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Giseli
1 crítica
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1,0
Enviada em 11 de janeiro de 2026
Acredito que o maior problema da adaptação esteja no fato de que o livro é inteiramente narrado pela visão de Eva. É através dela que conhecemos e sentimos suas angústias, tanto em relação à depressão pós-parto quanto aos acontecimentos envolvendo os machucados nas crianças. Eva é quem dá vida à trama. No filme, no entanto, ficamos apenas com as expressões da atriz, sem a riqueza de detalhes do que estava se passando em sua mente. Nesse sentido, o filme poderia ter utilizado uma abordagem diferente para não haver a perda dessa parte tão importante.
O filme tinha tudo pra ser bom, o final ficou uma bosta resolvi dar uma chance para um filme brasileiro mas não sabem fazer filmes, o diretor deve ter feito esse filme chapado não era difícil colocar um final descente, se perderam muito no meio do filme.
pqp quem criou essa bomba visual, esse filme tinha TUDO de ser bom a atriz é muito 10/10 estragaram ela nesse papel, esse filme só causa raiva a principal é burra o marido pior ainda e a filha é um demônio
cara, que doideira!!! me pegou muito... não esperava por isso! Muito bom. Com drama e suspense bem articulados, além de uma atuação grandiosa da Grazi.
Uma família feliz é um filme nacional de suspense psicológico que foi dirigido por José Eduardo Belmonte com roteiro de Raphael Montes. Na trama, acompanhamos Eva (Grazi Massafera) que é casada com Vicente (Reynaldo Gianecchini) e tem uma família com 2 garotas gêmeas e acaba de dar à luz a um menino. Eva começa a ter os sintomas de uma depressão pós-parto em meio a um bom funcionamento de sua família. A situação só faz piorar quando os seus filhos começam a aparecer com marcas estranhas em seu corpo. Com uma abertura dramática logo nas primeiras cenas, a direção parece querer entregar aquilo que esperávamos do filme: um caos. Porém, a narrativa volta no tempo para mostrar tudo do princípio com a doença de uma das filhas e os primeiros sintomas de Eva. Junto a isso, vemos fartura na mesa da família e uma rotina embora agitada, mas perfeita. Mas o casal também já não vinha bem com alfinetadas de ambas as partes. O cansaço da protagonista e todas essas situações pesam bastante a ponto de Grazi mudar completamente a sua fisionomia. Ficamos na duvida em acreditar se ela realmente machucou seus filhos ou não. O filme poderia abordar com maior profundidade o que pretendeu: a depressão de Eva. Embora a direção sempre fez questão de mostrar que o lado difícil de Eva com o bebe chorando o tempo todo e a mesma tendo que dar conta de tudo ao mesmo tempo. A narrativa fica um pouco confusa ao tentar explicar o parentesco entre a família, ao decorrer do filme é que ficamos sabendo. Outro problema é a perca do folego no segundo ato, ficando algo cansativo. O plot (é revelado quem agride as crianças) já no final do filme é o ápice e liga as cenas iniciais do longa. A revelação vem forma cínica e fria pelo personagem que fez.
Filme muito bacana! Suspense que prende até o final . Amo filme nacional, mas gente que áudio é esse? Parece que todo filme brasileiro passou pelo mesmo sound designer preguiçoso . Sério, alguém manda esse povo embora, por favor!
Que filme ruim, deu pra perceber desde o início, e a mariola das cenas tá tão escuro que mal dá pra ver alguma coisa. O final péssimo, depois desse filme vou ter mais coragem de parar de assistir um filme quando eu ver que não é bom logo no começo, tinha esperanças de melhorar, mas só piora, não recomendo, perda de tempo, melhor passear com seu cachorro.
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