O roteiro insinua o retorno de Stu Macher, flerta com a ideia de que ele estaria vivo, sugere manipulações com deepfake e brinca constantemente com a obviedade. O filme aponta culpados, desmente, aponta novamente, e assim segue por quase toda a duração. A intenção é clara: enganar o público.

Mas aqui há outro impasse. O público de Pânico já conhece as regras do jogo. A tentativa excessiva de despistar acaba criando o efeito contrário. Ao perceber o jogo de falsas pistas, o espectador começa a procurar soluções fora do núcleo mais óbvio. A revelação, que deveria surpreender, torna-se previsível por exclusão.

Quando finalmente chegamos ao terceiro arco, a promessa construída pela nostalgia não encontra sustentação. Os assassinos revelados têm motivações rasas. O confronto final carece de impacto emocional. Depois de insinuar uma conexão grandiosa com o passado de Sidney, o desfecho entrega vilões periféricos, cuja presença não carrega o peso simbólico prometido.

O filme passa boa parte do tempo preparando o terreno para um grande embate com o legado da franquia, mas não cumpre essa promessa. A revelação não conversa com a dimensão que foi sugerida. O resultado é um encerramento anticlimático, talvez um dos mais fracos da saga.

Isso não invalida completamente o percurso. O ritmo é bom. As mortes são inventivas. A violência tem impacto. A ambientação funciona. Há entretenimento genuíno em muitos momentos. Mas a sensação final é de que o filme queria ser maior do que conseguiu ser. Ao tentar entregar nostalgia, surpresa e reinvenção ao mesmo tempo, acaba não aprofundando nenhuma dessas frentes.

Pânico 7 evidencia uma franquia que tenta sobreviver apoiando-se no próprio passado. Ao trazer Sidney de volta ao centro e apostar em retornos simbólicos, o filme acena diretamente ao fã. O problema é que nostalgia, sozinha, não sustenta um grande final.

Kevin Williamson consegue conduzir um filme ágil, violento e, em muitos momentos, divertido. Mas encontra dificuldades claras em fechar sua própria proposta. A tentativa constante de enganar o público esvazia o impacto da revelação. O desfecho, que deveria ser o ponto alto, transforma-se em obstáculo.

No fim, o sétimo capítulo parece usar todas as cartas disponíveis, retornos, fan service, violência ampliada, e ainda assim demonstra falta de fôlego para renovar a franquia. É um filme que funciona no caminho, mas tropeça na chegada. E em uma saga que sempre dependeu da força de sua revelação final, isso pesa mais do que qualquer cena bem construída ao longo da jornada.
Gabriela Santos
Gabriela Santos

23 seguidores 416 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de março de 2026
Tirando as atitudes completamente burras/ingênuas da filha da protagonista e o fato de os vilões parecerem "inquebráveis", o filme é muito bom. Senti adrenalina do início ao fim e errei todos os meus palpites hahah
Carlos Taiti
Carlos Taiti

8 seguidores 312 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 21 de março de 2026
Pânico 7

Poucas franquias de terror conseguiram sobreviver a tantas décadas mantendo relevância cultural quanto Scream 7, conhecido no Brasil como Pânico 7. Lançado em 2026, com cerca de 114 minutos de duração, o filme tenta novamente equilibrar nostalgia e renovação — algo que a saga vem tentando fazer desde que o terror pós-moderno nasceu com Scream em 1996.

 Gêneros: Terror, Suspense, Slasher, Mistério

A franquia sempre se destacou por brincar com as próprias regras do gênero. Porém, após tantos capítulos, surge uma pergunta inevitável: até onde uma franquia pode ir antes de começar a repetir a si mesma?

 Principais personagens e atores

Sidney Prescott — Neve Campbell

Gale Weathers — Courteney Cox

Chad Meeks-Martin — Mason Gooding

Mindy Meeks-Martin — Jasmin Savoy Brown

Hannah Prescott — filha de Sidney, nova geração da história

Nesta nova fase da franquia, o retorno de Sidney sugere também uma tentativa de passar o bastão para uma nova geração, possivelmente representada por sua filha Hannah.

Curiosamente, o filme também chama atenção pela ausência de personagens centrais dos capítulos recentes, como os vividos por Jenna Ortega e Melissa Barrera, que pareciam ser o futuro da franquia.

易 Primeiras Impressões

Pânico 7 aposta novamente na fórmula que tornou a saga famosa: mistério, paranoia e múltiplos suspeitos.

Mas desta vez o filme tenta elevar o jogo ao apresentar não um, mas três Ghostfaces, criando um quebra-cabeça mais complexo para o espectador.

A pergunta central continua a mesma que acompanha a franquia há décadas:
quem está por trás da máscara?

 Enredo

A história retorna ao universo marcado por assassinatos brutais cometidos pelo misterioso Ghostface.

Enquanto a trama tenta confundir o espectador com vários possíveis suspeitos — Tatum, Jessica, Lucas, Chad, Ben e Mindy — a narrativa conduz o público por pistas falsas e revelações inesperadas.

Ao mesmo tempo, o filme resgata elementos do passado da franquia, incluindo referências a Stu Macher, personagem clássico do primeiro filme.

Um vídeo surge sugerindo que ele poderia estar de volta, levantando dúvidas sobre seu destino e alimentando teorias dentro da própria narrativa.

No entanto, a revelação final acaba envolvendo personagens menos esperados ligados a um hospital psiquiátrico — incluindo um paciente e um supervisor do local — além de uma figura aparentemente esquecida na trama.

里 História e construção narrativa

A estrutura segue o modelo clássico da franquia:

apresentar vários suspeitos

induzir o público ao erro

revelar múltiplos assassinos no terceiro ato

O problema é que, após tantos filmes, esse mecanismo começa a ficar previsível.

Mesmo assim, o roteiro ainda consegue gerar momentos de tensão e brincar com as expectativas do público.

 Produção

A produção aposta fortemente na nostalgia.

Trazer Neve Campbell de volta ao centro da história é uma escolha claramente estratégica, especialmente para fãs que acompanharam a franquia desde os anos 90.

Por outro lado, essa decisão também cria um conflito: a saga parece querer seguir adiante, mas ao mesmo tempo continua voltando ao passado.

 Fotografia

A fotografia mantém o estilo sombrio e urbano característico da franquia.

Ambientes escuros, corredores silenciosos e enquadramentos fechados ajudam a criar a atmosfera de paranoia constante.

 Efeitos especiais

Os efeitos são discretos, focando principalmente na violência estilizada típica do gênero slasher.

Nada extremamente inovador, mas suficiente para manter o clima brutal esperado de um filme da série.

 Atuações

Neve Campbell retorna como Sidney Prescott, agora claramente mais madura. Ainda transmite força e determinação, embora o tempo já esteja visível em sua presença na tela.

Courteney Cox continua interpretando Gale Weathers quase como uma “anjo da guarda” da franquia — sempre aparecendo nos momentos decisivos.

Já a personagem Hannah passa por uma transformação interessante: começa como alguém aparentemente frágil, mas evolui ao longo da narrativa até se tornar uma verdadeira sobrevivente.

 Filmes semelhantes

Quem gosta de Pânico 7 provavelmente também aprecia franquias clássicas do terror slasher como:

Friday the 13th — Sexta-Feira 13

I Know What You Did Last Summer — Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado

Final Destination — Premonição

Scary Movie — Todo Mundo em Pânico

Todas franquias que também enfrentaram o desafio de continuar se reinventando ao longo dos anos.

⭐ Avaliação Final

Pânico 7 tenta manter viva uma franquia que já atravessou gerações.

O filme funciona como entretenimento e ainda consegue criar tensão em alguns momentos, mas também deixa claro que a saga começa a se apoiar demais em nostalgia e reviravoltas cada vez mais complexas.

Mesmo assim, o final deixa portas abertas para novas continuações — e tudo indica que o passado da franquia ainda não terminou.

 Vale a pena assistir?
Sim, especialmente para fãs da saga Pânico e do terror slasher clássico.

⭐ Nota final: 7 / 10
Caio "Vasco"
Caio "Vasco"

7 seguidores 132 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 3 de abril de 2026
É um filme pra quem é fã da franquia, assistiu todos os 6 primeiros antes e tem todas as referências frescas na cabeça, se você quer ver sem estar tão habituado com o universo Scream vai ter problemas de entender várias conversas, vários personagens.

Filme é bom pelas mortes violentas e super criativas, tem duas mortes ali que entram no top 10 mortes mais incríveis dos filmes de terror do milênio 2000 ( o cara no bar com a maquina de cerveja é épico ).

Mas os elogios acabam por ai, de resto temos personagens burros fazendo coisas burras como por exemplo spoiler: a menina está dentro de uma zona segura, toda trancad, inacessível, ela sabe que lá fora está o ghostface querendo mata-la, ela enche uma parede de tiro a fim de acerta-lo, o assassino lá fora cai no chão ou finge se jogar no chão, o que qualquer pessoa sensata faria? Esperaria dentro da zona segura até amanhecer ou até alguém chegar para ajudar afinal é uma cidade onde as pessoas seguem suas vidas na região, porém ela tira as barreiras que estão travando a porta para olhar o corpo de pertinho
isso me incomodou demais viu, que dessem um outro jeito de faze-la sair daquela sala do pânico.

O outro é o spoiler: namorado refazendo um vídeo colocando a imagem do assassino do primeiro filme apenas para " testar se ficava bom " (?) e realmente o mané estava testando pois no final é revelado que ele não tem nada a ver com os assassinos, entende a imbecilidade ?


Se você for fã da franquia provavelmente vai adorar a chuva de referências e personagens do clássico aparecendo rapidamente ou participando da trama, as mortes são incríveis estéticamente falando, mas a história é bem ok.

Recomendo esse flme apenas para quem já é fã do universo Stab.
WagnerSantos
WagnerSantos

6 seguidores 100 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 1 de abril de 2026
Não tem mais aquele vigor dos filmes iniciais da franquia. Faltou criatividade para o sétimo longa. Um roteiro preguiçoso e nada surpreendente. Vale como um leve passatempo.
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