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Camargojosebruno
1 crítica
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1,0
Enviada em 2 de janeiro de 2026
Filme horrível, um roteiro horrível, e um desenvolvimento pior ainda, não prende a atenção, e não dá nem um pouco de suspense, no começo até da uma animada, dando expectativas que o filme vai ser interessante , depois da morte do Bill, não acontece mais nada, e no final **(SPOILER)*
O cara toma facada na carótida, tiro em todos os cantos do peito, e continua vivo e nadando (Coloquei alerta de spoiler, mas espero que seja o suficiente para não assistir)
Filme fraquíssimo, sem enredo, repetitivo, a personagem principal desgastou o personagrm demais, pra algumas coisas ela tinha força lra outras nao tinha, chato
Com 5 minutos de filme acelerei prós últimos 5 minutos , chato demais , no começo já vi que seria um tédio , protagonista burra com perseguidor burro .
O filme funciona bem mais quando esquece do texto com falas expositivas e frases de efeito para enfatizar o contraponto de psicopata vs a vítima que está recebendo uma segunda chance. Nesse sentido, é como Don’t Move não consegue aplicar sua leitura para além de simular o que espera da premissa sobre uma mulher na mira de um serial killer. O resultado é anticlimático, quando desperdiça o potencial das situações, quando escapar não é uma opção se não pode se mexer. A ideia traz um desafio que não consegue dar conta ao não assumir realmente os riscos, transformando as possibilidades em um melodrama familiar com situações e desfechos genéricos. O que aconteceria se Não Se Mexa fosse mesmo um thriller psicológico e não um filme de suspense sobre luta e vingança que nunca traz as discussões morais que provoca?
Filme horrível, perdi meu tempo assistindo essa coisa péssima. Sem pé e nem cabeça um enredo forçado para conseguir ter uma hora e vinte minutos de filme.
O filme é previsível, seguindo uma fórmula já bastante explorada em produções com essa mesma temática. No entanto, o que chama a atenção é a ironia presente na trama: a personagem queria tirar a vid@, e lutou com todas as forças para viver. Também me gerou uma reflexão importante, principalmente porque situações como essa realmente acontecem com muitas mulheres — a diferença é que, na vida real, não há um final como o da personagem que sobrevive.
Tipo de filme clichê da Netflix, usa um suspense forçado com um roteiro medíocre, o filme consegue te deixar tenso, mas em nenhum momento o vilão do filme parece realmente se empenhando para torturar a vítima, ele é bem burro e deixa várias brechas para a prota fugir
Sinopse: Uma mulher em luto é injetada com uma substância paralisante. Agora, ela precisa escapar de um assassino impiedoso antes de perder completamente os movimentos.
Crítica: "Não se Mexa" é uma tentativa frustrada de criar suspense, que falha em capturar a atenção do público e em construir uma narrativa coerente. O filme, centrado em uma mulher em luto injetada com um paralisante, tem uma premissa promissora que logo se transforma em uma sequência de clichês e situações absurdas. Apesar do potencial do elenco, com Kelsey Asbille e Finn Wittrock, suas atuações ficam aquém, mergulhando em diálogos rasos e emocionais.
A direção de Adam Schindler e Brian Netto carece de originalidade, utilizando truques visuais previsíveis que apenas servem para esconder a fragilidade do roteiro. A falta de desenvolvimento dos personagens torna difícil para o público se importar com o destino da protagonista; suas motivações são pouco exploradas e sua luta pela sobrevivência se torna um exercício sem emoção.
Além disso, o ritmo do filme é irregular, alternando entre momentos tediosos e sequências de ação exageradas que não conseguem gerar a tensão desejada. Os elementos de suspense são mal executados, e o clímax se arrasta de forma previsível, deixando uma sensação de insatisfação. A trama se perde em convoluções desnecessárias, resultando em uma experiência desarticulada e sem propósito.
Visualmente, "Não se Mexa" até tenta criar uma atmosfera sombria, mas a cinematografia é genérica, sem nada que destaque o filme no gênero de suspense. No final das contas, o que poderia ter sido uma história angustiante sobre resistência e vulnerabilidade se transforma em um filme esquecível e entediante, deixando a audiência com a impressão de que o mais inteligente seria mesmo não se mover.
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