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Maria Cecília Cavalcanti
1 crítica
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0,5
Enviada em 6 de março de 2023
Filme péssimo, enredo e elenco fraquíssimos. A maior parte do filme não faz sentido algum. Ninguém entende o que os filhos psicopatas querem de verdade e acaba do mesmo jeito que começou: sem pé nem cabeça.
Sem adjetivos para expressar o tão quão é ruim o filme. É o tipo de produção que só existe pra gastar verbas direcionadas. A ideia inicial até dá a intenção de ser bom, mas com o desenrolar da história, você chega a conclusão que era só intenção mesmo.
Simplesmente HORRÍVEL. Não entendo como gastam dinheiro produzindo um filme com uma trama tão ruim e sem sentido. Não percam tempo assistindo.. o final consegue ser ainda pior do que o resto do filme. Ahhh e no final ela foge novamente e deixa os filhos. Fim.
Simplesmente horrível, não me lembro de ver um filme tão mau. Tirando a personagem Neve (Ashley Madekwe), o elenco é bastante pobre, quanto a realização do filme com bons efeitos sonoros mas deita tudo a perder quando não consegue ou não quer seguir o normal percurso da história, ao tentar fazer algo diferente acabou simplesmente por matar o filme. Com um fim sem conteúdo e sem sentido para muitos o que acredito que fez com que a maioria das pessoas que viram o filme sentisse que foi perda de tempo. Como para muitos o importante é falarem bem ou mal desde que falem para o realizador está tudo bem, penso que seja essa postura que fez com que optasse pelo percurso do filme dessa maneira.
MelDelssss que filme horrível!!! Me lembra a clássica frase de Stephen King... "UM CADILLAC SEM MOTOR!" - simplesmente um grande desperdício de produção... com boa trilha sonora, convincente montagem e fotografia, atuações até razoáveis, mas um roteiro tão pobre que não se sabe ao certo porque começou e o final é absolutamente vago e cheio de nada. Uma matriarca covarde, fraca e surtadona que começa fugindo e termina... (SEM SPOILER) kkkkkkkk Misericórdia que desperdício...
Um filme muito interessante e pouco óbvio, que fala da ambição, do racismo, do colorismo e da hipocrisia da branquitude fugindo do estereótipo atual. Achei o filme bem imprevisível, jamais imaginaria os rumos que as coisas chegaram. E daí ficamos cheios de indagações sobre tb a maternidade, o peso que é ser mãe e o quanto somos cobradas para sermos perfeitas, especialmente mães negras, que precisou se embraquecer pra ter o direito de sonhar. A protagonista é uma Odete Roitman melhor desenhada do que a do remake, cheia de camadas para que possamos refletir que não vivemos um só papel na sociedade. Mas quando se escolhe ou se vive a maternidade, essa parece ser mais uma sinal do que escolha. E tudo está errado em vc se vc não deseja as "coisas certas".
A temática do filme é interessante,de extrema relevância. Ao abordar sobre a questão racial e violência doméstica (fica subentendido), a narrativa coloca em debate as formas de resistência produzidas pela protagonista,que busca ascensão social e formas de se impor, sobreviver ao racismo e ao preconceito.A atuação da protagonista salva as demais, porém, o final, embora surpreendente, é indigno de uma consideração moral sobre alguém que luta contra as injustiças.
Péssimo filme. Perdi meu tempo vendo, sem criatividade, final horrível deixou vazio demais. Parece que fez o filme às pressas e teve que fazer o básico do básico, a Netflix ainda comprou. Pelo amor de Deus, sinceramente não vale a pena ver. Decepcionada por perder meu tempo preciso.
Estava tão ansiosa para assisti o filme e sinceramente fiquei decepcionada. Tem horas que o filme fuça cansativo e o diálogo entre os atores fica muito chato. Esperava bem mais. Estou totalmente decepcionada.
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