A Empregada
Média
4,1
622 notas

171 Críticas do usuário

5
71 críticas
4
50 críticas
3
23 críticas
2
9 críticas
1
11 críticas
0
7 críticas
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Luciana Machado
Luciana Machado

3 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 21 de fevereiro de 2026
Esse é um filme de suspense com roteiro bem construído, prende a atenção do início ao fim. Tem momentos cômico, tem bastante suspense. Foge dos filmes previsíveis. É aquele filme que sentimos a sensação de ingresso bem pago.
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.777 seguidores 875 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2026
Forçado? Talvez... mas é legal, prende a atenção demais demais, uma aflição fora do comum, mas é um filme bem bacana.
Abner Santana
Abner Santana

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de fevereiro de 2026
Gostei da reviravolta, e principalmente o final onde ela spoiler: começa a torturar o cara sem muito rodeios e nem " eu não vou matar ele para não ficar iguala a ele"
Gessica E.
Gessica E.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de fevereiro de 2026
Filme mais profundo do que apenas um rostinho bonito e adultério, mostra a realidade de muitas mulheres "loucas"
Luciano Fernandes
Luciano Fernandes

3 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de fevereiro de 2026
Bom filme. Boa distração. Discordo da avaliação 2,5 do Adoro Cinema. Talvez por que a atriz principal supostamente é apoiadora do Trump, a crítica tenha má vontade na hora de avaliar o filme.
Bruce M.
Bruce M.

7 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 19 de fevereiro de 2026
“Quando a faxina vira terapia de casal... mas ninguém avisou pro aspirador.”

Paul Feig pega o best-seller de Freida McFadden e transforma em um thriller erótico-doméstico que começa como um episódio esticado de “Desperate Housewives” e termina como se alguém tivesse apertado o botão “plot twist máximo” sem ler o manual. Sydney Sweeney é Millie, a empregada com passado sombrio (porque todo thriller precisa de uma protagonista que matou alguém “por motivo justo”), que chega na mansão imaculada de Nina (Amanda Seyfried, rainha do sarcasmo gelado) e Andrew (Brandon Sklenar, basicamente o marido genérico que todo mundo já sabe que é problema).
O primeiro ato é lento como aspirar tapete persa: olhares suspeitos, limpeza obsessiva, diálogos que parecem escritos por alguém que assistiu muita novela das 9. Sweeney faz o que sabe fazer bem — carisma físico, expressões de “eu sei mais do que estou dizendo” —, mas às vezes parece que ela está atuando em piloto automático, tipo “ok, expressão de mistério... agora de vulnerabilidade... agora de raiva contida”. Enquanto isso, Amanda Seyfried rouba cada cena em que aparece: ela é hilária, perigosa e a única que parece estar se divertindo de verdade no set.
A trama acelera na segunda metade, com segredos saindo do armário (literalmente), reviravoltas que você prevê metade e a outra metade te pega de surpresa (ou te faz revirar os olhos, dependendo do humor). Tem tensão sexual, tem abuso psicológico disfarçado de casamento perfeito, tem uma cena final que divide opiniões entre “genial” e “ok, mas e aí?”. O filme sabe que é pulp, over-the-top, e abraça isso — o que salva de ser chato. Mas também não vai além: é entretenimento de pipoca decente, daqueles que você assiste no cinema, ri de nervoso, come o balde inteiro e no carro de volta pensa “foi legal... mas não vou indicar pra ninguém que odeia clichês”.
Ponto alto: Seyfried devorando o papel como se fosse um brigadeiro de panela. Ponto baixo: o roteiro que às vezes esquece que suspense não precisa ser explicado em voz alta. Ponto neutro: Sydney Sweeney continua linda e carismática, mas ainda esperando aquele papel que a faça explodir de vez como atriz principal (talvez na sequência já anunciada?).
Recomendo pra quem gosta de thrillers leves, com pitadas de erotismo e final que dá vontade de discutir no bar. Não é obra-prima, não é lixo — é exatamente o que promete: uma faxina divertida na bagunça alheia.

Nota final: 3/5 — suficiente pra valer o ingresso, mas não o suficiente pra virar clássico de final de semana.
Filipe Ramos
Filipe Ramos

4 seguidores 40 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de fevereiro de 2026
Um ótimo filme, realmente se você for mais atento e ler as análises das pessoas, vai observar que o filme terá um plot twist. Mesmo assim, você fica com algumas opções do que pode ser esse plot twist. No geral, achei o filme bem bom, ele te entretém do começo ao fim, vale a pena assistir.
kayronn
kayronn

11 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de fevereiro de 2026
filme muito bom, foi de 0 a 100 muito rápido e lentamente foi pra 200. fiquei muito impressionado com cada plot twist a cada minuto do filme. um ótimo suspense e filme de terror
Anderson  G.
Anderson G.

1.371 seguidores 404 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 18 de fevereiro de 2026
A Empregada é um filme feito para engajamento e extremamente comercial. Apesar de possuir um dito “plot twist”, ele não é tão surpreendente assim, porque fica nítida, desde o início, a intenção de causar a reviravolta.

Contudo, o filme tem boas surpresas. O casting é ótimo, a direção funciona muito bem, e as escolhas narrativas são fluidas e extremamente funcionais. O filme entretém e diverte.

É interessante que, apesar de raso, após a conclusão os detalhes da obra se conectam. Mesmo precisando de uma grande suspensão de descrença do início ao fim, o conjunto é melhor do que eu esperava — talvez porque fui assistir com pouquíssima expectativa —, mas ainda assim consegui enxergar qualidades.
6,5/10
Fábio R.
Fábio R.

25 seguidores 86 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 7 de março de 2026
Filme legalzinho pra assistir se estiver de bobeira, ainda mais pra quem gosta de ver mulheres lindíssimas, duas loiras de respeito e com muito talento.
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