Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Felipe
2 críticas
Seguir usuário
5,0
Enviada em 23 de fevereiro de 2026
Muito bom o filme. Vale a pena o ingresso. Atuação do elenco impecavel, trilha sonora maravilhosa, cheio de suspense do início ao fim deixando o espectador sem saber de fato quem é o vilão, quem não é, o desenrolar no final deixa tudo mais excitante e a conclusão sem deixar pontas soltas deixa tudo melhor ainda, com bônus de um gancho na última cena para uma possível continuação.
Um dos melhores livros que viraram filme até o momento. Filme que trás luz a algo tão importante que é a violência domestica, emocional, física, e também entra em outra coisa muito importante que é sobre não se deixar levar pelas aparências, nem sempre as coisas são o que parecem. o filme é super bem construído, a trilha sonora perfeita.
os atores, sem comentários para as ótimas atuações, esse com certeza vai ser o filme que vai salvar a sydney sweeney dos últimos desastres que ela fez parte.
Ótimo flime, o início começa lento e monótono mas se você tiver paciência realmente se surpreendeu, acho que deveriam ter explorado mais o jardineiro, ja que de certa forma ele teve relevância... Mas gostei bem do enredo e de como foi tratado os tres personagens principais
Esse é um filme de suspense com roteiro bem construído, prende a atenção do início ao fim. Tem momentos cômico, tem bastante suspense. Foge dos filmes previsíveis. É aquele filme que sentimos a sensação de ingresso bem pago.
Gostei da reviravolta, e principalmente o final onde ela spoiler: começa a torturar o cara sem muito rodeios e nem " eu não vou matar ele para não ficar iguala a ele"
Bom filme. Boa distração. Discordo da avaliação 2,5 do Adoro Cinema. Talvez por que a atriz principal supostamente é apoiadora do Trump, a crítica tenha má vontade na hora de avaliar o filme.
“Quando a faxina vira terapia de casal... mas ninguém avisou pro aspirador.”
Paul Feig pega o best-seller de Freida McFadden e transforma em um thriller erótico-doméstico que começa como um episódio esticado de “Desperate Housewives” e termina como se alguém tivesse apertado o botão “plot twist máximo” sem ler o manual. Sydney Sweeney é Millie, a empregada com passado sombrio (porque todo thriller precisa de uma protagonista que matou alguém “por motivo justo”), que chega na mansão imaculada de Nina (Amanda Seyfried, rainha do sarcasmo gelado) e Andrew (Brandon Sklenar, basicamente o marido genérico que todo mundo já sabe que é problema). O primeiro ato é lento como aspirar tapete persa: olhares suspeitos, limpeza obsessiva, diálogos que parecem escritos por alguém que assistiu muita novela das 9. Sweeney faz o que sabe fazer bem — carisma físico, expressões de “eu sei mais do que estou dizendo” —, mas às vezes parece que ela está atuando em piloto automático, tipo “ok, expressão de mistério... agora de vulnerabilidade... agora de raiva contida”. Enquanto isso, Amanda Seyfried rouba cada cena em que aparece: ela é hilária, perigosa e a única que parece estar se divertindo de verdade no set. A trama acelera na segunda metade, com segredos saindo do armário (literalmente), reviravoltas que você prevê metade e a outra metade te pega de surpresa (ou te faz revirar os olhos, dependendo do humor). Tem tensão sexual, tem abuso psicológico disfarçado de casamento perfeito, tem uma cena final que divide opiniões entre “genial” e “ok, mas e aí?”. O filme sabe que é pulp, over-the-top, e abraça isso — o que salva de ser chato. Mas também não vai além: é entretenimento de pipoca decente, daqueles que você assiste no cinema, ri de nervoso, come o balde inteiro e no carro de volta pensa “foi legal... mas não vou indicar pra ninguém que odeia clichês”. Ponto alto: Seyfried devorando o papel como se fosse um brigadeiro de panela. Ponto baixo: o roteiro que às vezes esquece que suspense não precisa ser explicado em voz alta. Ponto neutro: Sydney Sweeney continua linda e carismática, mas ainda esperando aquele papel que a faça explodir de vez como atriz principal (talvez na sequência já anunciada?). Recomendo pra quem gosta de thrillers leves, com pitadas de erotismo e final que dá vontade de discutir no bar. Não é obra-prima, não é lixo — é exatamente o que promete: uma faxina divertida na bagunça alheia.
Nota final: 3/5 — suficiente pra valer o ingresso, mas não o suficiente pra virar clássico de final de semana.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade