Uma Batalha Após A Outra
Média
3,1
528 notas

210 Críticas do usuário

5
32 críticas
4
28 críticas
3
15 críticas
2
14 críticas
1
43 críticas
0
78 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
CARLOS FELIPE CAVALCANTI CARLOSCAVALCANTI
CARLOS FELIPE CAVALCANTI CARLOSCAVALCANTI

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de dezembro de 2025
Eu to vendo o pessoal reclamar, eu gostei do filme. Gostei da trama imprevisível, algo bem do cotidiano. Ação do inicio ao fim. Quem não gostou deve gostar de filmes previsiveis, tipo modinha kk
Marco Antonio Magalhães
Marco Antonio Magalhães

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 22 de dezembro de 2025
Lacração sem limites. Subversão total do que é correto. Terroristas que explodiram bombas e moraram inocentes são os mocinhos do filme. Não perca seu tempo
Herley Mühlenbruch Guimarães
Herley Mühlenbruch Guimarães

2 seguidores 13 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 21 de dezembro de 2025
2h 40min de desperdício de vida. O filme é ruim e longo, Sem dar spoiler, é mais um enlatado woke. Difícil filmes bons atualmente.
JRusso
JRusso

69 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de dezembro de 2025
Bobagem acusar Uma Batalha.. de excesso de "lacração". O longa apenas reproduz uma realidade cada vez mais naturalizada nos EUA atual. Fosse anos atrás, poderíamos estar falando de um filme distópico, mas a realidade dos EUA tem competido brutalmente com a ficção. Sean Penn está um espanto como o coronel Steven J. Lockjaw, marcando um dos seus melhores trabalhos desde Milk. Já Paul Thomas Anderson entregou um dos melhores filmes de 2025 e deverá se consagrar como um dos melhores diretores de sua geração.
Eugenio Lacerda
Eugenio Lacerda

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de dezembro de 2025
Quanto mau humor por aqui nas críticas. Que estória é essa de "lacração"? Não diferenciam cinema de redes sociais? O filme (um pouco longo, é verdade) é rico em temas e citações. A trilha sonora bem escolhida, ansiosa, furiosa. Gosto das ousadias de PTA. Abs e vale ler para ver melhor a película.
Andre skackauskas schirm
Andre skackauskas schirm

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 20 de dezembro de 2025
Triste de ter desperdiçado meu tempo com um filme tão ruim, não salva nada, nenhuma atuação é digna. Impressionante a decadência do cinema estadunidense.
GabrielOFICIAL [GD]
GabrielOFICIAL [GD]

1 seguidor 27 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 20 de dezembro de 2025
Honestamente, eu me arrependi de ter ido no cinema ver esse filme. Eu não gostei de como retrataram os companheiros revolucionários do protagonista interpretado pelo DiCaprio. Sobre o final do filme eu não entendi, spoiler: a mulher do DiCaprio tinha abandonado a família por conta de conflitos envolvendo seu serviço e sua vida normal com sua filha recém-nascida, mas no final ela manda uma carta à filha dizendo praticamente para seguir os mesmos passos da mãe.
Enfim, esse filme também força ideologias, não recomendo
Dois visitantes
Dois visitantes

6 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 20 de dezembro de 2025
Ruim, Lacração atual, Terrorismo contra o estado, personagens superficiais, histórico forçada e sem sentido
izandro s
izandro s

6 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 20 de dezembro de 2025
Muito chato! Muita falaçao sem sentido somente para encher linguiça e fazer com que o filme dure quase 3 horas.
Anna Ferraz
Anna Ferraz

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 24 de dezembro de 2025
### Uma promessa inflada, um filme sem risco

Um filme de quase três horas, dirigido por Paul Thomas Anderson, com Leonardo DiCaprio, Benicio Del Toro e Sean Penn, cria uma expectativa legítima de densidade, risco e ambiguidade. *Uma Batalha Após a Outra* chega precedido por elogios e prestígio, como se anunciasse uma incursão séria no fracasso histórico e no legado da violência política. O que se encontra, porém, é um objeto claro demais para ser profundo e pretensioso demais para ser simples. O efeito não é tragédia nem política — é constrangimento elegante.

### Clareza como defeito estrutural

O problema central do filme não está na execução técnica. Ao contrário: a narrativa é “redondinha”, a filmagem é segura, a montagem eficiente. É justamente aí que o filme começa a falhar. Ao escolher explicar tudo, motivar tudo e fechar tudo, o roteiro elimina a ambiguidade que o próprio tema exige. Revolução, derrota histórica e violência não suportam transparência pedagógica. Há filmes claros porque são honestos; há filmes opacos porque o mundo é opaco. Este é claro *apesar* do mundo que pretende retratar.

O resultado é um cinema sem não-dito. O silêncio é ilustrado, não necessário. O mistério é encenado, não estrutural. O espectador não é convocado a pensar, apenas a reconhecer sinais de gravidade. Essa clareza excessiva — que poderia ser virtude em outro registro — aqui funciona como anestesia.

### Revolução como decoração

Quando o filme toca em seu suposto núcleo político, a fragilidade se torna evidente. As cenas “revolucionárias” são compostas por estereótipos reconhecíveis: tipos de guerrilheiros, gestos codificados, conflitos reduzidos a trauma individual. O passado radical não é vivido nem interrogado; é exibido como ornamento psicológico.

A política é sistematicamente neutralizada. O conflito coletivo se converte em drama doméstico, a história vira lição de vida, a derrota histórica se resolve como redenção íntima. Trata-se de uma americanização do conflito: tudo o que poderia ferir é traduzido em termos emocionalmente confortáveis. O filme fala *sobre* revolução, mas jamais a atravessa como experiência.

### A urgência como substituto de pensamento

O ritmo acelerado, a sucessão de obstáculos e a pressão do tempo criam a ilusão de densidade. Mas urgência não é pensamento. A cada nova “batalha”, o filme reafirma seu movimento circular: corre muito para não sair do lugar. Não há decisão sem retorno, perda irreversível ou resto incômodo. O tempo se estende, mas nada custa.

Por isso a duração pesa. Três horas deveriam justificar um mergulho; aqui servem para confirmar o previsível. O filme promete abismo e entrega terapia.

### O elenco como sintoma

Leonardo DiCaprio e Benicio Del Toro cumprem suas funções com competência, mas permanecem presos ao esquema explicativo do filme. Sean Penn, por outro lado, se destaca — não porque o personagem seja melhor escrito, mas porque o ator carrega densidade própria. Ele atrasa o tempo, pesa o gesto, sustenta o silêncio. Sua presença não eleva o filme; expõe o quanto o filme não suporta densidade real ao seu redor.

Esse contraste é revelador. Quando um ator parece vir de outro filme, não é virtuosismo isolado — é denúncia do vazio estrutural.

### O recuo de um grande diretor

A frustração aumenta quando se considera a trajetória de Paul Thomas Anderson. Em obras anteriores, o diretor soube filmar a ambiguidade, recusar fechamento, sustentar o irredutível. Aqui, pela primeira vez, parece interessado em ser compreendido antes de ser verdadeiro. O risco cede lugar à legibilidade; a ferida, à mensagem.

Não se trata de nostalgia nem de comparação gratuita. Trata-se de reconhecer um recuo estético consciente: um grande diretor fazendo um filme pequeno, seguro, domesticado.

### Um cinema de reconhecimento, não de risco

*Uma Batalha Após a Outra* não é um filme fracassado no sentido clássico. Ele funciona, comunica, agrada. É pior: é um filme que não aceita fracassar. Simula gravidade sem pagar o preço da gravidade. Quer o prestígio do político sem aceitar seu custo. Ao final, não sobra conflito, apenas a sensação incômoda de ter sido convocado a sentir algo que não foi conquistado.

Não é um filme perigoso, nem perturbador, nem necessário. É um produto elegante que quer parecer mais do que é — e, justamente por isso, provoca vergonha alheia.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa