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Jeison M.
18 críticas
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0,5
Enviada em 18 de setembro de 2026
Filme ruim pra nao dizer coisas piores, woke bizarro com empoderamento feminino e ridicularização do masculino e não é pouco viu... História começa bem mas ai meu pai amado é vixii atrás de vixiii com cenas wokes e bizarras como os dinos copulando e eles fazendo fotinha, bizarro kkkkk tinha muito pra ser um filme muito bom mas a direção e interferência woke acabaram com ele fazendo ser um desperdício assistir.
Fraco. Esperava bem mais sobre um roteiro tão interessante... mas temos algo corrido e falta total de empatia com a comunidade, o que é contraditório, depois do início do filme. Elenco desperdiçado por superficialidade. Traz um drama muito complexo, dentro do que poderia ser uma das maiores aventuras.
O Fim da Rua é quase uma Sessão da Tarde dos anos 80 em que alguém decidiu colocar dinossauros assassinos no meio do bairro. E, por incrível que pareça, funciona muito bem.
David Robert Mitchell aumenta bastante a escala depois de Corrente do Mal, mas continua sabendo exatamente como usar casas, ruas e aquilo que está escondido no fundo da cena para criar tensão. Os dinossauros são tratados como ameaça de verdade, Anne Hathaway corre, luta e sustenta boa parte do lado emocional, e o filme consegue misturar aventura, suspense e drama familiar sem parecer três coisas brigando entre si.
O roteiro exige uma boa dose de suspensão de descrença e algumas criaturas claramente respeitam a armadura de protagonista quando necessário. O mistério também promete uma resposta bem mais interessante do que aquela que realmente entrega.
Ainda assim, depois de anos em que “filme de dinossauro” praticamente virou sinônimo de Jurassic, é muito bom descobrir que basta colocar um deles na garagem do vizinho para a brincadeira parecer nova outra vez.
Um filme muito bem bolado. Conseguiu prender a atenção do começo ao fim. Sem enrolação, direto ao ponto. Desenvolve os personagens muito rapidamente para ir direto ao que interessa! Não é excepcional, mas cumpre com o objetivo de entreter. CGI muito bom! Recomendo!
O fim da rua é um filme de aventura/ficção científica, que contou com a direção e roteiro de David Robert Mitchell. A trama é ambientada na década de 1980, e acompanhamos o casal Denise (Anne Hathaway) e Greg (Ewan McGregor), que estão enfrentando um crise no casamento devido a rotina, enquanto procuram cuidar dos seus 2 filhos. Porém, a rotina de todos muda quando toda a sua vizinhança é transportados para a era Jurassica. É mais um longa que procura se apoiar na nostalgia da década de 1980. O filme gera entretenimento raso, típico de uma sessão da tarde em dias chuvosos. O roteiro nao oferece resposta ou explicações para simplesmente todo o bairro ter sido transportado. As coisas vao ficando sem explicação nenhuma quando algumas coisas vao acontecendo antes desse fato, como uma planta pré-histórica aparecer na grama da sua vizinha e quando um cocô gigante apareceu no quintal de seu outro vizinho. Esquecendo isso, o filme ainda passa o ar de algo científico, quando a figura de Carl Sagan é muito mencionado por uma das filhas do casal. Tudo muito raso, até mesmo as discussões bobas e clichê de uma casal suburbano dos EUA. Apesar de tudo, o longa nao é ruim, oferece bons efeitos para os dinossauros, cria uma ótima atmosfera de um bairro dos anos 1980, nos EUA ( inclusive com uma memorável trilha sonora e figurino). O que talvez nao tenha caprichado melhor tenha sido nos diálogos, que faz parecer que estão todos em 2026. Algumas cenas beiram o intragável, como a ideia de tirar uma foto com 2 dinossauros transandk, em meio a todo o medo de ser morto. Alguns podem reclamar sobre a questão de Denise ser a reclamona e ser a protagonista da trama. Talvez, emular isso aos anos 1980, seja um problema, poucas mulheres tinha tais liberdade diante dos seus maridos e poucos maridos aceitariam tanto. Para os dias de hj, nao haveria problema. Talvez podemos pensar isso como uma ideia de atualização, embora que no final, Denise reconheça todo o esforço do seu marido. A trama ainda brinca com a ideia de volta no tempo para proporcionar um desfecho de família feliz. Mas é fato que o tom aventureiro melhora no terceiro ato , quando enfim aparece diversas criaturas.
Pelo menos 80% do tempo é para adultos pois o filme em algumas cenas começam a te vender a ideia de ser uma aventura em familia para logo no minuto seguinte vir algo brutal e te lembrar que é um filme de terror brutal com monstros assassinos programados para matar.
Um fator muito importante que a grande maioria das obras seja filmes ou games esquecem que em um mundo apocaliptico mesmo que o foco seja na familia protagonista ainda existe vida e outras histórias acontecendo, me lembro do mágico "Resident Evil 3" apesar de acompanharmos a Jill nós ouviamos vida ao redor de Raccoon City, disparos, gente gritando, pessoas correndo, isso trazia vida a cidade. Aqui acontece o mesmo toda hora você vê vizinhos ao fundo correndo, carros passando em desespero, pessoas mortas pela rua e isso é incrível.
História é interessante, é simples, te convence, uma bolha levou um quarteirão para o passado e aceite isso. Focando apenas na sobrevivência e horror.
Um ponto super positivo que além de herói, matador de dinossauro, o cãozinho Starbuck sobrevive, honestamente eu só me importei com ele durante todo filme.
Não quer dizer que os personagens fossem desinteressantes, pelo contrário os personagens são bem construidos, um casamento a beira da ruína, segredos por parte do pai, segredos por parte da mãe, crianças no meio desse caos parece uma real familia tradicional amaericana, todos em seus papéis estão brilhantes principalmente Anne Hathaway que em 2026 resolveu trabalhar bastante todo novo filme no cinema ela está em cena.
Vocês repararam no final do filme? Denise liga para o marido daquele universo, liga para seus vizinhos mais próximos salvando todos, mas não avisa a denise daquele universo e os filhos daquele universo? Condenando todos a morte pois sem o pai presente para ajudar todos iriam morrer no primeiro dia, pense nisso, isso não foi um final feliz como o diretor fez parecer muito pelo contrário, isso é incrível.
Um ponto negativo foi terem criado um caso romantico lesbico entre duas crianças de treze anos, totalmente descartável isso, crianças devem ser crianças brincar estudar e não pensar em relacionamento.
Fiquei feliz de ter assistido no cinema, valeu cada centavo a experiencia.
O filme começa com uma premissa que poderia ser interessante mas depois que você descobre a causa dos feixes de luz que aparece no trailer, tudo fica nonsense e é ladeira abaixo. Dois atores bons segurando uma filme de mais de uma hora sem pé nem cabeça. O final é pior ainda. Tudo n ofilme é ruim. Ouso dizer que foi o pior filme que vi nos últimos 10 anos.
Filminho bem sessão da tarde, em tudo, o desenho dos sons, o drama, e aventura incorporado em um suspenses que não explica nada. Não é um filme ruim, mas esperava muito mais.
Um bom filme, a atuação de Anne Hathaway é com certeza uma das melhores partes do filme pela forma complexa da personagem am alguns momentos (principalmente conflitos da personagem com seu marido).
O filme tem uma montagem muito boa, sem falar da fotografia que me deixou impressionado com a qualidade, tecnicas de câmera, tecnicas visuais e estéticas e principalmente pela sua atmosfera nostalgica dos anos 80 e no estilo Jurassic Park.
Tem um roteiro mais leve e em certas partes que deveria ser mais forte e com um espaço muito vasto de história, trama e enredo. Falta de explicações mais aprofundadas de como aquilo aconteceu, o drama e o suspense mudando muito rapidamente e um desfecho querendo ou não apressado. Porém o filme conseguiu trazer uma carga dramática considerável e uma ficção precisa.
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