O filme 'O Paí ó 2' apresenta uma estrutura narrativa que, infelizmente, não consegue manter a mesma força e coesão que o primeiro filme trouxe. Apesar de algumas histórias secundárias interessantes, estas permanecem superficiais, sem um desenvolvimento profundo. A história principal também peca por ser solta e carente de uma curva dramática envolvente, além de sofrer com várias falhas de continuidade que impactam a imersão do espectador.
A parte musical, um elemento marcante do primeiro filme, decepciona neste segundo capítulo. As letras das músicas são fracas e a interpretação de Lazaro deixa a desejar, comprometendo o aspecto sonoro do longa. Mesmo após um momento comovente, como o desabafo de Roque, que remete à cena icônica do filme anterior, a escolha de encerrar essa cena com Roque descendo uma ladeira ao som de uma música desagradável parece deslocada e desconectada do contexto, quebrando a intensidade do momento.
É notável a ausência da participação de Wagner Moura, um talentoso ator que poderia ter acrescentado muito à produção, porém, possivelmente, optou por não se envolver devido aos aspectos problemáticos do roteiro. Em comparação com o primeiro filme, 'O Paí ó 2' fica aquém das expectativas, perdendo a oportunidade de igualar ou superar a qualidade da obra original.
racistas, neo-fascistas, ignorantes, e pessoas infelizes, amarguradas com a vida, vão achar o filme horrível.
o filme segue com a vibe do povo mais alegre e resiliente do país.
é uma narrativa divertida sobre aquilombamento, sobre a importância dos pretos estarem unidos para superar as mazelas sociais e as dificuldades do dia a dia. é um filme afrocentrado q nos conta de forma leve o lado humano q habita o Pelourinho, ainda q no passado tenha sido um local de tortura e assassinato dos negros.
é um filme anti-ódio q nos faz perceber q Salvador é uma delícia, principalmente por causa da sua gente; por causa do seu axé ancestral.
Elenco afiadíssimo e texto muito atual! Conseguiu surpreender ao manter o mesmo nível do primeiro filme trazendo a continuidade da vida dos personagens apaixonantes do primeiro 15 anos depois, além de comédia tem drama e reflexões. O SLAM é um dos pontos altos. O ator Pedro Amorim que faz o Michelangelo é uma grande revelação, vamos ficar de olho nele e em todo o elenco jovem do filme. Viva o cinema nacional!
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade