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Denis Magalhães
1 crítica
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5,0
Enviada em 30 de dezembro de 2025
Impressionante que eu estou lendo várias críticas sobre o filme, dizendo que é "lacração" Chega ser assustador parece que assistiram o filme de olhos fechados, um grupo de pessoas que lutam pelos negros, lutam por liberdade, os cara do governo americano COMPLETAMENTE RACISTAS, e ainda tem gente passando pano, mataram o soldado simplesmente por ele ter filho com uma mulher negra, ele querendo matar a criança por ser negra, e os cara falando que esse filme é de lacração, 2:40h de filme de pura arte, Leonardo impecável como sempre, a dublagem do filme infelizmente não ficou das melhores eu assisti legendado e tive outro percepção. ESSE FILME NÃO TEM NADA DE COMÉDIA !!!
o pior filme que assistir em 2025, o roteiro é fraco , todos os personagens apresentados são rasos . que arrependimento de ter alugado esse filme por 40,00 na prime video, perca de tempo e dinheiro...
Uma Batalha Após a Outra não é um filme pra gente tapada da extrema direita que não consegue entender nem uma propaganda de Havaianas.
É impressionante ver gente chamando o filme de “lacração”. Inclusive usou a palavra “lacração” pra uma crítica de filme que já sei que é um jumento. Chega a assustar, porque parece que assistiram ao filme de olhos fechados.
O longa mostra um grupo lutando pela liberdade de pessoas negras e imigrantes, enquanto o governo americano é retratado como abertamente racista e mesmo assim ainda tem quem passe pano.
O racismo no filme é explícito e violento. Um soldado é morto por ter tido um filho com uma mulher negra, e a própria criança vira alvo só por existir. Chamar isso de exagero ou agenda diz muito mais sobre quem assiste do que sobre o filme.
É pesado, desconfortável e necessário.
O filme mistura ação, política e uma leve pitada de comédia, que vem do personagem do Leonardo DiCaprio, mas sempre com uma sensação constante de tensão.
A trilha sonora, assinada por Jonny Greenwood, guitarrista do Radiohead, é fundamental pra isso: ela dita o ritmo, cria ansiedade e faz o espectador se sentir dentro desse caos. Detalhes como códigos secretos entre os revolucionários, referências a Gil Scott-Heron e o uso da música “Perfidia” mostram o cuidado do diretor com o contexto cultural e com o material original de Thomas Pynchon.
Muito maçante, cheio de assuntos 18+ super desnecessários. Não é imersivo, ele mostra personagens seguindo suas tragetórias mas que conhecemos por um único ponto de vista, (não da pra se odiar o vilão nem torcer pelo "mocinho"), são destinos cretinos de personagens cretinos.
Zero! Filme péssimo! Ja basta as coisas horrendas que vivemos hj em dia.... assisti metade e depois fui p o final e vi que não melhora em nada! Nem perca seu tempo. Pior filme que ja assisti de Leonardo Di Capricórnio.
Filmão... pesado, cru, problemático como a vida. Sempre terá um interesse maior, um sistema mais forte, uma mão mais pesada... e sua natureza sempre falará mais alto. Mesmo que não seja a maior roda, apenas gire. O resto é com o destino.
Um filme que confunde choque com profundidade. Personagens drogados, violência e degradação se repetem sem propósito, como se o caos fosse mensagem suficiente. Até Leonardo DiCaprio parece desperdiçado num roteiro vazio, que não provoca reflexão — só cansa. Não recomendo!
Alguém que assistiu este filme teve uma sensação ruim e estranha??? Parece que o Filme foi feito por esquerdistas para esquerdistas. Não consegui achar algo de bom no filme e nem algo que mereça minha nota. Não gostei. Mas a crítica vai adorar, é o filme bem ao estilo dos críticos que só ficam atrás dos teclados.
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