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2,9
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É isso...o ultimo filme do ano.
Um filme não precisa ter ação do começo ao fim pra ser considerado bom. Reclamaram que a mulher ficou imóvel o filme inteiro, mas em todo o momento ela lutou por sua vida. Sem falar que o gênero do filme tem a ver com tensão e suspense, o que em minha opinião, o filme conseguiu entregar muito bem.
É lógico que houveram alguns clichês próprios do gênero serial killer como a "forçação de barra" em tornar todos os personagens capazes de ajudar a vítima como uns babacas idiotas que não conseguem se defender perante o perverso, mas de modo geral, o filme conseguiu prender minha atenção.
Me lembrou um pouco o roteiro só filme "Sozinha".
spoiler: Gostei que a mulher encontrou um motivo pra continuar lutando por sua vida. Ela viu que a morte não é a resposta. Ficou praticamente "morta" o filme inteiro, vendo a vida se desenrolar diante de seus olhos. Vendo uma pessoa cruel triunfar sobre os inocentes e sentindo um aperto no coração por saber que ela seria a próxima a morrer nas mãos dele. "Só porque está destruído, não significa estar sem saída", essa frase é a moral do filme e é importante que toda pessoa que pensa em cometer suicídio saiba disso. Pior do que a dor de perder alguém, é morrer nas mãos de um perverso.
Um filme não precisa ter ação do começo ao fim pra ser considerado bom. Reclamaram que a mulher ficou imóvel o filme inteiro, mas em todo o momento ela lutou por sua vida. Sem falar que o gênero do filme tem a ver com tensão e suspense, o que em minha opinião, o filme conseguiu entregar muito bem.
É lógico que houveram alguns clichês próprios do gênero serial killer como a "forçação de barra" em tornar todos os personagens capazes de ajudar a vítima como uns babacas idiotas que não conseguem se defender perante o perverso, mas de modo geral, o filme conseguiu prender minha atenção.
Me lembrou um pouco o roteiro só filme "Sozinha".
spoiler: Gostei que a mulher encontrou um motivo pra continuar lutando por sua vida. Ela viu que a morte não é a resposta. Ficou praticamente "morta" o filme inteiro, vendo a vida se desenrolar diante de seus olhos. Vendo uma pessoa cruel triunfar sobre os inocentes e sentindo um aperto no coração por saber que ela seria a próxima a morrer nas mãos dele. "Só porque está destruído, não significa estar sem saída", essa frase é a moral do filme e é importante que toda pessoa que pensa em cometer suicídio saiba disso. Pior do que a dor de perder alguém, é morrer nas mãos de um perverso.
Um filme emblemático, surpreende no final. Eu recomendo porque a superação depois da quase entrega a morte, transformando em luta pela sobrevivencia, mostrou-se show de aprendizado. Muito bom. Assisti duas vezes e vou assisti novamente. Recomendadíssimo.
Clichê, pouco tenso, e diálogos forçados prejudicam a trama.
"Não Se Mexa" (2024), de Adam Schindler e Brian Netto, é um thriller que tenta ser tenso, mas acaba mais para um suspense de quinta categoria. A trama segue Iris (Kelsey Asbille), sequestrada e paralisada por Richard (Finn Wittrock), um psicopata que, aparentemente, tem tempo de sobra para contar sua vida inteira. O filme até tenta criar tensão, mas se perde em clichês e diálogos forçados. No fim, é só mais um filme de sequestrador maluco que acha que é o mestre do universo. Se você gosta de filmes que tentam ser profundos, mas falham miseravelmente, esse é para você.
"Não Se Mexa" (2024), de Adam Schindler e Brian Netto, é um thriller que tenta ser tenso, mas acaba mais para um suspense de quinta categoria. A trama segue Iris (Kelsey Asbille), sequestrada e paralisada por Richard (Finn Wittrock), um psicopata que, aparentemente, tem tempo de sobra para contar sua vida inteira. O filme até tenta criar tensão, mas se perde em clichês e diálogos forçados. No fim, é só mais um filme de sequestrador maluco que acha que é o mestre do universo. Se você gosta de filmes que tentam ser profundos, mas falham miseravelmente, esse é para você.
O filme apresenta uma premissa intrigante e entrega um suspense sólido, capaz de gerar uma tensão crescente que mantém o espectador apreensivo. A jornada da protagonista é intensa, e a narrativa consegue envolver, especialmente pelas situações angustiantes em que ela se encontra. No entanto, todo esse potencial acaba comprometido pelo final, que é decepcionante e não corresponde à expectativa criada ao longo da trama. Apesar disso, vale a pena conferir pelo suspense bem construído.
Péssimo filme, personagem tem picos de adrenalina e consegue se mexer. Porém quando ela acaba de tomar a injeção ela corre isso aumentaria a adrenalina e ela vai perdendo os movimentos das pernas, a informação não bate. O personagem principal consegue bater em todos, até em um policial treinado que é o dobro dele. O cara bate e mata um senhor e um policial treinado e consegue apanhar 2 vezes para a personagem que está praticamente paralisada. Ruim o filme, muita controvérsias.
Horrível,roteiro fraco e óbvio
Esse filme só me trouxe agonia,não teve nenhuma explicação do que acontece depois,uma grande perda de tempo
Esse filme só me trouxe agonia,não teve nenhuma explicação do que acontece depois,uma grande perda de tempo
O filme começa com uma ideia inovadora e promissora. Na primeira metade, a história surpreende e nos prende com uma narrativa interessante, despertando a curiosidade. No entanto, o desenrolar da trama cai nos mesmos clichês de sempre: o antagonista (que por sinal é um serial killer) se mostra piedoso demais, dando chances demais para a protagonista escapar, com soluções que beiram o inverossímil.
Personagens coadjuvantes, como policiais, parecem mais NPCs do que figuras reais. O final é sem sentido, e o principal atrativo da trama fica sem explicação. A fotografia até que tem seus momentos, mas os atores, mesmo mostrando algum esforço, não conseguem elevar o filme. Esse filme com apenas 1 hora já seria mais que o suficiente,
Apesar de uma ideia inicial interessante, a segunda metade do filme decepciona. Dá para assistir, mas ele entrega bem menos do que promete, apesar da ideia ser bem original e sair um pouco da mesmice dos filmes atuais.
Personagens coadjuvantes, como policiais, parecem mais NPCs do que figuras reais. O final é sem sentido, e o principal atrativo da trama fica sem explicação. A fotografia até que tem seus momentos, mas os atores, mesmo mostrando algum esforço, não conseguem elevar o filme. Esse filme com apenas 1 hora já seria mais que o suficiente,
Apesar de uma ideia inicial interessante, a segunda metade do filme decepciona. Dá para assistir, mas ele entrega bem menos do que promete, apesar da ideia ser bem original e sair um pouco da mesmice dos filmes atuais.
“Não Se Mexa” tem uma trama bem original, angustiante e surpreendente. O enredo, que conta com ótimas atuações, prende a atenção e causa tensão.
A premissa é bem peculiar. Os realizadores conseguiram criar um início bem inventivo e, a partir disso, manter a tensão sempre crescente. Destaque para as atuações de Kelsey Asbille e Finn Wittrock, que conseguem transmitir muita vivacidade em seus papéis, em especial para as cenas que exigiam maior fisicalidade.
Não é um filme impecável, tendo como pontos negativos: o clássico roteiro que necessita de facilitações para funcionar, personagens secundários que só possuem um único neurônio e certas lógicas internas inconsistentes. No entanto, dentro de sua uma hora e meia, para quem conseguir desconsiderar certos tropeços, vai encontrar uma obra intrigante - coisa rara de se encontrar nas recentes produções originais Netflix desse gênero.
Não é um filme impecável, tendo como pontos negativos: o clássico roteiro que necessita de facilitações para funcionar, personagens secundários que só possuem um único neurônio e certas lógicas internas inconsistentes. No entanto, dentro de sua uma hora e meia, para quem conseguir desconsiderar certos tropeços, vai encontrar uma obra intrigante - coisa rara de se encontrar nas recentes produções originais Netflix desse gênero.
Filme bem ruinzinho. Muito clichê e muito longo, criaram muitas cenas sem nexo, só pra estender o filme. No final, eu achei interessante, que ela passou a valorizar a vida.
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