Média
2,9
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Eu li o livro , claramente o livro é muito melhor do que o filme tbm é muito bom, te prende , não enjoa , e claro te choca
O filme tinha tudo, tudo mesmo pra ser bom. Mas é péssimo. Não percam seu tempo. A atuação da Grazi estava perfeita. Mas o fim do filme dá um ódio, mas um ódio. Perca de tempo
Eu achei a atuacao da Grazi Massafera muito boa ,somente não achei justo o final ,ela merecia um final feliz e o pai muito fácil de ser manipulado.
Acredito que o maior problema da adaptação esteja no fato de que o livro é inteiramente narrado pela visão de Eva. É através dela que conhecemos e sentimos suas angústias, tanto em relação à depressão pós-parto quanto aos acontecimentos envolvendo os machucados nas crianças. Eva é quem dá vida à trama. No filme, no entanto, ficamos apenas com as expressões da atriz, sem a riqueza de detalhes do que estava se passando em sua mente. Nesse sentido, o filme poderia ter utilizado uma abordagem diferente para não haver a perda dessa parte tão importante.
O filme tinha tudo pra ser bom, o final ficou uma bosta resolvi dar uma chance para um filme brasileiro mas não sabem fazer filmes, o diretor deve ter feito esse filme chapado não era difícil colocar um final descente, se perderam muito no meio do filme.
Nada a Dizer da Grazi, Mas o filme é muito Péssimo e um final muito mais que ruim .. horrível!!!!!!
pqp quem criou essa bomba visual, esse filme tinha TUDO de ser bom a atriz é muito 10/10 estragaram ela nesse papel, esse filme só causa raiva a principal é burra o marido pior ainda e a filha é um demônio
Filmão! Uma trama psicológica muito bem desenvolvida. Grazi arrasou! O perigoso está onde menos se espera!
cara, que doideira!!! me pegou muito... não esperava por isso! Muito bom. Com drama e suspense bem articulados, além de uma atuação grandiosa da Grazi.
Uma família feliz é um filme nacional de suspense psicológico que foi dirigido por José Eduardo Belmonte com roteiro de Raphael Montes. Na trama, acompanhamos Eva (Grazi Massafera) que é casada com Vicente (Reynaldo Gianecchini) e tem uma família com 2 garotas gêmeas e acaba de dar à luz a um menino. Eva começa a ter os sintomas de uma depressão pós-parto em meio a um bom funcionamento de sua família. A situação só faz piorar quando os seus filhos começam a aparecer com marcas estranhas em seu corpo. Com uma abertura dramática logo nas primeiras cenas, a direção parece querer entregar aquilo que esperávamos do filme: um caos. Porém, a narrativa volta no tempo para mostrar tudo do princípio com a doença de uma das filhas e os primeiros sintomas de Eva. Junto a isso, vemos fartura na mesa da família e uma rotina embora agitada, mas perfeita. Mas o casal também já não vinha bem com alfinetadas de ambas as partes. O cansaço da protagonista e todas essas situações pesam bastante a ponto de Grazi mudar completamente a sua fisionomia. Ficamos na duvida em acreditar se ela realmente machucou seus filhos ou não. O filme poderia abordar com maior profundidade o que pretendeu: a depressão de Eva. Embora a direção sempre fez questão de mostrar que o lado difícil de Eva com o bebe chorando o tempo todo e a mesma tendo que dar conta de tudo ao mesmo tempo. A narrativa fica um pouco confusa ao tentar explicar o parentesco entre a família, ao decorrer do filme é que ficamos sabendo. Outro problema é a perca do folego no segundo ato, ficando algo cansativo. O plot (é revelado quem agride as crianças) já no final do filme é o ápice e liga as cenas iniciais do longa. A revelação vem forma cínica e fria pelo personagem que fez.
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