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Ricardo Garrotes
2 críticas
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3,0
Enviada em 31 de março de 2026
Só cinefolos burros. Escrevem que a mulher é onlado negro dela, que não é paranormal! Então como os filhos passam pelo mesmo?? E como tb vêm a mulher no jardim?? Burros do crl
Que filme podre No começo parecia bom ,dps foi só piorando. E o final pqp ,muito nada a ver sem fechar e passar pro expectador o que está acontecendo. Podre podre
lento no começo, mas interessante no final. tem uns plots e não fica muito claro um pouco a lógica do filme. não assistiria de novo mas foi bom, você não vai perder seu tempo por assisti-lo. spoiler: o final termina positivo, mas ao ver o nome invertido da ideia que ela foi mesmo de arrasta tanto que o cachorro apareceu e já tinha sido dada a ideia que o cachorro tinha ido de arrasta há um tempo, talvez as crianças sejam só projeção
Um ótimo terror-suspense-psicológico, que flerta com o sobrenatural nesse thriller que faz analogia entre espoiler: scuridão, depressão, paranoia, mundo invertido, tudo numa miscelânea deliciosa e dolorida, uma trama entroncada, um desfecho ambíguo, alternando uma fotografia quente, com calor e cores abafadas do acolhimento familiar em contraposição ao ar sombrio, a escuridão, que antecede a entrada no mundo invertido do luto, da dor e da perda … Mais triste e trágico que assustador… Impactante...
O filme é confuso e excessivamente lento, com uma narrativa que demora a engrenar e pouco estimula o interesse ao longo do desenvolvimento. O maior problema, no entanto, está no desfecho: o final, que deveria esclarecer os acontecimentos e amarrar a proposta da história, acaba fazendo o oposto, abrindo ainda mais lacunas e deixando uma sensação de frustração. Em vez de provocar reflexão, o encerramento soa mal resolvido e reforça a impressão de um roteiro indeciso e pouco eficiente.
Poderia ser mais , porém deixa a desejar nas explicações sobre os acontecimentos, vale ressaltar a importância de ver e rever todos os detalhes de um filme
“A Mulher no Jardim” não é sobre monstros externos, mas sobre os monstros internos — luto, culpa, solidão e depressão. O terror é usado como metáfora para esses sentimentos. O filme não da explicações sobre os acontecimentos, o telespectador deve tirar suas próprias conclusões.
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