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Biah almeida
1 crítica
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4,5
Enviada em 13 de fevereiro de 2026
Filme, você não dá nada no começo, mas do meio pro final, top demais! Eu faria o mesmo, nesse mundo onde homem estão cada dia terríveis!!!! Assistam!!!!
Assistir A Empregada no cinema reforça como a experiência da sala escura e da reação coletiva do público é única. Mesmo sem ser exatamente um filme de humor, a atmosfera criada pelas pessoas na sessão tornou tudo mais divertido, arrancando risadas constantes. Entrei esperando algo raso ou apelativo, mas o resultado foi o oposto: o filme surpreende e prende a atenção. Saí da sessão impactado, com aquela sensação de querer continuar dentro daquele universo. Foi uma surpresa extremamente positiva e uma experiência cinematográfica marcante.
O plot você consegue perceber nos primeiros 20min de filme, as resoluções são forçadas, só para passar uma mensagem de empoderamento. A empregada simplesmente sai com homem casado, transa com o cara, rouba o marido dos outros, faz deboche e fica por isso mesmo. o comportamento sádico da mesma é um plus. A atriz Sidney é péssima atuando, quem salvou o filme até onde deu foi a amanda seyfried, a sidney parecia um cone durante o filme. Cheio de furos de roteiro no final.
Nem...mto viajado..hahah spoiler: põe situações nada normais no dia a dia como se fossem normais, clichês tão óbvios que fica nítido que iria ter alguma reviravolta. Só que é a reviravolta mais viajada que já vi haha, criam uma história atrás da outra, que não convence e quer forçar pra convencer, o jardineiro eu achei que teria um papel importante na vdd não serve pra nada. Além disso os personagens não tem conexão emocional nenhuma, nem a mãe com a filha, nem os casais, nem o jardineiro, nem a empregada . Quase fui embora no filme.
A EMPREGADA me deixou intrigado. Das duas uma: ou o diretor Paul Feig é muito incompetente ou optou pela esculhambação mesmo. O filme tem várias cenas que soam risíveis. Se o humor é involuntário, não sei. Caso tenha sido uma opção consciente do diretor, eu bato palmas. Se a intenção foi a de fazer um “thriller” sério, não funcionou, principalmente a julgar pelas gargalhadas da platéia na sessão em que assistimos o filme.
No quesito interpretação, Amanda Seyfried (Nina) é uma ilha de excelência cercada de canastrões por todos os lados. Brandon Sklenar, que interpreta o marido de Nina, está medonho. No quesito direção, Feig não se preocupa nem um pouco em ser sutil e original. Entrega um arroz-com-feijão nem sempre bem temperado. Existem ali temas a serem explorados com mais profundidade, mas diretor e roteirista não estão preocupados com isso. O que eles querem é divertir e isso eles conseguiram.
Filme com roteiro muito bem trabalhado e excelente plot Twister, atores que detém boa dinâmica e capacidade de transmitir as emoções de cada cena para os telespectadores.
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